Arquivo mensal: Dezembro 2002

Dossier 2002: Adeus capicua




Quando se pensa no ano que agora acaba, de que nos lembramos? Mundial de futebol, luta contra o terrorismo, escândalos de abuso de menores…
A velocidade a que o Mundo gira não permite às pessoas parar e notar pormenores que escapam.



Sabiam que este é um ano capicua? Pois bem, assim é! Temos de esperar (imaginem só!!!) 110 anos até ao próximo, que será em 2112. Além disso, tem a noção que viveu um momento único? É que no dia 20 de Fevereiro a capicua foi maior. Ás 20.02h de 20/02/2002 tivemos capicua de ano, mês, dia, hora e minuto. E o que é que isso tem de extraordinário? Afinal no dia 3 de Março também houve uma capicua, 20.02h de 30/03/2002. A singularidade da primeira data é que a última capicua com, somente, dois algarismos ocorreu há 790 anos, a próxima acontecerá daqui a 110. Ou seja, se quiser festejar esta data espere até lá, 21.12h de 21/12/2112!

André Morais
Sílvio Vieira



Publicado por turma001 a 19 dezembro, 2002 12:46

Dossier 2002: O carro que nasceu duas vezes




Esqueçam Bush, esqueçam Saddam. Numa altura em que muitos fazem a revista do ano, falta falar de um dos protagonistas. Falta falar do verdadeiro carro do ano. Nascido em 1968, “renasceu” em 2002. É o BMW 2002.



Chamem-lhe “chaço velho”. Ele não gosta. Chamem-lhe “sucata”. Ele diz que não é. Chamem-lhe “antiquado”. Ele responde que é actual. Se há carro moderno e actual, só pode ser o BMW 2002. Tudo por causa de um nome.

Perguntam vocês: de onde vem o nome? Pois bem: tem 2002 de cilindrada.

O BMW 2002 foi produzido entre 1968 e 1976. No total, a BMW produziu mais de 825.000 carros deste modelo.

Se estiverem interessados num, escolham aqui.

DANIEL VAZ



Publicado por turma001 a 19 dezembro, 2002 12:32

O Novo Rosto do DN




A Casa de Serralves, no Porto, foi o local escolhido para a apresentação nacional do novo grafismo e da nova linha editorial do “Diário de Notícias”.



Depois da última reformulação gráfica, já lá vão seis anos, o “Diário de Notícias” aposta num novo visual. As alterações revelam-se ao primeiro olhar: nova tipografia, logotipo com um novo fundo (o azul e o laranja substituem o azul e o branco), mais fotos e mais pontos de entrada para as notícias.

O DN pretende tornar-se mais cosmopolita e ao mesmo tempo estar mais próximo do seu público, nomeadamente o portuense. Sendo assim, o jornal vai passar a incluir a secção “Grande Porto”, na qual cinco páginas serão dedicadas às notícias da região. “Não queremos substituir os jornais do Porto, mas pretendemos dar eco nacional às vozes da cidade”, disse Mário Bettencourt Resendes, director do jornal.

Outra das apostas do DN vai ser ao sábado, já que o jornal vai incluir sete suplementos: DN+, Dna, DN destinos, DN motores, DN emprego e o caderno de classificados.

O novo DN vai estar nas bancas já em Janeiro próximo.

Ana Sofia Marques
Carlos Romão



Publicado por turma013 a 17 dezembro, 2002 12:36

Redacção virtual




Quinze alunos fechados numa sala de aula, sem poderem usar telefones ou consultar jornais em papel, redigiram em menos de três horas dois dossiers sobre os temas de maior actualidade no Porto.
Cada grupo escolheu as abordagens possíveis dos temas, distribuiu tarefas e fez as necessárias pesquisas, recorrendo exclusivamente à Internet.
A Turma 1 do 3º ano foi transformada numa redacção 100% virtual, que produziu os 11 “posts” que se seguem.






Publicado por Fernando Zamith a 06 dezembro, 2002 17:45

Dossier OSCE: Segurança da Cimeira assegurada por 1700 agentes da PSP




Para garantir a segurança da reunião ministerial da OSCE, a realizar amanhã e Sábado no Porto, a Polícia de Segurança Pública vai destacar cerca de 1700 agentes.



Tem lugar, na cidade do Porto, amanhã e Sábado, o décimo Conselho Ministerial da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa.

A realização desta cimeira, que contará com cerca de 700 representantes dos 55 países que integram a OSCE, requer medidas de segurança rígidas em torno do Edifício da Alfândega, onde ocorrerá a reunião.

Condicionalismos de trânsito também se farão sentir na “Invicta”. As artérias da zona marginal do Porto e os trajectos entre as principais unidades hoteleiras e a Alfândega serão pontos críticos para quem pretende circular nessas zonas. A circulação será afectada já hoje, entre o aeroporto Sá Carneiro e os sete hotéis de cinco estrelas da cidade. Dificuldades que serão minimizadas pelo contigente da P.S.P. montado especialmente para este encontro.

A ausência do diplomata norte-americano Collin Powell não impediu a imposição de medidas de segurança rígidas, devidas, também, à presença do ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Igor Ivanov.

A cimeira terá lugar no antigo edifício da Alfândega do Porto, actualmente ocupado pelo Museu dos Transportes e Comunicações, no qual ocorreu, em 1998, a Cimeira Ibero-Americana.

Fonte: Lusa

Ana Vaz
(3º Ano)



Publicado por turma001 a 05 dezembro, 2002 13:43

Dossier Metro: Uma história de promessas e conflitos




Foram precisos mais de 13 anos para que o metro do Porto fosse uma realidade. A ideia surgiu em 1989 mas o processo arrastou-ser por motivos políticos e financeiros.



O projecto para a construção do Metro do Porto surgiu como promessa na campanha eleitoral de 1989. Foi Fernando Gomes, eleito presidente da Câmara, que deu os primeiros passos para a rede metropolitana. O objectivo era conseguir um meio de transporte moderno, rápido, não-poluente e silencioso que melhorasse as condições de mobilidade e acessibilidade dos utilizadores.
Os primeiros estudos começaram em 1992, mas o processo foi tudo menos pacífico. Conflitos políticos, falta de financiamento e impugnações fizeram o projecto arrastar-se por mais de uma década.
Os estudos iniciais previam uma primeira linha entre Vila Nova de Gaia, Porto e Matosinhos, o que desencadeou grande contestação por parte de outras áreas da zona metropolitana. Face aos protestos, as autarquias da Maia, Trofa e Póvoa de Varzim foram incluídas no projecto.
Em 1994 foi lançado o concurso público do metro, que trouxe muita discussão e poucos resultados. Dois anos depois foi lançada a 2ª fase do concurso que se revelou ainda mais polémica. Várias impugnações foram instauradas na Comissão Europeia e só em 1998 é que foi decidida a entrega da obra à Normetro, presidida por Vieira de Carvalho.
As obras tiveram início e dois anos mais tarde começaram os primeiros testes. Numa fase experimental, em Junho deste ano entrou em funcionamento a linha Viso-Matosinhos, que em Setembro se extendeu até Sr. de Matosinhos.
Após a morte de Vieira de Carvalho, Valentim Loureiro assume a presidência da Normetro e consegue a aprovação do Governo para a linha de Gondomar.
No próximo dia 7, está prevista a inauguração oficial da linha azul que liga Matosinhos à estação da Trindade. As restantes linhas continuam à espera de ser concluídas.

Andreia Parente
Carla Sousa
(3º ano)



Publicado por turma001 a 05 dezembro, 2002 13:42