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Autárquicas: PS vence com maioria absoluta no Funchal

PS recupera mais uma vez o Funchal segurando a maioria absoluta nas eleições autárquicas este domingo. O partido venceu 9 das 10 freguesias do concelho perdendo pela freguesia da Sé para a coligação PSD/PPD.

Pouco mais de 56 mil votantes na cidade do funchal registaram o seu voto dando a vitória ao Partido Socialista com 42,05% dos votos segundo os dados de MAI Autárquicas2021 , encabeçado pelo deputado Paulo Cafofo que alcançou esta segunda-feira, 6 mandatos.

Por outro lado, o Partido democrático PSD alcançou 32,05% dos votos rendendo 5 mandatos.

Foto: GREGÓRIO CUNHA/LUSA

Paulo Cafôfo

Carolina Mendonça

Rui Moreira vence novamente, mas enfrenta oposição

Rui Moreira está de volta ao poder da Câmara no Porto pela terceira vez, de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Administração Interna (MAI),  o movimento liderado pelo independente “Aqui Há Porto!” conquistou 40,72% dos votos, foram eleitos seis vereadores e, diferentemente, do resultado em 2017, Moreira enfrentou, de forma mais evidente, a pressão do “outro lado”.

Pela primeira vez na história, o BE elegeu um vereador com 6,25% dos votos, o que foi visto como um sinal de avanço por Sérgio Aires, o qual declarou aos jornalistas do JN que “É também o fim do reinado do rei Moreira e da sua ‘Via Verde’…”. Apesar disso, Rui Moreira declarou durante a noite de ontem, antes da apuração final, que não nega a possibilidade de acordo de governação com candidatos da oposição.

Em 2017, os resultados foram mais favoráveis à Moreira. Reeleito para o cargo com maioria absoluta, ele obteve 44,46% dos votos e sete mandatos, contra seis da oposição. Contudo, em declarações à imprensa, o independente não quis ser negativo em relação ao fim do apoio de maioria absoluta e voltou a afirmar que governará de acordo com o que os portuenses quiserem.

 

 

Evelyn Padovani

eleições Autarquita 2021 freguesia de Lisboa

Carlos Moedas foi eleito presidente da Câmara Municipal de Lisboa, sucedendo ao socialista Fernando Medina.

Numas eleições autárquicas com as emoções , Carlos Moedas saiu como grande vencedor da eleições, ao superar as expetativas das sondagens, derrotando Fernando Medina na concorrência  à Câmara lisboeta.

O candidato social-democrata obteve 34,25% dos votos, segundo dados do site MAI Autárquicas 202, apenas 0,95% acima do rival socialista.

Apesar da coligação com outros quatro partidos (CDS, Aliança, MPT e PPM), esta percentagem representa uma subida significativa do PSD, que em 2017 apenas reuniu 11,22% dos votos dos lisboetas.

Por outro lado, o PS, que detinha a liderança da capital desde 2007, apresentou uma descida acentuada, de quase 9%, em relação.

Em terceiro lugar ficou João Ferreira, concorrente pela CDU, que obteve uma ligeira melhoria, cerca de 1%, face a 2017.

Seguiram-se os/as candidatos/as Beatriz Gomes Dias, do Bloco de Esquerda (6,21%); Nuno Graciano, do Chega (4,41%); Bruno Horta Soares, da Iniciativa Liberal (4,23%) e Manuela Gonzaga, do PAN (2,73%).

Em Lisboa, a abstenção subiu, ainda que ligeiramente, de 48,84% para 49,09%, segundo fonte oficial do governo.

 

Ligação

A coligação (PSD/CDS-PP) venceu este domingo as eleições autárquicas no concelho de Vila Nova de  Famalicão, elegendo Mário Passos como presidente da Câmara com 52,88% dos votos, conseguindo sete mandatos para o executivo municipal, menos um que em 2017.

Com este resultado o PS tem agora espaço para escolher mais um vereador. O Partido ficou em segundo lugar, com 32,16% das votações e elege por isso, quatro vereadores. Já o Chega obteve (2,82%), a CDU (2,42%), a crescente Iniciativa Liberal (2,32%), o BE (1,87%) e o PAN (1,60%).

 

Fonte: Jornal ‘Cidade Hoje’

Tal como previam as intenções de voto, Mário Passos vence em Famalicão mas é certo que a sua vitória com cerca de 40.143 votos foi bem menos expressiva que a de Paulo Cunha, há quatro anos, tendo a coligação angariado menos 11.292 votos que em 2017.

