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Presidenciais 2021: Conheça os pré-candidatos a Belém

Com o mandato de Marcelo Rebelo de Sousa a chegar ao fim e com as eleições presidenciais a realizarem-se em janeiro do próximo ano, são já conhecidos alguns nomes de candidatos à Presidência da República.

Palácio de Belém – Fonte: https://www.presidencia.pt/?idc=15

As eleições destinadas à escolha do/a Presidente da República irão realizar-se a 24 de janeiro de 2021 e causam já um grande impacto mediático em Portugal. Apesar de o atual Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa, ainda não ter confirmado formalmente a sua recandidatura, espera-se que o faça num futuro próximo. Por isso mesmo, os restantes candidatos concorrem contra uma figura emblemática, e cada um deles demarca a importância da sua candidatura.

Ana Gomes

Após ter confirmado, em declarações ao Jornal Público, de que seria candidata à Presidência da República, Ana Gomes anunciou oficialmente a sua candidatura a 10 de setembro de 2020. Nesse dia, a ex-eurodeputada do PS justificou as razões que a levaram a tomar a decisão, tecendo críticas ao próprio partido por não ter avançado com nenhum candidato.

“Durante meses e meses, esperei que o meu partido apresentasse um candidato, saído das suas próprias fileiras. O Presidente da República não é eleito para governar, mas a Constituição atribui-lhe um papel vital no equilíbrio do sistema político e partidário. Cabe-lhe defender a Constituição”, admitiu a candidata, acrescentando que não aceita a desvalorização de um ato tão significante como a eleição para a Presidência da República.

Apesar de fazer um balanço positivo ao mandato de Marcelo Rebelo de Sousa, Ana Gomes havia já criticado o presidente da República por ser um “candidato do regime” que irá “polarizar” a sociedade e “facilitar a vida dos extremos”. Ainda assim, afirma que não se candidata contra ninguém, mas sim pelos portugueses.

Com uma candidatura que conta já com o apoio do PAN, Ana Gomes refere que uma marca da sua campanha é a transparência, afirmando que é algo de que os portugueses precisam.

André Ventura

O presidente e deputado do partido Chega, André Ventura, foi o primeiro a anunciar a candidatura à presidência da República. O anúncio foi feito através de um vídeo enviado aos dirigentes e militantes do partido divulgado, posteriormente, pela TVI.

Fonte do vídeo: https://tvi24.iol.pt/politica/08-02-2020/andre-ventura-anuncia-candidatura-as-presidenciais

Assumindo-se como “anti-sistema”, afirma ser o oposto de Marcelo Rebelo de Sousa, a quem condena o silêncio acerca de “assuntos que são caros ao Chega”, referindo, por exemplo, o combate à corrupção, as condições de trabalho das forças de segurança e as dificuldades do Ministério Público na investigação de políticos.

“Sabemos que ganhar é praticamente impossível, mas podemos travar uma luta histórica contra o sistema. O meu primeiro objetivo é expor a podridão deste sistema. Mais do que ganhar, interessa-nos que os portugueses fiquem a saber quão mal está o seu sistema democrático e o seu sistema social”, afirmou Ventura.

Marisa Matias

Foi a 9 de setembro de 2020 que Marisa Matias anunciou a sua candidatura, junto de profissionais do combate à pandemia. A deputada pelo Bloco de Esquerda concorre, assim, pela segunda vez à presidência da República, tendo a primeira sido em 2016, onde foi a mulher mais votada de sempre em presidenciais.

Marisa Matias esclarece que se candidata, desta vez, para fazer uma “campanha contra o medo”, afirmando que vai à luta pelas suas ideias, “ao lado de quem não desiste de Portugal”. Feminista e ambientalista, salienta que “se alguma coisa devemos fazer na política, é dar voz a quem não a tem.”

A eurodeputada assume-se como “a candidata frente a frente com Marcelo Rebelo de Sousa”. Critica a postura do presidente, que “quer um regime político assente em mais do mesmo”, salientando a importância de um combate à pandemia justo e que acabe com os privilégios. “Ele aceitou um regime financeiro que se foi esvaindo em privatizações e negócios, eu quero uma banca pública de confiança; ele quer um sistema de saúde concedido em parte a hospitais privados, eu quero um Serviço Nacional de Saúde de qualidade para todos porque sei que, quando o comércio entra na Saúde, são os que menos têm que ficam a perder”, afirmou.

