Não foi propriamente uma novidade. O Porto ficou de fora da corrida para acolher a sede da Agência Europeia do Medicamento, até então, sediada em Londres. Amesterdão foi a coroada, após empate técnico com Milão, na terceira volta.

A candidatura do Porto colheu elogios de várias entidades, mas parece não ter sido suficiente. LUSA/Fernando Veludo
Depois de quatro meses de disputa, o veredicto surgiu na primeira ronda de votações que decorreu em Bruxelas. A candidatura do Porto não foi além da sétima posição, com 10 pontos (os mesmos que recebeu Atenas), para acolher a Agência Europeia do Medicamento, considerada a “jóia da coroa” das agências europeias que terão de sair do Reino Unido em 2019, como consequência do “Brexit”.
De entre as 16 candidatas, apenas Milão (Itália) com 25 pontos e Copenhaga (Dinamarca) e Amesterdão (Holanda) com 20 pontos seguiram em frente na primeira ronda de votações. Amesterdão acabou por ser o local escolhido para receber a sede. Se na segunda volta, Copenhaga ficou pelo caminho, na terceira ronda a cidade holandesa empatou com Milão, mas venceu depois por sorteio.
O escrutínio decorreu na reunião do Conselho de Assuntos Gerais, em Bruxelas, em que participam 27 Estados-membros – o Reino Unido ficou de fora. Portugal foi representado pela secretária de Estado dos Assuntos Europeus, Ana Paula Zacarias.