Aquivos por Autor: turma3

Detidos dois militares da GNR de Aveiro

A Polícia Judiciária deteve hoje dois elementos da força policial em Santa Maria da Feira. O comunicado da entidade afirma que os indivíduos são suspeitos de “corrupção, peculato e recebimento indevido de vantagem”.

A investigação tem a colaboração permanente da GNR. No momento, decorre um inquérito no DIAP Regional do Porto.

As autoridades realizaram buscas e os detidos vão ser presentes a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação.

Daniel Henriques, T3

Dois militares detidos por crime de corrupção

A Polícia Judiciária (PJ) fez hoje uma apreensão, realizada no âmbito de um inquérito que corre no Departamento de Investigação e Ação Penal Regional do Porto, e que contou com a participação da GNR.

Em comunicado de imprensa, a policia judiciaria articulada com o comando territorial de Aveiro da GNR, deteve dois militares. Os militares da GNR  detidos hoje por suspeitas de corrupção, de peculato e de recebimento indevido de vantagem ficaram suspensos de funções, decidiu o Tribunal de Instrução Criminal do Porto.

Os detidos, exerciam funções no concelho de Santa Maria da Feira, e vão ser presentes a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação.

A investigação, realizada no âmbito de um inquérito a correr no DIAP Regional do Porto, partiu da participação da Guarda Nacional Republicana, entidade que prestou permanente colaboração nas diligências desenvolvidas.

No âmbito da operação, que decorreu no distrito de Aveiro, foram levadas a cabo diversas buscas domiciliárias e não domiciliárias, afim de serem verificados todos os indícios sobre estes atos criminais.

A GNR adiantou ainda que irá proceder ao levantamento do respetivo procedimento disciplinar inerente a este tipo de situações e reafirma o seu compromisso de tolerância zero a todas as formas de crimes, pautando a sua atuação diária pela prioridade da segurança e da salvaguarda de todos os cidadãos.

 

Pedro Marques

up202103724 – Turma 3

Detidos GNR corruptos em Santa Maria da Feira

Foram hoje detidos pela GNR dois agentes suspeitos de corrupção, peculato, e recebimento indevido de vantagem em Santa Maria da Feira.

A Diretoria do Norte da Polícia Judiciária, numa investigação conjunta com o Comando Territorial de Aveiro da GNR, deteve dois indivíduos por suspeita da prática, entre outros, dos crimes de corrupção, peculato e recebimento indevido de vantagem.

Segundo este comunicado, a operação, decorrente de um inquérito do DIAP Regional do Porto, sucedeu no distrito de Aveiro, e levou a cabo diversas buscas domiciliárias e não domiciliárias.

Os agentes da GNR, que se encontravam a exercer funções no concelho de Santa Maria da Feira, vão ser presentes a interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação.

João Santos turma 3

GNR de Aveiro teve dois dos seus militares detidos

Hoje, em Santa Maria da Feira, acusados de corrupção, foram detidos dois membros da Guarda Nacional Republicana de Aveiro.

Numa operação da Diretoria do Norte da Polícia Judiciária, no âmbito de um inquérito a decorrer no DIAP Regional do Porto e, juntamente com o apoio contínuo do Comando Territorial de Aveiro da GNR, procedeu-se à detenção de dois agentes da Guarda Nacional de Aveiro.

Segundo este comunicado de imprensa da Polícia judiciária, estes indivíduos são suspeitos da prática de corrupção, peculato e recebimento indevido de vantagens, entre outros crimes.

Os detidos, que estavam correntemente a exercer funções em Santa Maria da Feira, serão presentes, primeiramente, a um interrogatório judicial. Depois, já com as medidas de coação apuradas, os militares serão julgados em tribunal.

Este foi o resultado da operação dupla da GNR e da Polícia Judiciária, que contou com diversas buscas, domiciliárias e não domiciliárias e terminou com dois militares da Guarda Nacional Republicana de Aveiro detidos.

 

Íris Nunes Turma 3

PJ detém militares suspeitos de corrupção

Os suspeitos, militares da GNR, foram detidos em Aveiro.

 

A Polícia Judiciária confirmou hoje num comunicado ter detido dois militares da Guarda Nacional Republicana por suspeita de crimes de corrupção, peculato e recebimento indevido de vantagem.