De cravo na mão e num discurso que defende a igualdade e a liberdade, Marisa Matias reconhece que “a República é a terra de mulheres e homens, de crianças e adultos, de brancos e negros, de imigrantes e emigrados, sem discriminações, sem intolerância, sem perseguições”.

João Ferreira

O Partido Comunista Português (PCP) anunciou em setembro a candidatura do eurodeputado  João Ferreira à Presidência da República, tendo esta sido aprovado por unanimidade.  Jerónimo de Sousa, deputado na Assembleia da República pelo PCP, afirma que esta é “uma candidatura para ir até ao fim”, acrescentando que “é necessária, indispensável, insubstituível”.

“Façamos desta candidatura parte da luta pela mudança que desejamos para as nossas vidas, da mudança que Portugal precisa”, anuncia João Ferreira na declaração da candidatura. Também este candidato critica a postura do atual Presidente da República, defendendo que este falhou nos “afectos aos trabalhadores”, nomeadamente na defesa dos seus direitos e na valorização dos seus salários.

João Ferreira concorre, assim, à Presidência da República, numa luta pelos jovens, pelos trabalhadores e pelos mais desfavorecidos, “comprometido com os interesses do povo e não com os interesses dos grandes grupos económicos e financeiros”.

Tiago Mayan

O advogado e político Tiago Mayan Gonçalves concorre à presidência da República como o “primeiro candidato genuinamente liberal”. Fundador da Iniciativa Liberal, conta com o apoio desse mesmo partido.

Fonte do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=MuMLqZ5Jmtc

O advogado quer ser uma alternativa, não só para os liberais, mas também para quem não se revê em Marcelo Rebelo de Sousa: “Sou candidato contra o populismo, contra o controlo pelo governo da economia e dos media”, revela.

Mayan assegura que é um cidadão comum, “farto da bolha em que o sistema político vive, alheado da vida dos portugueses” e, se for presidente, garante que nunca irá mentir ao povo português. “Do Porto para o país, sou o candidato liberal à presidência da república”: É com esta afirmação e ao relembrar a Revolução Liberal, que ocorreu no Porto há 200 anos, que Tiago Mayan Gonçalves termina o vídeo de apresentação da sua candidatura, divulgado nas redes sociais.

Vitorino Silva

Mais conhecido por “Tino de Rans”, Vitorino Silva concorre pela segunda vez a Belém. Natural da freguesia de Rans, em Penafiel, onde foi presidente da Junta de Freguesia, é “o calceteiro mais famoso do país“.

O presidente do partido RIR – Reagir Incluir Reciclar, tem como objetivo superar a votação de 2016, onde conseguiu 152 mil votos. “Eu fiquei contente, ao ver as pessoas felizes. Quando passam por mim, abraçam-me e dizem-me ‘Tino, tu ganhaste’ e eu só tive 150 mil votos”, confessa o candidato, ao relembrar as eleições passadas.

Vitorino Silva afirma que a sua candidatura tinha de acontecer, pois tem grande respeito pelo povo e pelos seus eleitores, que não merecem ser abandonados. “Uma das razões para ser candidato é combater os populismos” e “combater a abstenção”. Por isso, manifesta a sua preocupação relativamente à data das eleições presidenciais, por se irem realizar em janeiro, onde “o frio é de rachar”, quando vivemos um cenário pandémico e os idosos estão “frágeis e com muito medo”. O candidato defende que é um risco e que as eleições deviam ser adiadas para uma altura mais segura.

Bruno Fialho

Bruno Fialho, líder do PDR, Partido Democrático Republicano, apresentou a sua candidatura em julho deste ano. O advogado e empresário revê-se em Ramalho Eanes, considerando-se “um moderado que é contra os radicalismos”.

Identifica-se como o candidato mais ao centro, sendo o PDR um partido “centro-progressista”: “Eu pretendo ser um candidato efetivamente de todos os portugueses e abrangendo todas as ideologias políticas, já que até sou candidato do centro, um centro que abrange toda e qualquer posição, desde que seja a mais correta a ser aplicada em determinado momento”, mencionou, em declarações à Agência Lusa.

 

 

Saiba mais acerca do tema em https://www.jpn.up.pt/tag/eleicoes-presidenciais/

Artigo escrito por Helena Lima

Presidenciais 2021: Marcelo Rebelo de Sousa vence as eleições com 60,7% dos votos

As eleições portuguesas realizadas no último domingo, 24 de janeiro, para decidir o presidente da República de Portugal pelos próximos cinco seguintes teve como resultado a reeleição do atual presidente, Marcelo Rebelo de Sousa.