Já à Assembleia Municipal continuará a ter Nuno Melo, como presidente. O eurodeputado do CDS-PP, que desempenha o cargo há já 20 anos continua por mais um mandato neste órgão autárquico.

No que diz respeito ao número de deputados a coligação elegeu 20  (menos três que em 2017), o PS 13 (mais três), o Chega  e a CDU apenas um e o Bloco perdeu totalmente o eleito e a representatividade na Assembleia Municipal.

Do atual executivo restam Sofia Fernandes, Augusto Lima e Ricardo Mendes. 

 

Após os resultados serem conhecidos e já na sede de campanha, Mário Passos declarou que a  vitória é de Famalicão. Agradeceu a todos os que se envolveram na sua campanha e deixou ainda uma palavra especial a Paulo Cunha, elogiando o seu trabalho como autarca, considerando- o, o melhor que Famalicão já teve.

«Vou continuar a contar com todos os famalicenses para garantir a continuidade do bom trabalho que tem vindo a ser desenvolvido em Famalicão. », afirmou.

 

Gondomar dá força à Vitória Nacional do PS

Após uma longa noite de contagem de votos nas Autárquicas de 2021, Marco Martins é reeleito Presidente da Câmara de Gondomar, sendo estes quatros anos que se aproximam os últimos do autarca no poder enquanto cabeça de lista do PS para Gondomar.

Marco Martins já encarga o estatuto de Presidente da Câmara desde 2013, ultrapassando o número de votos a favor de Valentim Loureiro. Em 2017, Loureiro voltou a lutar pelo seu lugar no parlamento, mas os gondomarenses demonstraram o seu agrado pelo mandato de Marco Matias com a sua reeleição, assegurando cerca de 45% dos votos.

O Partido Socialista mostrou homogeneidade nas três categorias da eleições autárquicas: mais um mandato na Câmara, na Assembleia Municipal e nas Juntas de Freguesia (recebendo, desta vez, também o apoio de Fânzeres e São Pedro da Cova).

As propostas para um dos concelhos mais populosos do distrito do Porto eram variadas, desde a continuação da construção do Parque Urbano de Gondomar pelo candidato do PS, Marco Matias, garantindo assim “qualidade de vida” e uma “ampla zona de lazer”; a dinamização da Cultura gondomarense proposta por Jorge Ascenção, candidato do PSD-CDS e a criação de uma “política de transportes públicos” favorável ao concelho por Cristina Coelho, candidata do CDU, entre outras. Estes três partidos assumem o top 3 da votação gondomarense nas Autárquicas 2021, pela ordem em que foram apresentadas.

Marco Martins pede ″voto de confiança″ para terceiro mandatoCerimónia de apresentação da candidatura decorreu na Praça do Cidadão
Foto: Igor Martins / Global Imagens

Apesar da vitória nacional do PS, o Partido Socialista perde o prestígio da Câmara Municipal da capital, sendo esta a grande surpresa da noite, com a eleição de Carlos Moedas contra o Fernando Medina, contrariando as sondagens.

Já relativamente à abstenção autárquica, em termos nacionais, este ano, foi de 46% e, em Gondomar, a abstenção foi de 51%.

Marco Martins, segundo o lema “Juntos por Gondomar”, agradece o “voto de confiança” dos eleitores no seu terceiro mandato, elegendo sete vereadores e acrescentando ainda ao jornal VivaCidade “Sinto-me muito, muito feliz, porque vale a pena trabalhar todos os dias de forma dedicada e empenhada, porque os gondomarenses reconhecem esse trabalho”.

 

Ana Margarida Antunes

Rui Moreira vence mas perde maioria

O movimento independente voltou a vencer no Porto com 40,72% dos votos, não alcançando, no entanto, a maioria absoluta desejada.

 

O Presidente da Câmara do Porto foi reeleito, mas os resultados não foram os esperados.  O autarca não conseguiu atingir a maioria absoluta nem no executivo nem na assembleia municipal. O movimento “Aqui há Porto” elegeu seis vereadores, menos um que em 2017, quando conseguiu a maioria absoluta com 44,46% dos votos. Antes do fim da noite eleitoral, Rui Moreira afirmou: “Podemos fazer muitas coisas: pode-se governar em minoria ou pode haver entendimentos com partidos, mas estas coisas não dependem só de um”.

