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Björk anuncia concerto na Altice Arena para a sua tour Cornucopia

A tour europeia de Björk, Cornucopia – a fusão dos universos dos dois álbuns publicados nos últimos três anos, Utopia Fossora – irá arrancar em Lisboa, no dia 1 de setembro, na Altice Arena. 

Ontem, segunda-feira, foi anunciada a tour de 2023 de Björk, que irá percorrer o centro e sul da Europa. Cornucopia começa em Lisboa e faz paragens em Madrid, Paris, Milão, Praga, Viena, Bolonha, Cracóvia, Hamburgo, Leipzig, Zurique, Nantes, e termina em Bordéus, no dia 5 de dezembro.

Num comunicado de imprensa,  constatou que “A intenção sempre foi que Cornucopia fosse um mundo tanto para o álbum Utopia como para o álbum seguinte… que agora já saiu e se chama Fossora. Por isso estou verdadeiramente entusiasmada para estrear a colisão destes dois mundos, neste outono no sul da Europa”.

A artista islandesa estreou a atuação ao vivo de Cornucopia em Nova Iorque, no palco do famoso The Shed, em 2019, antes do lançamento do seu útimo álbum, Fossora. O concerto incluiu 19 músicas, o grosso delas tendo sido do álbum aclamado Utopia, mas incorporando também outros temas da sua vasta discografia, como ‘Venus as a Boy’, ‘Hidden Place’ e ‘Show Me Forgiveness’. Foi acompanhada pelo grupo Viibra, um conjunto de flautas islandesas de sete peças, por um coro de cinquenta pessoas, e por uma harpista e um percussionista. Ademais, colaborou com a produção e direção teatral de Lucrecia Dalt. Björk afirma que este é “o seu concerto mais elaborado até à data”.


Fonte: NME

A digressão é uma oportunidade de integrar o seu décimo álbum de estúdio, Fossora, no espetáculo ao vivo. Fossora , que foi lançado este ano, está nomeado para o Grammy de Melhor Álbum Alternativo. O álbum integra sons indie pop avant-gard com batidas de techno e instrumentalização rica. O primeiro single do álbum Atopos, foi lançado no início de setembro deste ano.

 

Catarina Afonso

 

Cornucopia: Björk regressa a Portugal este setembro

A Cornucopia de Björk volta a Europa este 2023 e a sua primeira paragem será o 1 de setembro no Altice Arena de Lisboa.

Altamente aclamado pela crítica desde sua apresentação como um espetáculo de residência no The Shed, em Nova Iorque, sempre foi pensado «com a intenção de se tornar um mundo tanto para a Utopia como para o álbum que viria depois… que agora se chama Fossora», declarou a artista islandesa.

A Cornucopia da Björk no The Shed Center, NYC – Fotografía de d&b audiotechnik

«Estou realmente animada para esrear a colisão destes dois mundos,                                  este outono no sul da Europa» — Björk

O espectáculo «é uma paisagem visual de cores exuberantes, ecrãs futuristas e imagens selvagens da natureza que ganha vida com a música maravilhosa de Björk, que actua com músicos e coros de flautas e vozes», segundo o festival de Perth (Austrália), onde também será apresentado.

A carreira da islandesa, sempre marcada pela elástica voz da artista e a experimentação culmina –para já–  nesta fantasía electrónica guiada por vozes e flautas que ressoam entre metales e jogos visuais, onde o renascimento de Utopia (2017) une-se ao terrenal de Fossora (2022), álbum que encontrou a sua inspiração nas redes fúngicas que habitam o solo e subsolo do nosso mundo.

Björk, considerada uma das artistas mais singulares do seu tempo, não deixa impassível a ninguém, mas será que consigue impressionar da mesma maneira ao público mais jovem? Será que a Gen Z consigue entrar nos 100 minutos da Cornucopia e disfrutar, aprender e renascer com ela? Vocês que opinam?