 

Neste domingo, 24 de janeiro, foi reeleito como presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa. O atual presidente aparecia nas recentes pesquisa na liderança dos votos mas estava em disputa com Ana Gomes e André Ventura que se encontravam em seguida na intenção de votos dos portugueses segundo a sondagem do ISCTE/ICS para o Expresso. Tal como já era esperado, Marcelo Rebelo venceu com 60,7% dos votos.

(fonte: Lusa)

No total o presidente teve 2.533.799 voto mas a abstenção com votos contados foi de 60.5%, acima do recorde de 2011 com 53,48% e também nas eleições de 2016 na primeira eleição de Marcelo Rebelo com 51,17% dos portugueses. Caso também deve ser levado em consideração por conta da atual situação da pandemia no país, que tem apresentado recorde de casos e passa por um lockdown novamente.

Em seu discurso após a confirmação de sua vitória Marcelo disse “Temos de reencontra o que ficou perdido. Fazer esquecer as xenofobias, as exclusões e, os medos. Temos de valorizar as inclusões, os afetos, as cidadanias.”

Rebelo chegou a sofrer uma queda nas pesquisas especialmente após o agravamento da pandemia do covid-19 e Portugal. Mas sua promessa de transformar o combate ao coranavírus uma prioridade máxima ganhou o voto de confiança dos portugueses.

 

Clara Araújo Ferreira Cavalcanti – Turma 2

Festivais de música durante a pandemia do covid-19: alternativas e reinvenções

Com a pandemia do covid-19 as lives musicais ganharam grandes adeptos durantes o período de confinamento. Com o objetivo de  gerar conteúdo e por necessidade mercadológica, os festivais musicais também para a se reinventarem e aderiram a alternativa das transmissões ao vivo.

Para amantes de música os festivais são uma grande atração e. Porém, em tempos de pandemia vários festivais não tiveram outra opção a não ser cancelar a edição do ano ou então adiá-la. No entanto, a pandemia mostrou novas formas de se estar em contato com os artistas que gostamos durantes os meses de confinamento. Por meio de milhões de acessos, as aglomerações aconteceram online e em vários canais do YouTube como forma de não parar o mundo do entretenimento. A popularização das lives gerou uma reação em cadeia que em certo momento, passou por afetar também os festivais de música.

Tomorrowland

Tomorrowland é um festival de música realizado anualmente. Sua edição original é sempre realizada na cidade de Boom na Bélgica. O festival é conhecido por reunir fãs da EDM de todos os países durante os shows, porém com a edição de 2020 programada para julho a produtora do evento não pode realizá-lo.

(tomorrowland.com)

A solução que a produtora do evento encontrou para não parar totalmente com as produções durante a ainda presente pandemia do covid-19 foi a realização de um festival 100% digital na noite de virada para o ano de 2021. Assim, o festival online reuniu mais de 20 artistas do estilo EDM como o Martin Garrix e David Guetta com o intuito de gravarem os seus sets e transformarem suas performances para as transmissões digitais que ocorreram no dia 31 de dezembro do ano passado. A empresa cobrou um ingresso para o acesso as transmissões dos shows por completo, mas em um valor simbólico de apenas 10 euros por pessoa.

Afropunk

O Afropunk Festival é um festival de música realizado no Brooklyn na cidade de Nova Iorque, Estados Unidos, durante 3 dias. O festival inclui música ao vivo, filmes, moda e arte produzida por artistas negros. Neste ano tão atípico assim como o Tomorrowland, o Afropunk anunciou a realização de seus shows de forma inteiramente virtual. O Planet Afropunk , como foi nomeado o evento, foi realizado em uma transmissão de 3 dias , de 23 a 25 de outubro de 2020 e contou com atrações musicais, palestras, galerias de arte e muito mais. Além de, possuir um line-up diversificado com artistas brasileiros e internacionais como Ari Lennox e Tiwa Savage. O evento foi gratuito sendo somente necessário se inscrever para garantir uma vaga na transmissão.

https://www.youtube.com/watch?v=dPK6du1Cpb0

 

Clara Araújo Ferreira Cavalcanti – Turma 2

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Apreendidos em Peniche 169 quilos de pescada imatura

Foram apreendidos ontem na localidade de Baldeal 169 quilos de pescada imatura

No dia de ontem (domingo), foi realizada pela Unidade de Controlo Costeiro da GNR, a apreensão da pescada fresca imatura com um valor estimado de 1690 euros através do Subdestacamento de Controlo Costeiro de Peniche de acordo com que o anunciou hoje o organismo.