Com 18,02% dos votos, o PS ocupou a segunda posição, atingindo o pior resultado de sempre no Porto, abaixo dos 20%. O partido perdeu um vereador, ficando agora com três.

Os sociais-democratas ocuparam o terceiro lugar, com 17,25% dos votos, elegendo 2 vereadores, mais um em relação a 2017. Vladimiro Feliz admitiu: “Não é obviamente o resultado que ambicionávamos, mas mostra a vontade que sentíamos nas ruas de mudança”.

A taxa de abstenção no concelho ultrapassou os 50%, crescendo em relação a 2017. Rui Moreira perdeu cerca de 10 mil votos face a 2017. Já o PS perdeu cerca de 14 mil votos.

 

Teresa Pinheiro

Vila Nova de Gaia: PS permanece em Avintes

Cipriano Castro fechou a noite com maioria absoluta, e PS fez história ao conquistar novamente, todas as câmaras municipais em Vila Nova de Gaia.

As urnas findaram às 20 horas de domingo e a contagem de votos revelou, que com mais de 62% dos votos, Cipriano Castro foi reeleito para Presidente de Junta de Freguesia de Avintes.

O candidato do PS à junta de freguesia, está no comando desde 2013, e ingressa naquele que vai ser o último mandato enquanto presidente da assembleia de freguesia. Cipriano, num comunicado publicado na sua página de Facebook, agradece “a todos os Avintenses, mulheres, homens, jovens e de todas as idades, por voltarem a acreditar em nós e nos terem dado uma nova e expressiva maioria”. Acrescenta que os restantes partidos representados na Assembleia de Freguesia se associem ao trabalho pelo desenvolvimento equilibrado da terra.

Ainda que 4 906 votantes tenham ido às urnas para exercer o seu dever cívico, a informação divulgada pelo Público, indicou uma taxa de abstenção superior a 50% na freguesia de Avintes.

Os resultados eleitorais de 2021, foram semelhantes aos das últimas eleições autárquicas, realizadas em 2017: o PS ganhou com maioria absoluta. Porém, em 2017 o PS ganhou com uma percentagem de 72,52 (3829 votos) e, em 2021 embora também com a maioria absoluta, registou 62,64% (3073 votos).

Resultados eleitorais 2021 VS 2017

Em segundo lugar, e por dois anos consecutivos, encontra-se a coligação PPD/PSD.CDS-PP.PPM. Em seguida, está o PCP-PEV. Comparativamente ao ano de 2017, a coligação registou um aumento dos votos, enquanto o PCP-PEV teve uma descida da percentagem dos votos.

O site oficial das eleições autárquicas, mostra que em 2021 houve menos pessoas a irem às mesas de votos do que em 2017.

Este mandato prolonga-se por mais 4 anos, até 2025.

Margarida Martins

Luísa Salgueiro renova mandato em Matosinhos

A socialista vence com a tão esperada maioria absoluta, nas autárquicas de domingo passado, no concelho de Matosinhos.

O principal objetivo do partido e da sua candidata era a maioria absolta conseguida através de 43,62% dos votos e 7 mandatos. Resultado que a reeleita diz ter sido “extraordinário”. Em oposição às eleições autárquicas de 2017, nas quais o PS apenas conseguiu manter a sua hegemonia na câmara de matosinhos graças a um acordo com o CDU.

FOTO: Inês Couto Gonçalves

Segundo o site MAI Autárquicas2021, em segundo com 17,25% dos votos e 2 mandatos ficou a coligação PPD/PSD.CDS.PP e, em terceiro, o movimento António Parada SIM! com 9,87% dos votos e 1 mandato. O último partido com representação foi o PCP-PEV com 6.58%  e 1 mandato.

Na assembleia municipal dos 33 lugares sentados, 15 pertencem ao partido socialista, 7 à coligação PPD/PSD.CDS.PP e 3 ao movimento António Parada SIM!. Com 2 lugares cada ficam o Bloco de Esquerda e a Iniciativa Liberal e com apenas um lugar o Chega e o PAN.

Dos 151.342 eleitores inscritos do concelho apenas 151.342 foram às urnas. Matosinhos com 46.01% de abstenção fica a baixo da média nacional de 53,67%.

Os matosinhenses renovam assim o seu voto de confiança em Luísa Salgueiro, após 4 anos focados nos 3 pontos essenciais da socialista: o “triângulo” da habitação mobilidade e sustentabilidade ambiental.