Datas da Cornucopia de Björk

As datas de 2023 para poder ver a Björk ao rededor do mundo:
03/03 – Perth, AU @ Langley Park ^
03/06 – Perth, AU @ Langley Park ^
03/09 – Perth, AU @ Langley Park ^
03/12 – Perth, AU @ Langley Park ^
03/20 – Tokyo, JP @ Tokyo Garden Theater *
03/25 – Kobe, JP @ Kobe World Memorial Hall *
03/28 – Tokyo, JP @ Tokyo Garden Theater ^
03/31 – Tokyo, JP @ Tokyo Garden Theater ^
04/16 – Indio, CA @ Coachella Music Festival *
04/23 – Indio, CA @ Coachella Music Festival *
09/01 — Lisbon, PT @ Altice Arena ^
09/04 — Madrid, ES @ WiZink Centre ^
09/08 — Paris, FR @ Accor Arena ^
09/12 — Milan, IT @ Mediolanum Forum ^
09/16 — Prague, CZ @ O2 Arena ^
09/19 — Vienna, AT @ Wiener Stadthalle ^
09/23 — Bologna, IT @ Unipol Arena ^
11/18 — Krakow, PL @ Tauron Arena ^
11/21 — Hamburg, DE @ Barclays Arena ^
11/24 — Leipzig, DE @ Quarterback Immobilien Arena ^
11/28 — Zurich, CH @ Hallenstadion ^
12/02 — Nantes, FR @ Zénith ^
12/05 — Bordeaux, FR @ Arkéa Arena ^

^ = Cornucopia Show
* = Orkestral Show

Sonia Quinche

Bjork regressa a Portugal já em Setembro com “Cornucopia”

Poster da Tour “Cornucopia”, Everything Is New

A cantora Islandesa anunciou, esta segunda feira, que ia dar inicio á tour do seu mais recente projeto “Cornucopia” em Portugal, dia 1 de Setembro na Altice Arena em Lisboa.

Citada pela promotora, Everything Is New, Bjork descreve “Cornucopia” como um projeto que funde os seus dois álbuns anteriores “Fossora” e “Utopia”. Desta maneira o espetáculo ao vivo promete ser “uma experiência única de som e de luz” e um “colisão de dois mundos”

De acordo com a promotora o espetáculo foi concebido com o ultimo álbum da cantora “Utopia” em vista e cruza os motivos do seu outro projeto recente, nomeado para Grammy, “Fossora”. O Concerto irá incluir o trabalho dos artistas visuais digitais vanguardistas Tobias Gremmler, Andy Huang, Nick Knight, M/M e cenografia de Chiara Stephenson.

A Tour dá inicio em Lisboa e irá continuar pelo resto da Europa. Os Bilhetes estarão disponíveis a partir das 09:00h do dia 03 de Fevereiro uma sexta-feira.

Uma exibição que promete ser muito mais do que um concerto de musica, um experiencia sensorial promissora espera os portugueses, para ser entregue por Bjork, ao vivo, no dia 1 de Setembro na Altice Arena em Lisboa.

fonte: Björk ao vivo na Altice Arena, Lisboa a 1 de setembro – Everything Is New

Vais ao concerto da Bjork? manifesta o teu entusiasmo no Twitter ou contacta-nos via: up201805871@up.pt

“Ensaio sobre a Cegueira” volta a subir ao palco do Teatro Nacional São João

A adaptação ao teatro de Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago, está de novo em cena no Teatro Nacional São João, no Porto, de 9 e 18 de dezembro.

Entre 10 e 19 e junho deste ano, a adaptação do romance de José Saramago, lançado em 1995  esteve em exibição no Teatro Nacional São João (TNSJ), a propósito das celebrações do centenário do Nobel. Entretanto, passou pelo Teatre Nacional de Catalunya, pelo Theatro Circo, em Braga, pelo Teatro Aveirense, em Aveiro e, em dezembro, regressa ao palco de estreia e encerra as homenagens feitas ao escritor este ano.

Nas 3h30 (com intervalo) de espetáculo, os atores falam em português e catalão e as legendas que o acompanham são também bilingues. A peça narra a história de um mundo ficcional no qual (quase) todas as pessoas ficam cegas, devido a uma epidemia apelidada de “mal branco”. À medida que os casos desta cegueira vão sendo reportados às autoridades de saúde, os infetados são enclausurados e deixados à sua mercê, à “brutalidade do desejo de sobrevivência de um corpo social devastado”, como explica o TNSJ.