Ao identificar um individuo na posse de pescada branca que não atingia o tamanho mínimo exigido as autoridades elaboraram o respetivo auto de contraordenação cuja coima pode atingir um valor de 37.500 euros.

O pescado apreendido foi sujeito a inspeção higiossanitária e, por ainda se encontrar próprio para consumo, foi doado a instituições de solidariedade locais.

A GNR alertou (ver comunicado) que um dos fatores de gestão sustentável do pescado é o respeito das medidas mínimas de captura, cujo objetivo é melhorar a rentabilidade potencial do recurso.

 

Clara Araújo Ferreira Cavalcanti – Turma 2

Cancelamento de festivais em 2020 gera perda significante à economia Portuguesa.

Estima-se que a queda de receita frente aos festivais cancelados diminuiu a receita em 80% se comparado a 2019.

Paul Underhill © 2011

Segundo a Associação Portuguesa de Festivais de Música (ARPOFEST), o cancelamento dos festivais de verão de 2020 por conta da pandemia de COVID-19 fez com que a economia portuguesa perdesse 1,6 mil milhões de euros.

Em 2019, os 287 festivais de verão que acontecem em Portugal, geraram à economia portuguesa uma receita de 2 mil milhões de Euros. Já em 2020, esta receita não passou dos 400 Milhões de Euros.

Para 2021, alguns grandes festivais já apresentaram data, como o MEO Sudoeste, que tem data prevista para acontecer nos dias 3, 4, 5, 6 e 7 de agosto. Porém, com o aumento significante dos casos de COVID-19 no início deste ano, e as regras de confinamento mais rigorosas, o futuro continua um tanto quanto incerto para os organizadores.

 

Diogo Ventura.

Festival Villa Mix Brasília foi adiado

Devido a pandemia o festival de música sertaneja Villa Mix teve sua edição em Brasília adiada.

Cartaz festival Villa Mix Brasília 2020

Com a pandemia de covid19, o mundo todo precisou tomar medidas para tentar frear a contaminação e a principal medida e o menor contato possível entre as pessoas, com isso as aglomerações não podem acontecer, tornando impossível a realização de um grande festival de música.

No Brasil, os festivais foram cancelados seguindo as recomendações, como é o caso do Villa Mix, o maior festival de música sertaneja do Brasil. Como mostra na nota da organização do evento.

“Em respeito às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e Ministério da Saúde do Governo Federal decorrentes da pandemia COVID-19, informa o adiamento da edição do Villa Mix Festival em Brasília que estava programado para o dia 25 de abril de 2020 no estacionamento do Estádio Nacional Mané Garrincha”

Com a esperança da melhora a organização não reembolsou os ingressos, e os ingressos terão validade para o próximo evento que segundo a lei tem que ser realizado no período de um ano, caso passe esse período.

Video produzido pelo Villa Mix, Carta aberta Villa MIx Festival.

 

Pedro Birbeire Machado

Presidenciais 2021, conheça os candidatos

Sete candidatos as presidenciais de Portugal, incluindo o atual presidente Marcelo Rebelo de Sousa, que lidera as pesquisas.

Marcelo Rebelo de Sousa.@ Global Imagens

Domingo 24 está marcada as presidenciais de Portugal, os portugueses têm sete opções para decidir quem assumirá Belém pelos próximos 5 anos. Incluindo o atual presidente que está liderando com folga as pesquisas.

Candidatos

Tiago Mayan Gonçalves

Tiago tem 43 anos, e candidato do partido Iniciativa Liberal, no qual já foi presidente. Nasceu no porto e cursou advocacia, mas nos últimos anos se dedicou a política, lançou sua candidatura em 25 de Julho de 2020.

João Ferreira

João Ferreira tem 42 anos, é candidato pelo PCP. Formado em biologia João entrou na política, hoje ocupa o cargo de eurodeputado e vereador em Lisboa. Anuncio sua candidatura em 12 de Setembro de 2020.

Ana Gomes

Ana Gomes tem 66 anos, é apoiada pelo partido PAN e Livre. Ana tem uma vasta vida política, é diplomata e já foi eurodeputada. Anunciou sua candidatura em 8 de Setembro de 2020.

