Arquivo mensal: Abril 2022

Buscas por crimes económico-financeiros

Polícia Judiciária realiza buscas por crimes de fraude, desvio de subsídio e branqueamentos, anunciado hoje em comunicado de imprensa.

Esta investigação incluiu seis buscas, em 5 áreas, e foram levadas a cabo pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal. O objetivo foi a obtenção de provas de crimes de fraude na obtenção de subsídio, fraude fiscal qualificada e branqueamento.

A Agência para o Desenvolvimento e Coesão, instituição com o objetivo de combater a fraude e a corrupção, e autora das investigações em parceria com o DCIAP, abrange projetos de investimento de fundos no quadro do Acordo de Parceria “Portugal 2020”.

Entre os participante estiveram o magistrado judicial e do Ministério Público, inspetores e peritos das áreas de informática e financeira da Polícia Judiciária e sete inspetores da Autoridade Tributária e Aduaneira e as buscas foram efetuadas nas áreas de Águeda, Caminha, Guimarães, Matosinhos e Porto.

 

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Comunicado de Imprensa

 

Artigo por Marta Stuart

Turma 4

Up202107544

Justiça: PJ faz buscas por crimes de fraude

A Polícia Judiciária (PJ) realizou hoje, seis buscas no norte do país. Em causa estão crimes de fraude e desvios de subsídios no valor de nove milhões de euros.

 

A PJ informou, em comunicado oficial, que as buscas foram realizadas num escritório de advogados, em habitação e empresas nas cidades de Águeda, Caminha, Guimarães, Matosinhos e Porto.

A investigação, realizada no âmbito do inquérito titulado pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), propõe-se a obter elementos de prova por crimes de fraude na obtenção de subsídio, fraude fiscal qualificada e branqueamento, no valor aproximado de nove milhões de euros.

Nas buscas estiveram envolvidos um magistrado judicial e um magistrado do Ministério Público, inspetores e peritos das áreas de informática e financeira da PJ e sete inspetores da Autoridade Tributária e Aduaneira.

 

Artigo escrito por: Clara Loureiro (up202105030)

 

 

 

 

PJ realiza buscas por crimes de fraude e desvio de subsídio na zona Norte

A Polícia Judiciária fez ,hoje, um total de seis buscas na zona Norte do país com o objetivo de obter provas por fraude na obtenção de subsídio no valor de 9 milhões de euros.

Segundo a PJ, as 6 buscas foram efetuadas com vista a obter elementos de prova por crimes de fraude na obtenção de subsídio, fraude fiscal qualificada e branqueamento no valor de 9 milhões de euros.

As buscas foram realizadas em Águeda, Caminha, Guimarães, Matosinhos e Porto sendo que uma delas foi feita num escritório de advogado e as restantes em habitações e empresas.

A Agência para o Desenvolvimento e Coesão, I.P., que abrange projetos de investimento de fundo no quadro do Acordo de Parceria “Portugal 2020”, foi a entidade que iniciou a investigação através da participação dos referidos crimes.

Nas buscas participaram o magistrado judicial e do Ministério Público, inspetores e peritos das áreas de informática e financeira da Judiciária e ainda sete inspetores da Autoridade Tributária e Aduaneira. https://www.policiajudiciaria.pt/criminalidade-economico-financeira-4/

Margarida Gomes Rodrigues

Turma 1

A Polícia Judiciária realizou buscas por crimes de fraude e obtenção de subsídio no valor de nove milhões de euros

A Polícia Judiciária (PJ) procedeu à realização de seis buscas por crimes de fraude na região Norte. 

Segundo a PJ, as buscas tiveram como objetivo a obtenção de elementos de prova por crimes de fraude na obtenção de subsídio, fraude fiscal qualificada e branqueamento no valor aproximado de nove milhões de euros.

As buscas, realizadas no âmbito de inquérito titulado pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal, foram feitas no escritório de advogado, em habitações e em empresas em Águeda, Caminha, Guimarães, Matosinhos e Porto.

A investigação, iniciada com participação dos referidos crimes pela Agência para o Desenvolvimento e Coesão, I.P., abrange projetos de investimento de fundos no quadro do Acordo de Parceria “Portugal 2020”.

As buscas tiveram a participação do magistrado judicial e do Ministério Público, inspetores e peritos das áreas de informática e financeira da PJ e sete inspetores da Autoridade Tributária e Aduaneira.

https://www.policiajudiciaria.pt/criminalidade-economico-financeira-4/

Mariana Alexandra da Cunha Santos- Turma 2.

PJ faz buscas por fraude e branqueamento na região Norte no valor de 9 milhões de euros

As seis buscas com vista à obtenção de elementos de prova foram realizadas hoje em várias cidades das áreas de Águeda, Caminha, Guimarães, Matosinhos e Porto.

A Polícia Judiciária procedeu hoje à realização de buscas na região Norte, nomeadamente, uma em escritório de advogado, e cinco em habitação e empresas. Esta investigação justifica-se pela participação de crimes de fraude na obtenção de subsídio, fraude fiscal qualificada e branqueamento.

As buscas da PJ foram efetuadas em várias cidades das áreas de Águeda, Caminha, Guimarães, Matosinhos e Porto. A investigação, dirigida à obtenção de elementos de prova, foi iniciada pela Agência para o Desenvolvimento e Coesão I.P. e reuniu o valor aproximado de nove milhões de euros.