Saramago descreveu o seu livro como “trezentas páginas de constante aflição” e o encenador da adaptação, Nuno Cardoso, explica que a peça, desenvolvida em parceria com o Teatre Nacional de Catalunya, resulta da “atitude colaborativa” e da “capacidade de partilhar o risco” de ambas as partes. Carme Portaceli, responsável pela versão cénica, acrescentou que a escolha da obra adaptada foi parte deste trabalho conjunto e surgiu de uma discussão “sobre o que significa ser cego hoje em dia”.

Nuno Cardoso relembra que “acabamos por nos esquecer para que servem os olhos, para ver o que está para além de nós.” É este o convite para assistir à adaptação ao teatro de Ensaio sobre a Cegueira, a obra de José Saramago que apela a que se veja, além de se olhar e que se repare, além de se ver.

Os preços dos bilhetes variam consoante o dia da sessão, os lugares, a idade, a situação profissional, entre outras especificidades, que pode consultar no preçário do TNSJ. Para mais informações, consulte o site do Teatro Nacional São João.

Deixe aqui a sua opinião acerca da peça ou as suas expectativas para esta.

Por Beatriz Tavares

“72 Seasons”: Metallica anunciam novo álbum e digressão mundial com um single surpresa

Fotografia de Tim Saccenti, disponibilizada por Q Prime.

Os Metallica vão lançar um novo álbum em 2023. “72 Seasons” será acompanhado por uma digressão mundial, que não tem data em Portugal. O último single da banda intitula-se “Lux Æterna”.

Os Metallica anunciaram hoje (segunda-feira) um novo álbum. “72 Seasons” foi apresentado através do single “Lux Æterna“, que já tem videoclip disponível:

A banda norte-americana vai também numa digressão mundial que para já não tem data marcada para Portugal. Relembre-se que o último concerto dos Metallica em Portugal foi em julho deste ano, no festival NOS Alive.

O 11º álbum de estúdio, sucessor de “Hardwired… to Self-Destruct” de 2016, será editado a 14 de abril de 2023. O alinhamento do álbum já é conhecido, sendo composto por 12 canções inéditas:

72 Seasons
Shadows Follow
Screaming Suicide
Sleepwalk My Life Away
You Must Burn!
Lux Æterna
Crown of Barbed Wire
Chasing Light
If Darkness Had a Son
Too Far Gone?
Room of Mirrors
Inamorata

O álbum conta com alguns colaboradores recorrentes da banda que celebra 41 anos no próximo ano. O álbum conta com produção de Greg Fidelman (juntamente com Lars Ulrich e James Hetfield, bateria e guitarra) e com design de David Turner, com a capa já divulgada

Capa de “72 Seasons” de Metallica | David Turner, disponibilizado por Q Prime

Sobre o título do álbum, James Hetfield esclareceu que está relacionado com “os primeiros 18 anos das nossas vidas”. “O conceito de que os nossos pais nos dizem quem somos. Uma possível classificação redutora de que tipo de personalidade somos “, continuou o membro fundador.

A digressão mundial conta com 46 “concertos únicos” em 22 cidades. Os Metallica vão tocar duas vezes em Madrid, no Estadio Cívitas Metropolitano, a 12 e 14 de julho de 2024.

“72 Seasons” já está disponível para pré-reserva em várias versões.

O que acha do novo single? Alguma correção? Deixe-nos saber através do email.
Ou visite o site e deixe um comentário: pedreda.com 

Artigo por João Pedreda
Baseado principalmente no comunicado de imprensa da Q Prime.
Imagens disponibilizadas para fins editorias por Q Prime.

Jornalista da BBC agredido por polícia chinesa durante protestos em Shanghai

O jornalista da BBC, Ed Lawrence, foi detido e “espancado” por autoridades chinesas este domingo, no decorrer dos protestos em Shanghai sobre as políticas de zero casos de covid.

A BBC veio confirmar que durante o relato dos protestos em Shanghai, um dos seus jornalistas foi preso pelas autoridades e detido por várias horas, durante as quais foi agredido e pontapeado pelos oficiais. A emissora está “extremamente preocupada” com o tratamento que o jornalista recebeu e como tudo isto “aconteceu enquanto o mesmo trabalhava como jornalista credenciado”.