André Ventura

André Ventura tem 37 anos, é presidente do Chega partido de extrema direita. André é formado em direito, é professor universitário e eurodeputado. Anunciou sua candidatura em 29 de Fevereiro de 2020.

Vitorino Silva

Vitorino Silva tem 49 anos, é apoiado pelo RIR partido que criou. Vitorino é calceteiro, foi candidato nas últimas eleições presidências. Anunciou sua candidatura em 13 de Setembro de 2020.

Marisa Matias

Marisa Matias tem 44 anos, é apoiada pelo BE. Marisa é socióloga, está no terceiro mandato como eurodeputada e foi candidata a presidente nas últimas eleições ficam em terceiro lugar. Anunciou sua candidatura em 09 de Setembro de 2020.

 

Marcelo Rabelo de Sousa

Marcelo tem 72 anos, é o atual presidente. Formado em direito, é professor universitário, e tem uma longa carreira política, foi presidente do PSD, deputado, presidente das assembleias de Cascais e Celorico de Bastos, ministro dos assuntos parlamentares e presidente. Em 2016 Marcelo foi eleito com 52% dos votos e é favorito paras presidências de 2021. Anunciou sua candidatura dia 07 de Dezembro de 2020.

Para confirmar sua escolha ou se ainda não estiver definida a RTP disponibilizou o link do debate completo com todos os candidatos. Debate

Pedro Birbeire Machado

Festivais de verão já têm datas para 2021

Afronation, Meo Sudoeste, Sumol Summer Fest e Super Bock Super Rock são alguns dos festivais que já têm data marcada.

A 26 de maio de 2020, o Presidente da República promulgou o decreto que ditava o cancelamento de eventos musicais que não tivessem lugares marcados, até 30 de setembro. A única opção que os festivais de verão encontraram foi o adiamento do evento para o ano seguinte.

Com a vacina a chegar a Portugal já em janeiro de 2021, espera-se que no verão desse mesmo ano os convívios sejam mais frequentes e possíveis. Assim, festivais como o Afro Nation, Meo sudoeste,  Rolling Loud , NOS Alive, Super Bock Super e  Rock In Rio já começam a divulgar as (re)confirmações para o próximo ano:

Afro Nation- O maior festival de Afrobeats do mundo

  • 1-3 julho 2021

O Afro Nation é um festival de verão português de Afrobeats, hip-hop, dancehall, bashment e R&B que tem lugar na Praia da Rocha, a sul de Portimão.

Foto de divulgação

 

No seguimento do adiamento da edição de 2020 para o mês de julho de 2021, o Afro Nation prepara-se para para voltar à costa portuguesa para outro fim de semana na companhia de alguns dos maiores artistas de urban music. Em 2021, prevê-se que o cartaz do Afro Nation vá contar com espetáculos de Chris Brown, Megan Thee Stallion, Burna Boy, Wizkid, Skepta, Davido, French Montana e de muitos outros.

 

 

 

O Meo Sudoeste volta a ocupar a Herdade da Casa Branca na Zambujeira do Mar nos dias 3, 4, 5, 6 e 7 de agosto. O festival apresentou como cabeças de cartaz o grupo eletrónico, Major Lazer, as estrelas de reggaeton Bad Bunny e Ozuna e o cantor britânico, Lewis Capaldi. A música em português fica a cargo de Profjam, Bispo e Deejay Telio.

Foto de divulgação

O Rolling Loud, denominado como “maior festival de hip-hop do mundo” já anunciou que nos dia 6, 7 e 8 de julho a Praia da Rocha em Portimão recebe a estreia deste festival na Europa. A organização garantiu o mesmo cartaz de 2020 para este ano, contando com nomes como ASAP Rocky, Future e Wiz Khalifa.  As expectativas em torno do festival são tão altas que a organização adicionou novas datas (9 e 10 de julho), encabeçadas por Travis Scott, Cardi B e o britânico Stormzy.

 

Nos Alive – 7, 8, 9, 10 de julho

O NOS Alive é dos maiores festivais do país, que tinha já grandes nomes confirmados para 2020, daí a grande ânsia por parte dos fãs do festival  em saber se ou quando este se iria realizar. Tal como aconteceu com os vários festivais de verão, já se esperava que o Nos Alive fosse remarcado para o ano de 2021. O Presidente da Câmara Municipal de Oeiras afirma que “tem de se continuar a programar e a trabalhar, mas naturalmente que há determinados eventos, que por razões que têm a ver com os cuidados e a prudência que se tem que tomar, no que diz respeito aos ajuntamentos, que com certeza não se podem realizar. Há grandes festivais que não se vão realizar”, em declarações à Rádio Renascença.