As buscas da PJ foram relizadas através da Diretoria do Norte, no âmbito de um inquérito titulado pelo Ministério Público – DCIAP. Nestas buscas participaram inspetores e peritos das áreas de informática e financeira da Polícia Judiciária,  magistrado judicial e do Ministério Público e sete inspetores da Autoridade Tributária e Aduaneira.

Sara Santos | UP202103870 | (turma 3)

PJ faz buscas na região Norte por crimes de fraude e desvio de subsídio no valor de nove milhões de euros

A Polícia Judiciária realizou seis buscas em várias cidades da zona Norte com o objetivo de obter provas de crimes de fraude na obtenção de subsídio até nove milhões de euros.

Em comunicado emitido hoje (sexta-feira), a PJ anunciou ter realizado buscas num escritório de um advogado, em habitações e empresas nas cidades de Águeda, Caminha, Guimarães, Matosinhos e Porto.

As buscas realizadas no âmbito de um inquérito titulado pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), teve como objetivo a obtenção de provas por crimes de fraude na obtenção de subsídio, fraude fiscal qualificada e branqueamento.

As buscas contaram com a participação de inspetores e peritos das áreas de informática e financeira da PJ e sete inspetores da Autoridade Tributária e Aduaneira.

“A investigação, iniciada com participação dos referidos crimes pela Agência para o Desenvolvimento e Coesão, I.P., abrange projetos de investimento de fundos no quadro do Acordo de Parceria Portugal 2020”, esclarece a PJ.

 

A polícia Judiciária realizou buscas por crimes

A investigação, iniciada com os referidos  pela Agência para o Desenvolvimento e Coesão, I.P., abrangendo projetos de investimento de fundos de Acordo com Parceria “Portugal 2020”.

A Busca foi feita na  escritório de advogado e as demais na habitação e empresas, foram efetuadas  nas várias cidades  nas zona de Águeda, Caminha, Guimarães, Matosinhos e Porto, participou magistrado judicial  do Ministério Público, inspetores e peritos das áreas financeira da Polícia Judiciária e sete inspetores da Autoridade Tributária e Aduaneira.

A Polícia Judiciária, através da Diretoria do Norte, no âmbito de inquérito titulado pelo Ministério Público – DCIAP, procedeu à realização de seis buscas dirigidas à obtenção de elementos de prova por crimes de fraude na obtenção de subsídio, fraude fiscal qualificada e branqueamento, no valor aproximado de nove milhões de euros.

 

Vanita Fernando Assote

Polícia Judiciária faz buscas por crimes de fraude no valor de 9 milhões de euros

A Polícia Judiciária (PJ), realizou esta sexta-feira (22) seis buscas na zona Norte.  A investigação tinha como principal objetivo a obtenção de provas por crimes de fraude.

 

No comunicado de imprensa, a PJ anunciou que uma das buscas foi realizada num escritório de advogados e as restantes em habitações e empresas, nas cidades de Águeda, Caminha, Guimarães, Matosinhos e Porto.

Segundo a entidade policial, as provas recolhidas por diversos crimes, entre eles, fraude na obtenção de subsídio, fraude fiscal qualificada e branqueamento rondam os nove milhões de euros.

A investigação iniciou-se devido às sucessivas queixa-crime apresentadas pela Agência para o Desenvolvimento e Coesão, alcançando projetos de investimento de fundos no quadro do Acordo de Parceria “Portugal 2020”.

As buscas foram efetuadas por inspetores e peritos das áreas de informática e financeira da PJ, inspetores da Autoridade Tributária e Aduaneira e por dois magistrados, um judicial e outro do Ministério Público.

 

Artigo escrito por Bebiana Ribeiro- Up202104521

 

 

 

Polícia Judiciária investiga crimes de fraude e branqueamento no valor de 9 milhões de euros

A Polícia Judiciária iniciou hoje buscas a crimes de fraude e branqueamento de capitais.

No âmbito do inquérito titulado pelo DCIAP, foram dirigidas investigações a projetos de investimento de fundos no quadro do Acordo de Parceria “Portugal 2020”. Os crimes de fraude na obtenção de subsídio, fraude fiscal qualificada e branqueamento cumulam num montante de, aproximadamente, nove milhões de euros, segundo a participação dada pela AD&C.

Inspetores e peritos da Polícia Judiciária, bem como, da Autoridade Tributária e Aduaneira efetuaram buscas nas cidades de Águeda, Caminha, Guimarães, Matosinhos e Porto. As investigações na tentativa de obtenção de prova realizaram-se uma em escritório de advogado e as demais em habitação e em empresas.

Flávio Fontes, T4

Buscas por crimes de fraude e desvio de subsídio no valor de 9 milhões de euros

A Polícia Judiciária realizou hoje seis buscas para conseguir provas por crime de fraude na obtenção de subsídios, no valor de 9 milhões de euros.

 

A investigação feita pela Agência para o Desenvolvimento e Coesão tinha como objetivo encontrar elementos que comprovassem crimes de fraude na obtenção de subsídio, fraude fiscal qualificada e branqueamento. As buscas decorreram em várias cidades nas áreas de Águeda, Caminha, Guimarães, Matosinhos e no Porto e foram realizadas num escritório de advogados, em habitações e em empresas.

 

 Segundo o comunicado de imprensa, na investigação participaram um magistrado judicial e outro do ministério público, inspetores e peritos da polícia judiciária e 7 inspetores da Autoridade Tributária e Aduaneira.