«É muito preocupante que um dos nossos jornalistas tenha sido atacado desta forma durante o desempenho das suas funções.»

Ed Lawrence foi, entretanto, libertado, mas a BBC comentou que não recebeu qualquer tipo de comunicado oficial ou pedido de desculpa por parte da polícia chinesa, exceto uma posterior declaração após a libertação do jornalista a afirmar que a detenção ocorreu para sua própria segurança, no caso de contrair covid-19 no meio da multidão.

A inquietação da população chinesa relativamente às restrições do covid-19 tem vindo a agravar-se. Os protestos na cidade foram despoletados por um incêndio na província de Xinjiang que resultou na morte de dez pessoas que se encontravam confinadas no seu apartamento devido às políticas de zero casos de covid-19.

Vários vídeos e imagens circularam nas redes sociais a mostrar o que decorria durante a revolta na cidade, e muitos não escaparam à detenção flagrante de Ed Lawrence.

Joana Vale

up202106078@gmail.com

Trabalhadores no Catar. Fotografia: Ali Haider

“Violações persistentes e generalizadas dos direitos trabalhistas” da Copa do Mundo, no Catar

Novo relatório emitido por um grupo dos Direitos Humanos confirma exploração aos trabalhadores nas obras para a Copa do Mundo no Catar.

No dia 10 de novembro (2022), foi lançado um novo relatório por parte do grupo de direitos humanos Equidem, afirmando exploração trabalhista na Copa do Mundo no Catar. O grande número de imigrantes já levantava suspeitas consoante à constante violação dos direitos humanos feita pelas políticas da sede da Copa.

Desde que o Catar foi o país escolhido para receber o Mundial de Futebol, existiram várias críticas sobre o desrespeito aos direitos humanos, em suma, os direitos das mulheres e da comunidade LGBTQIA+. Mas, através desta investigação também foi afirmado a ocorrência de “Violações persistentes e generalizadas dos direitos trabalhistas”.

De acordo com a organização Amnistia International, 1,7 milhões de trabalhadores sofreram abusos, exploração e em alguns casos, trabalho forçado na preparação do Mundial. Falha no cumprimento de direitos, grandes cargas horárias, má remuneração e abusos psicológicos tornaram da Copa, um pesadelo na vida destes trabalhadores.

Trabalhadores no Catar. Reprodução/BBC

Após entrevistarem dezenas de trabalhadores para investigação do caso, foi relatado discriminação pela nacionalidade em 47% desses funcionários. Baseada nessa xenofobia, relatam terem ameaçados e sido forçados a trabalhar. “ Apesar dos riscos extremos para a sua saúde e segurança […], relataram que não receberam licença médica e foram forçados a trabalhar doentes e exaustos sob ameaças de rescisão”, afirma o relatório.

Para além das condições precárias de trabalho, a remuneração não era feita de maneira correta. Dos entrevistados, 9 dos 60 trabalhadores relataram salários e benefícios não pagos (15%). Mesmo com o governo do Catar introduzindo nos últimos anos reformas trabalhistas (incluso a introdução de um salário mínimo), houve uma falha significativa na implantação do mesmo.

“Certa vez, quando estava no trabalho, fiquei muito cansado e precisei fazer uma pausa. O chefe do acampamento veio até mim e ameaçou cortar meu salário por dois dias. Ele até ameaçou me mandar de volta para casa”, descreve trabalhador de origem indiana que prefere não se identificar.

De acordo com o governo do Nepal, mais de 2 mil operários nepaleses morreram durante o período de obras para a copa no Catar. As famílias das vítimas ficam sem satisfação sobre as mortes, e muito menos indemnização.

Com o objetivo de impedir denuncias, a organização da infraestrutura do evento, retiraram os trabalhadores do estádio durante a inspeção da FIFA. 

Em reação, segundo o jornal Daily Mail, a organização da Copa afirma que este relatório é “completamente desequilibrado”, e que representa uma “narrativa unilateral”.

Por Igor Fernandes.