O Super Bock Super Rock já anunciou que a 26º edição do festival ocorre entre 15 e 17 de julho e tem como cabeça de cartaz o rapper ASAP Rocky, o grupo Brockhampton e Boy Pablo. A música portuguesa está representada pelo Slow J que atua na praia do Meco no dia 16.

Rock In Rio Lisboa – 19, 20, 26 e 27 de junho

Tal como outros grandes festivais que marcam o panorama musical português há já vários verões, também a 9ª edição do festival Rock in Rio teve de ser adiada devido à pandemia da Covid-19. Rock In Rio é reconhecido por todos os anos trazer a Portugal grandes artistas que são, de certa forma, do mundo, por terem um percurso internacional tão relevante. Para esta 9ª edição, o festival aposta em nomes como Black Eyed Peas, Foo Fighters, Post Malone e Anitta.

 

Marcila Moreno

 

Sondagens apontam para vitória à primeira volta de Marcelo

 

As sondagens apresentadas ontem às 20h pela RTP, SIC e TVI apontam para uma vitória de Marcelo Rebelo de Sousa nas presidenciais de hoje, com a socialista Ana Gomes em segundo e André Ventura, do Chega, em terceiro.

Se as eleições presidenciais tivessem sido realizadas entre 11 e 14 de janeiro, Marcelo Rebelo de Sousa teria 63% dos votos, de acordo com a sondagem da Universidade Católica para o Público e a RTP, que reuniu 2001 inquéritos válidos por chamada de telemóvel. Uma vitória que dispensaria uma segunda volta, apesar de o presidente candidato ter perdido cinco pontos face à anterior sondagem, de dezembro.

Em segundo lugar surge Ana Gomes, com 14%, mais um ponto percentual do que em dezembro e quatro de vantagem sobre André Ventura, que tem 10% . Enquanto Ana Gomes vai buscar o apoio a eleitores de vários partidos (28% dos votantes no PAN, 24% dos bloquistas, 18% entre socialistas, 16% dos comunistas e até 10% entre liberais), André Ventura é sobretudo o candidato do Chega (86% dos que votam neste partido), tendo ainda 14% dos apoiantes do CDS, 7% entre eleitores do PAN e 6% do PSD.

Sondagem RTP:

  • Marcelo Rebelo de Sousa: 57% a 62%
  • Ana Gomes: 13% a 16%
  • André Ventura: 9% a 12%
  • Marisa Matias: 3,5% a 5,5%
  • João Ferreira: 3,5% a 5,5%
  • Tiago Mayan: 3% a 5%
  • Vitorino Silva: 2% a 4%

Sondagem SIC:

  • Marcelo Rebelo de Sousa: 55,5% a 60%
  • Ana Gomes: 13,1% a 17,1%
  • André Ventura: 10,1% a 14,1%
  • João Ferreira: 3,3% a 6,3%
  • Marisa Matias: 2,4% a 5,4%
  • Tiago Mayan: 2,3% a 5,3%
  • Vitorino Silva: 1,3% a 3,3%

Sondagem TVI: 

  • Marcelo Rebelo de Sousa: 56,4% a 60,4%
  • Ana Gomes: 12,2% a 16,2%
  • André Ventura: 9,9% a 13,9%
  • Tiago Mayan: 2,3% a 6,3%
  • Marisa Matias: 2,2% a 6,2%
  • João Ferreira: 2,1% a 6,1%
  • Vitorino Silva: 0,9% a 4,9 %

 

Marcila Moreno

 

Apreendidos em Peniche 169 quilos de pescada imatura

A apreensão da pescada fresca imatura ocorreu ontem (domingo) na localidade de Baleal, no concelho de Peniche. A ação de fiscalização foi levada a cabo pelo destacamento de Controlo Costeiro de Peniche.

As autoridades identificaram um indivíduo na posse de pescada branca que não atingia o tamanho mínimo exigido e elaboraram o respetivo auto de contraordenação, cuja coima pode ascender a 37.500 euros.

O pescado apreendido foi inspecionado pela autoridade competente e, posteriormente, doado a instituições de solidariedade social locais.

No comunicado divulgado, a GNR alerta para a gestão sustentável do pescado, respeitando as medidas mínimas de captura, de modo a melhorar a rentabilidade potencial do recurso.

Marcila Moreno, turma 2