A detenção foi feita em colaboração com o Comando Territorial de Aveiro da GNR, através da Diretoria do Norte, depois de realizada uma investigação “no âmbito de um inquérito a correr termos no DIAP Regional do Porto”.

Os suspeitos estavam destacados no concelho Santa Maria da Feira vão ser agora levados a primeiro interrogatório judicial.

 

Lurdes Maria Rodrigues Simões Turma 3

 

Dois militares da GNR detidos por suspeitas de corrupção

Na sequência de uma operação levada a cabo pela Polícia Judiciária (PJ), em articulação com a GNR, dois militares do Comando Territorial de Aveiro foram hoje detidos por suspeitas da prática dos crimes de corrupção, peculato e recebimento indevido de vantagem.

Uma nota publicada no site oficial da PJ confirma que foram feitas diversas buscas domiciliárias e não domiciliárias, no distrito de Aveiro, que culminaram na detenção dos dois militares. De relevar que a participação do acontecimento partiu inicialmente do próprio órgão da GNR.

Os suspeitos, do Comando e Posto Territorial de Santa Maria da Feira, vão ser presentes a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.

Octávio Rafael A. Carvalho, Turma 3

A Polícia Judiciária deteve dois militares da GNR

A Polícia Judiciária informa, esta manhã, que deteve dois militares da GNR suspeitos da prática de crimes de corrupção, peculato e recebimento indevido de vantagem. 

Na investigação realizada no âmbito de um inquérito no DIAP Regional do Porto, foram levadas a cabo diversas buscas, no distrito de Aveiro. 

Os dois militares da GNR detidos, a exercer funções no concelho de Santa Maria da Feira, vão ser presentes a primeiro interrogatório judicial para aplicação das respetivas medidas de coação.

“Cibermeios e Desinformação” é o tema das VII Jornadas ObCiber

As VII Jornadas ObCiber a realizar-se a 15 de dezembro irá ter como tema de debate os  “Cibermeios e Desinformação” e irá anunciar os vencedores dos Prémios do Ciberjornalismo 2021.

Fonte: Cartaz Oficial da ObCiber

“Cibermeios e Desinformação”  é tema que vai servir de mote para o debate das #7JOBICER (VII Jornadas do ObCiber) que estão agendadas para 15 de dezembro a partir 14h00 e vão decorrer em formato online. Também nessa ocasião a partir 16h30 vão ser anunciados os vencedores dos Prémios de Ciberjornalismo 2021.

Os principais nomeados são o “Público” , o “Observador” e a “Rádio Renascença”, que além de estarem nomeados para a categoria Excelência Geral em Ciberjornalismo, encontram-se nomeados em outras categorias.

Na categoria Ciberjornalismo Académico está nomeada uma reportagem do JPN, intitulada “Síndrome de Tourette: Os tiques não os definem”, os outros dois nomeados são Univ. Minho com “Europa: o porto seguro? A viagem de uma família em busca de paz” e ComUM com “Nas profundezas do íntimo. A pornografia à sombra do desejo”.

O debate vai ter a participação de Gustavo Cardoso (ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, PT), Natália Leal (Agencia Lupa, BR), Ramón Salaverría (Universidade de Navarra, Es) e Luísa Meireles (LUSA, PT) e moderação de Helder Bastos (Universidade do Porto). O ISCTE, a Universidade de Navarra e a LUSA fazem parte do IBERIFIER que faz parte Observatório Europeu dos Media Digitais da Comissão Europeia.

A inscrição para participar no debate e a votação para os Prémios de Ciberjornalismo 2021 vão decorrer até 13 de dezembro.

Marta Magalhães

Os cibermeios e a desinformação em debate nas VII Jornadas ObCiber

“Cibermeios e Desinformação” é o tema em destaque na sétima edição das Jornadas Obciber. Os Prémios de Ciberjornalismo 2021 também serão entregues no evento, que vai decorrer online, na quarta-feira. 

 Cartaz sobre as VII Jornadas Obciber Foto: Site “Observatório do Ciberjornalismo”

O evento vai começar às 14h00 com um debate, que conta com o sociólogo Gustavo Cardoso, a jornalista Natália Leal, o autor Ramón Salaverría e a diretora de informação da Lusa, Luísa Meireles. O moderador será o professor Helder Bastos. Instituições como o ISCTE e a Universidade de Navarra, representadas por participantes do debate, fazem parte do IBERIFIER.