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Nan Goldin, fotografa e cineasta, honrada pela Universidade Lusófona do Porto

A fotógrafa e cineasta Nan Goldin, uma artista impulsionadora da fotografia contemporânea, recebe honoris causa pela Universidade Lusófona do Porto e ainda dará duas marterclasses, a primeiro no Porto e a segunda em Lisboa.

A fotógrafa é um dos expoentes máximo da fotografia contemporânea. Foto: Wikimedia Commons

A Nan Goldin estará hoje (28 de novembro) no Porto para receber a honoris causa, no âmbito do douturamento em Comunicação e Ativismo, durante a 12º edição do Multiplex, festival de cinema da Universidade Lusófona do Porto. A cerimónia terá lugar às 17h00 na Universidade, sujeita a convite. Além disso, o programa contempla marterclasses.

Segundo o Teatro Nacional São João, a masterclass do Porto acontece no dia 29, às 15h. A entrada é gratuita, sujeita à lotação da sala. Já a de Lisboa decorre no dia 5 de dezembro, desta vez, na Universidade Lusófona de Lisboa, de acordo com o Departamento de Cinema e Arte dos Media.

O festival de cinema decorre nos dias 29 e 30 de novembro e terá um ciclo retrospetivo da obra da artista, numa parceria com o Teatro Municipal do Porto de Rivoli. O programa de cinema, de entrada livre, inclui cinco títulos da sua obra: Fire Lap (2011), The Ballad of Sexual Dependency (1986) são exibidos no dia 29, com a presença da artista. E no dia 30, acontecerá uma sessão tripla com Sirens (2019-2020), The Other Side (1994-2019) e Memory Lost (2019-2021).

Depois de 20 anos, a artista regressa ao Porto, onde, em 2002, fez um exposição “Ainda na Terra” em Serralves.  Fotografa contra o medo, uma forma de evitar a perda é assim que descreve as suas obras.

A sua arte é autobiográfica e representa vivências e momentos com os seus amigos e família. Pioneira no tratamento de temas sociais e liberta-se dos tabus da sociedade, passa por uma autobiografia e documentário da sociedade que rodeia a artista. Desta forma mostra o cenário do new-wave pós-punk, a comunidade LGBTQI+ e subculturas, marcando o aparecimento do HIV e o consumo de drogas.

Ativista e defensora dos direitos humanos, mostra, desde os anos 70, particularmente em Nova Iorque, que para falar da sociedade contemporânea é necessário falar de sexualidade, de desejo, de amor e de comunidades. A obra de Goldin mais conhecida é The Ballad of Sexual Dependency (1980-1986).

A fotografa já foi também distinguida com a Medalha da Ordem das Artes e das Letras, em 2006, pelo Governo Francês. Em 2018, recebeu a Centenary Medal da Royal Photographic Society.

O documentário “All Beauty and the Bloodshed”, de Laura Poitras, que retrata o trabalho de Nan Goldin, foi contemplado com o Prémio Leão de Ouro, prémio máximo do festival, no passado mês de setembro.

As obras da artista estão expostas no Museum of Modern Art (MoMA) e no Metropolitan Museum, em Nova Yorke; no Museum of Contemporary Art e no Getty Museum, em Los Angeles; no Art Institute de Chicago; na National Gallery, em Camberra; no Tate Modern, no Reino Unido e, no Centre Georges Pompidou, em França.

Para qualquer dúvida, envie e-mail: up202106310@up.pt ou visite o site.

Nádia Neto I up202106310 I turma 2

“O Feiticeiro de Oz no gelo” finalmente chega ao MARshopping

Fonte: Revista “Miúdos e Graúdos”

Um espetáculo único e mágico, ideal para a época Natalícia, une em força a dança, patinagem no gelo, música e teatro, tornou-se ainda mais especial pois esta edição conta com a participação especial de Miguel Cristovinho (D.A.M.A) e Rita Redshoes.

Após a sua apresentação, em Lisboa, em 2019, “O Feiticeiro de Oz no Gelo” chega este ano ao Marshopping em Matosinhos, pode contar com a sua presença desde 26 de Novembro até 8 de Janeiro de 2023.

