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Eleições Presidenciais em Janeiro de 2021. Marcelo lidera as pesquisas.

Apesar da pandemia da Covid-19, seguem marcadas para janeiro as Eleições Presidenciais Portuguesas. Atual Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa lidera pesquisas.

Por Guilherme Amaral.

Fonte: Lusa

Mesmo com a pandemia com números maiores do que na primeira onda, as Eleições Presidenciais continuam marcadas para Janeiro de 2021, mas ainda sem dia exato. Até o momento, já foram declaradas 8 pré-candidaturas.

O atual Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa, do PSD, ainda não declarou-se candidato. Mesmo assim, ele lidera as pesquisas da Eurosondagens, que apontam vitória ainda em primeira volta. André Ventura, do Chega, e Ana Gomes, ex-eurodeputada do PS mas ainda sem partido para as eleições, estão técnicamente empatados devido a margem de erro. Em 2016, Marcelo venceu em primeira volta, porém, mais de 50% dos aptos a votar não estiveram presentes no dia da eleição.

Os 8 pré-candidatos já falaram sobre suas candidaturas, e apontam que Marcelo desistiu de governar ainda no cargo, mesmo que as pesquisas apontem uma satisfação grande da população com o atual mandatário.

Resta saber se a atual situação pandemica que vivemos estará melhor solucionada até lá, ou se, com o aumento no número de casos, a eleição será mantida para Janeiro.

Brasil 2018: Eis os principais candidatos às eleições presidenciais

Vários candidatos têm sido apontados à presidência do Brasil em 2018. Enquanto a popularidade de Lula aumenta a olhos vistos, Jair Bolsonaro (PSC) e Marina Silva (Rede) não oferecem competição.

De acordo com a recente pesquisa eleitoral do Datafolha, Lula da Silva (PT) lidera o cenário político com 35% de intenções de voto, apesar de acusado e réu em processos ligados à Operação LavaJato.

Ainda que à distância, o candidato à presidência é seguido por Jair Bolsonaro (PSC) e Marina Silva (Rede). A Bolsonaro e Marina Silva é apontado um impacto técnico,  ele com cerca de 16% a 17% de intenções de voto, ela com valores entre 13% e 14%.

Lula da Silva (PT)

O nome mais sonante é Lula da Silva, considerado a maior força eleitoral para as eleições de 2018. O ex-presidente encontra-se a meio de um processo judicial e espera a decisão do Tribunal Regional da 4º Região (TRF4), após a condenação de Sérgio Moro a 9 anos e meio de prisão por suposta prática de lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Confirmada a condenação, o candidato fica impedido subir novamente ao palco político e obrigado a cumprir a pena em regime fechado.

Se Lula for efetivamente condenado, torna-se inelegível para concorrer devido à Lei “Ficha Limpa”, que impede condenados pela segunda instância de participarem nas candidaturas à presidência. Se não for condenado pela segunda instância, o candidato passa a ser Presidente do Brasil pela terceira vez.

O Partido dos Trabalhadores (PT) tem que pensar em alternativas para o substituir caso Lula não consiga concorrer. Contudo, nem Fernando Haddad, ex prefeito de São Paulo,  nem Jaques Wagner têm a força política e o impacto que o antigo presidente brasileiro detém.

O Diretor do Datafolha, Mauro Paulino, afirmou numa conversa em tempo real no Facebook do EL PAÍS haver uma tendência para a “tolerância com a corrupção mas uma tolerância pragmática, desde que se entregue benefícios sociais”,  em referência ao trabalho de Lula nas camadas mais pobres do Brasil.

Em declarações à BBC Brasil, o PT afirma que se a candidatura de Lula for impedida o partido vai fazer boicote, por se tratar de “uma fraude nas eleições”.

Jair Bolsonaro (PSC)

Não é só Lula que se encontra em problemas com a justiça: Bolsonaro também é réu no Supremo Tribunal Federal sob a acusação de incitação à violação. Em dezembro de 2014, Jair Bolsonaro disse à deputada Maria do Rosário (PT-RS) que só não a violaria porque ela “não merecia”. Caso os ministros condenem o parlamentar, também ele se torna inelegível.

Para além do escândalo de incentivo ao abuso sexual, Bolsonaro é conhecido pelo conservadorismo e valores cristãos da sua campanha e não é bem visto pela comunidade gay. O candidato do PSC votou contra as reformas de trabalho e da segurança social de Temer e os níveis de rejeição podem vir a prejudicar a sua campanha. Já o jornal americano Quartz classificou Bolsonaro como um “Trump Brasileiro”.

Marina Silva (Rede)

Marina Silva (Rede) registou cerca de 20 milhões de votos desde a última eleição presidencial enquanto candidata do PSB, mas a sua ausência no debate político pode consistir na maior fragilidade da candidatura atual. Embora tenha sido a terceira colocada nas eleições presidenciais de 2014, os especialistas acreditam que Marina não vai ganhar mais protagonismo político no próximo ano.

Estão ainda na corrida às presidenciais Joaquim Barbosa (sem partido), Geraldo Alckmin e João Doria do PSDB, Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT-CE) e Alvaro Dias (Podemos-PR).

As eleições gerais brasileiras ocorrem nos dias 7 de outubro (1º volta) e 28 de outubro (2º volta) do próximo ano.

Maria João Duarte

Presidenciais brasileiras 2018: Lula da Silva lidera as intenções de voto

A um ano das eleições presidenciais brasileiras, o ex-presidente, Lula da Silva, leva vantagem sobre os restantes candidatos nas sondagens realizadas até agora.

Luiz Inácio Lula da Silva, antigo presidente brasileiro, é o principal candidato à presidência do Brasil. Mesmo após a condenação no caso Lava Jato, Lula da Silva lidera as sondagens das eleições que vai decorrer em outubro de 2018.

O candidato do Partido Trabalhista aparece nas sondagens realizadas pelo Datafolha com uma vantagem de cerca de 20 pontos percentuais em relação a Jair Bolsonaro, do Partido Social Cristão. Na terceira posição, apresenta-se Marina Silva, candidata do partido Rede Sustentabilidade, com percentagem ligeriamente inferior à de Bolsonaro.

Os mais de 140 milhões de eleitores estimados continuam a acreditar no antigo presidente, mesmo após a sua condenação de nove anos e seis meses de prisão, em julho de 2017, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo Lava Jato.

O Brasil vive uma situação política complicada. Além de Lula da Silva, o processo Lava Jato envolve também a ex-presidente Dilma Rousseff. Esse caso levou ao Impeachment, que resultou na queda de Dilma e fez ascender Michel Temer ao cargo de presidente do Brasil.

A presidência de Temer também não foi pacífica. Em nenhum ministério existiam mulheres ou afro-brasileiros. Temer acabou por ser, igualmente, denunciado ao Supremo Tribunal de Justiça por suspeita de corrupção passiva.

Em plena crise política, no Brasil, o voto é obrigatório para todos os cidadãos com idades entre os 18 e os 65 anos. Para as pessoas com idades entre os 16 e os 18 anos e com mais de 65 anos é opcional.

A primeira volta das eleições presidenciais brasileiras estão agendadas para o dia 7 de outubro de 2017, enquanto a segunda volta está marcada para o dia 28 do mesmo mês.

 

Rui J. Costa