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III Jornadas Obciber: Renascença volta a conquistar prémio de Excelência em Ciberjornalismo

A Rádio Renascença (RR) foi a grande vencedora da oitava edição anual dos Prémios de Ciberjornalismo. A distinção foi atribuída na passada sexta-feira durante as III Jornadas do Observatório de Ciberjornalismo (ObCiber), no pólo de Ciências da Comunicação da Universidade do Porto.

O intuito dos prémios ObCiber é distinguir o que de melhor se produz na área do Ciberjornalismo em Portugal. A Renascença foi a grande premiada na edição deste ano e foi distinguida em três categorias.

De facto, a RR conquistou pela quinta vez o prémio de Excelência Geral em Ciberjornalismo. Além desta categoria, venceu também em “Videojornalismo Online”, com o júri a eleger a reportagem “O extraordinário mundo de Irina”.

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Fotografia: Observatório de Ciberjornalismo (ObCiber)

A Renascença também viu o seu trabalho distinguido na categoria de “Última Hora”, com o acompanhamento dos ataques contra o jornal francês “Charlie Hebdo”. O júri premiou o órgão de comunicação nesta categoria depois de avaliar as notícias produzidas até 48 horas depois dos atentados terroristas.

Em relação às restantes categorias, o jornal Expresso arrecadou o prémio em “Reportagem Multimédia”, com o trabalho “Matar e Morrer por Alá”. Já o Público venceu na categoria “Infografia Digital”, com “VIH: O vírus que apareceu em Kinshasa em 1920 e alastrou para o mundo inteiro”.

A ComUm, projeto de Ciberjornalismo da Universidade do Minho, arrebatou o prémio na categoria de Ciberjornalismo Académico com “Por onde já não navegamos”. O cibermeio da instituição venceu ao JornalismoPortoNet (JPN), da Universidade do Porto, pela primeira vez em oito anos.

Os vencedores eleitos pelo público através de uma votação online também foram mencionados e coincidiram com as escolhas do júri nas categorias de “Última Hora”, “Reportagem Multimédia” e “Infografia Digital”. Na categoria de “Excelência Geral em Ciberjornalismo”, a escolha do público recaiu no Observador, em “Videojornalismo Online” na RR, com “Vida de Faroleiro”, e em “Ciberjornalismo Académico” no JPN, com “A última memória de África”.

Os prémios de Ciberjornalismo foram criados em 2008 e são concedidos anualmente pelo Observatório de Ciberjornalismo.

João Pedro Sousa