Após o último par de anos não ter sido o mais favorável para unir toda a família e amigos, devido a Covid-19, este ano junte todos num momento especial em plena época natalícia para assistir a um programa que une música, dança e teatro desempenhado no gelo, algo incrível e mágico para todos nesta que é a altura mais mágica do ano.

 

Produzido pela AM Live, esta edição de “O Feiticeiro de Oz no Gelo” conta com um twist à história original, algo exclusivo com o Marshopping Matosinhos, segundo a organização. Além do novo guião, novo cenário e desenho de luz o espetáculo conta ainda com uma panóplia de nomes conhecidos pelo público em geral.

Fonte: “Stars Online”

Poderemos contar com artistas como Miguel Cristovinho (D.A.M.A) e Rita Redshoes, ambos a estrear-se no mundo da representação. Deste elenco ainda fazem parte muitos outros artistas, entre um misto de atores, cantores e patinadores profissionais, tais como: 

  • Nuno Martins;
  • Inês Ramos;
  • Sofia Santos Silva;
  • Filipa Saavedra;
  • Ricardo Ferreira;
  • Luís Duarte Moreira;
  • Tiago Garrinhas;
  • Filipe Galego e Diogo Craveiro, ambos patinadores internacionalmente premiados.

Um pequeno vislumbre do espetáculo que não pode perder, esta história baseia-se numa jovem menina aterra de uma forma nada convencional e embarca numa grande aventura para chegar ao misterioso Feiticeiro, tudo isto com um rinque de gelo a servir de cenário. 

Fonte: “leça da palmeira”

 

“Um glamoroso musical sobre o gelo, onde não faltará um espantalho desmiolado, um leão com falta de confiança, um homem de lata altamente romântico e duas bruxas [uma boa e outra má]. (…) Nesta epopeia hilariante sobre amizade, iremos descobrir a importância do amor-próprio”, destaca a nota de imprensa.

 

Onde: AM Arena – Mar Shopping Matosinhos, Av. Dr. Óscar Lopes, Matosinhos

Mais informações, bilhetes e calendário: “O Feiticeiro de Oz no Gelo”

Fonte que serviu de base: *Porto Secreto 

Nome: Maria Beatriz Teixeira – up202103703

 

 

Walking Art Maps: caminho para a arte

A exposição Walking Art Maps – As Belas Artes e a Cidade encontra-se a decorrer até dia 14 de janeiro de 2023, no Pavilhão de Exposições da Faculdade de Belas Artes de Universidade do Porto (FBAUP) e numa plataforma online de apoio à exposição.

Derivada à comemoração dos 35 anos do programa Erasmus+, a exposição Walking Art Maps – inaugurada no passado dia 26 de outubro – estende a sua exibição até dia 14 de janeiro de 2023. As peças de arte expostas encontram-se espalhadas pela cidade do Porto e podem ser facilmente encontradas em espaços públicos e privados.

O público alvo são os estudantes internacionais e, claro, todos os que procuram conhecer um pouco mais da vertente artística da cidade invicta. O fator diferenciador desta exposição prende-se com a existência de uma plataforma online, onde é possível encontrar um total de 6 percursos repletos de arte e desenhados de forma a que o visitante descubra obras de artistas, arquitetos e designers de várias gerações das Belas Artes do Porto. Estes 6 itinerários atravessam alguns dos mais emblemáticos lugares do Porto e proporcionam uma experiência única a quem os deseja seguir. Para além disso, o projeto torna-se ainda mais dinâmico ao convidar todos os participantes a utilizar o hashtag #asbelasasrteseacidade como forma de partilhar das suas descobertas.

A Walking Art Maps está aberta ao público entre terça-feira e sábado, das 14h00 às 18h00 e de segunda-feira a sexta-feira , entre as 10h00 e a 13h00. Contudo, necessário fazer uma marcação antecipadamente através do correio eletrónico do museu da FBAUP – museu@fba.up.pt. Aproveite, a entrada é livre!

Pavilhão de Exposições da Faculdade de Belas Artes de Universidade do Porto – Avenida Rodrigues de Freitas, 265 4049-021 Porto

Marta Marques

Fonte primária: https://noticias.up.pt/eventos/walking-art-maps-exposicao/