Inês Couto Gonçalves

 

 

 

 

 

 

 

Autárquicas 2021: CDS-PP mantém-se no comando na Câmara de Ponte de Lima

 

Edição de Imagem: Pedro Marques dos Santos / Vasco Ferraz, o atual presidente de Câmara de Ponte de Lima

Os resultados das eleições autárquicas de 2021, realizadas no último domingo, mostram que Vasco Ferraz dará continuidade ao legado CDS-PP, liderando o Município Limiano.

 O candidato oficial, Vasco Ferraz, de 41 anos, sucessor de Victor Mendes, assegura a liderança de CDS que permanece inquebrável há 45 anos no concelho pertencente ao distrito de Viana do Castelo.

O partido conta, até agora, com 45,22% dos votos que o colocam na frente da corrida em relação aos partidos adversários, apesar de restarem ainda quatro freguesias por apurar.

Entre os principais opositores apresentam-se, também, duas figuras ligadas anteriormente ao CDS, que se candidatam, agora, por movimentos independentes.

Um desses candidatos é Abel Batista, líder do Movimento Ponte de Lima Minha Terra (PLMT), que coleciona, nestas eleições um total de 26,82% dos votos.

Já Gaspar Martins, outro ex-militante do CDS e antigo vice-presidente de Victor Mendes lidera o movimento independente VIRAMILHO, que aparentava ser o principal concorrente ao CDS-PP e ao PLMT. No entanto, está a ser ultrapassado pelo partido PPD/PSD, que coleta 10,90% dos votos, registando uma percentagem de 5,79%, até ao momento.

Através do gráfico com os resultados apresentados pela Secretaria Geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI) podemos encontrar as percentagens com que se encontram todos os partidos.

Gráfico com resultados / Fonte: SGMAI

Em relação às eleições anteriores, realizadas em 2017, existem algumas diferenças significativas nos resultados obtidos por cada partido, tal como demonstra o seguinte gráfico.

Segundo os cálculos realizados pelo Público o Concelho de Ponte de Lima registou 31,49% de abstenção. Em comparação com 2017, o Grupo Marktest  aponta para uma diminuição da abstenção limiana.

Fonte: Grupo Marktest

A contagem dos votos ainda está a decorrer, mas madrugada do dia 27 de setembro garantiu a vitória do partido CDS-PP liderado por Vasco Ferraz. O candidato oficial poderá ainda ganhar com a maioria absoluta.

 

 

 

Juliana Fernandes

Autárquicas 2021: Rui Moreira é o novo Presidente da Câmara e perde maioria absoluta

Aconteceu na noite de ontem (26), em todo território nacional às eleições autárquicas. No concelho do Porto, o candidato Rui Moreira foi reeleito à Presidente da Câmara, com 40,72% dos votos e sem maioria absoluta na Assembleia Municipal.

Câmara Municipal de Gaia

Assinalada por grandes festejos na sede do candidato independente, Moreira vai ter a responsabilidade de continuar seu mandato pelos próximos 4 anos com 40,72% dos votos. No entanto, ao contrário de 2017, não obteve maioria absoluta e tem direito a 6 vereadores.

Apesar de não ter conseguido maioria absoluta, Rui Moreira comemorou sua vitória e declarou: “Os portuenses não desiludem e o partido que ganhou foi o Porto”. Veja o vídeo da declaração.

Imagem: Público

O Bloco de Esquerda conseguiu eleger pela primeira vez 1 vereador, inaugurando assim, sua participação nos Paços do Concelho do Porto. O candidato da BE, Sergio Aires teve 6,25% dos votos.

O Movimento “Aqui há Porto” renovou seu mandato na maioria das freguesias portuenses. A estreiar na presidência de Ramalde, Patrícia Rapazote com 42% dos votos e que possui vários trabalhos reconhecidos na junta. João Aguiar teve 25% dos votos no Bonfim e Tiago Mayan venceu com 37% em Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde.

A grande incógnita da noite era se Rui iria conseguir alcançar um dos seus principais objetivos na campanha, a presidência na Junta de Paranhos. Moreira voltou a falhar em sua meta e PSD permanece na liderança da Junta com Miguel Seabra.

Na junta de Campanhã o Partido Socialista retornou a ganhar com 43% dos votos, com o candidato Ernesto Santos.

A abstenção é 50% de acordo com MAI Autárquicas2021.

 

Isabela Franco