Às 16h30 terá início a 14ª edição dos Prémios de Ciberjornalismo, uma iniciativa do Observatório do Jornalismo – núcleo de investigação da Universidade do Porto. Os trabalhos eleitos para finalistas de cada categoria já são conhecidos. As oito categorias são: Excelência Geral em Ciberjornalismo, Última Hora, Reportagem Multimédia, Narrativa Vídeo Digital, Narrativa Sonora Digital, Infografia Digital, Ciberjornalismo de Proximidade e Ciberjornalismo Académico.

O público pode votar no trabalho que considera melhor em cada uma das categorias, até quarta-feira. Os membros do júri (investigadores e docentes universitários) já fizeram as suas escolhas. Tanto os resultados do público, como os do júri, serão conhecidos durante as VII Jornadas ObCiber.

Quem estiver interessado em assistir ao evento deve inscrever-se até quarta-feira, para receber o link de acesso.

Este ano, as VII Jornadas ObCiber estarão divididas apenas em dois momentos: o debate e o anúncio dos vencedores dos Prémios de Ciberjornalismo, ao contrário do que acontecia em edições anteriores que contavam com uma conferência.

Bianca Silva

 

Dezembro traz consigo as VII Jornadas do ObCider

No dia 15 de dezembro, serão sediadas as VII Jornadas  do ObCider, nas quais será realizado um debate, bem como a nomeação dos vencedores dos Prêmios de Ciberjornalismo 2021.

Este ano, as VII Jornadas do Observatório de Ciberjornalismo da Universidade do Porto, o ObCider, recebem sua 7ª edição. O evento é dividido em dois momentos, nomeadamente um debate, que discutirá o tema “Cibermeios e Desinformação”, e os Prêmios de Ciberjornalismo 2021. O debate online será iniciado a partir das 14h00, e terá como integrantes Gustavo Cardoso, do ISCTE-IUL, Natália Leal, da Agência Lupa, Ramón Salaverría, da Universidade de Navarra, e Luísa Meireles, da Agência Lusa.

Na lista de participantes, destaca-se a presença do Instituto Universitário de Lisboa – ISCTE – e da Universidade de Navarra. Ambas as instituições fazem parte de um consórcio, o IBERIFIER, que dará origem à um observatório para investigação dos meios digitais. Recém criado e composto por 23 entidades portuguesas e espanholas, o projeto tem o intuito de apontar ameaças de desinformação nesses meios. Ramón Salaverría, da Universidade de Navarra é um dos líderes do consórcio.

No mesmo dia, a partir das 16h30, serão apresentados os nomes dos jornalistas que receberão os Prêmios de Ciberjornalismo 2021, em um evento online. Ao todo, serão entregues 8 prêmios, um para cada um de seus respetivos ganhadores. Os prêmios referidos são os seguintes: Excelência Geral em Ciberjornalismo; Última Hora, Reportagem Multimédia; Narrativa Vídeo Digital; Narrativa Sonora Digital; Infografia Digital; Ciberjornalismo de Proximidade; e Ciberjornalismo Académico.

As candidaturas para a 14ª edição da premiação abriram dia 8 de outubro, sendo permitidas apenas as submissões de trabalhos jornalísticos publicados online entre os dias 1 e 30 de setembro. O período de candidatura finaliza no dia 29 de outubro. A partir do dia 6 de dezembro, foram iniciadas as votações pelo público para a eleição dos os trabalhos finalistas a serem premiados, já previamente curados pelo júri, que escolheu, dentre os todos os trabalhos submetidos. A notícia Síndrome de Tourette: os tiques não definem, do JPN, está entre os finalistas.

Nesta edição, júri foi composto 13 profissionais e docentes da área. São estes: Ana Pinto Martinho, do Instituto Universitário de Lisboa, PT),  Ana Isabel Reis, Fernando Zamith e Helder Bastos, docentes da Universidade do Porto, Filipa Rodrigues Pereira, do Instituto Politécnico de Viseu,  Inês Amaral, da Universidade de Coimbra, João Canavilhas e Pedro Jerónimo, ambos da Universidade da Beira Interior, Luís António Santos, da Universidade do Minho,  Luís Bonixe, do Instituto Politécnico de Portalegre, Marisa Torres da Silva, da Universidade Nova de Lisboa, Pavel Sidorenko, da Universidade Francisco de Vitoria,  e Walter Lima Junior, da Universidade Federal de São Paulo.

Maria Eugênia Sousa