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Ana Moura abre as portas de “Casa Guilhermina” no Super Bock em Stock

Com mais de 50 artistas durante os dias 25 e 26 de novembro, destaca-se a presença de Ana Moura e a estreia do seu novo álbum, no Super Bock em Stock em Lisboa. 

Caracterizado por ser um espaço de descoberta da melhor música em ascensão, o Super Bock em Stock também dá palco a artistas, já de renome, para fazerem apresentações ímpares e exclusivas.

É o caso de Ana Moura que já amanhã sobe ao palco do Capitólio. Num concerto mais intimista, vai apresentar pela primeira vez ao público o seu novo álbum “Casa Guilhermina” lançado dia 11 de novembro.

A organização do festival garante que para todos os que querem ter garantia de lugar na sala, foi criado um sistema de pré-reserva de 50% da lotação. Deste modo, quem já tenha bilhete pode aceder a este link, para receber um bilhete de acesso prioritário desde a abertura das portas até aos primeiros 10 minutos de concerto.

Quem não optar por esta opção, tem na mesma acesso ao concerto pelas vias habituais de entrada, até a sala perfazer a lotação máxima.

Tendo sempre como mote levar o público à descoberta e trazer o melhor da música emergente, o cartaz do Super Bock em Stock conta com nomes como Alfie Templeman, Bala Desejo, Miami Horror e TV Girl. A presença de David Bruno com alguns convidados também é das mais aguardadas, juntamente com o regresso dos Pluto, banda de Manuel Cruz.

Fonte: Facebook Super Bock em Stock

Fonte: Facebook Super Bock em Stock

Os concertos decorrerão ao longo de dez palcos, sendo estes a sala Manoel de Oliveira, sala 2 e sala 3 do Cinema São Jorge, Capitólio, Garagem da EPAL, palco e bar do Coliseu dos Recreios, o interior e pátio da Casa do Alentejo, Estação Ferroviária do Rossio, Sociedade Portuguesa de Geografia e o autocarro Super Bock, que percorrerá a Avenida da Liberdade.

O passe de 2 dias encontra-se à venda, nos locais habituais, por 45€, até ao dia de hoje, e 50€ nos dias do festival.

Apesar de ser o sétimo disco da fadista, é aquele em que esta se estreia como letrista. Como homenagem à avó materna, Guilhermina, o álbum é uma mistura de estilos tanto de influência africana como do típico fado que Ana Moura já nos habituou. Inovar sem comprometer certos elementos fadistas parece ser o que levou à criação desta composição criativa e que, de certa forma, permitiu a artista se libertar e reinventar.

Fonte: Facebook Ana Moura

Está a pensar a ir a este festival? Responda ao seguinte questionário.

Beatriz Basto