Arquivo mensal: Junho 2021

Investigação por suspeita de burla, fraude fiscal e branqueamento

Foto: Sede da Polícia Judiciária, via site oficial da mesma

A Policia Judiciária(PJ) anunciou que, através da Unidade Nacional de Combate à Corrupção e, com o apoio de outras unidades, em inquérito a correr termos no DCIAP, desencadeou no dia corrente, uma operação no âmbito da investigação pela suspeita de prática dos crimes de administração danosa, burla qualificada, fraude fiscal e branqueamento nos concelhos de Lisboa, Funchal e Sesimbra.

Esta investigação envolveu 180 profissionais, 138 da PJ, 26 da AT, 9 do MP e 7 JIC.

Foram efectuadas 51 buscas, das quais, 22 buscas domiciliárias, 25 buscas não domiciliárias, 3 buscas em instituições bancárias e 1 busca num escritório de advogados.

Num comunicado emitido no dia de hoje, a PJ informou que incidiu “num grupo económico, que entre 2006 e 2009, contratou 4 operações de financiamentos com a CGD, no valor de cerca de 439 milhões de Euros.”

“Atualmente este grupo económico causou um prejuízo de quase mil milhões de Euros à CGD, ao NB e ao BCP, tendo sido identificados atos passíveis de responsabilidade criminal e de dissipação de património”, refere a PJ, sem identificar nenhum grupo ou pessoa.

No entanto, foi já avançado por canais de televisão, como é o caso da SIC, que o empresário Joe Berardo e o seu advogado, André Luís Gomes foram detidos no âmbito desta mesma operação.

 

Luísa Fernando

 

 

 

 

 

 

 

A

Polícia Judiciária realiza buscas por suspeitas de corrupção

A Polícia Judiciária iniciou hoje uma operação por suspeitas de corrupção em Lisboa, no Funchal e em Sesimbra. As buscas realizadas envolveram 180 profissionais.

Fonte: auremar

Através da Unidade Nacional de Combate à Corrupção e com apoio de outras unidades, foram realizadas buscas pela Polícia Judiciária por suspeitas de corrupção.

A investigação foi iniciada em 2016. Em causa está a suspeita de crimes como administração danosa, burla qualificada, fraude fiscal e branqueamento.

De acordo com a Polícia Judiciária, a operação envolveu 180 profissionais. Foram realizadas 51 buscas, 22 domiciliárias e 25 não domiciliárias, 3 em instituição bancária e 1 num escritório de advogado.

A operação da PJ incidiu sobre um grupo económico que, entre 2006 e 2009, contratou 4 operações de financiamentos com a Caixa Geral de Depósitos, no valor de cerca de 439 milhões de Euros.

Atualmente, o grupo económico causou um prejuízo de quase mil milhões de Euros à Caixa Geral de Depósitos, ao Novo Banco e ao BCP, tendo sido identificados atos criminosos e de dissipação de património.

 

Margarida Forte

Operação da PJ contra a corrupção em Lisboa, Funchal e Sesimbra

A Polícia Judiciária iniciou hoje uma operação de investigação em Lisboa, Funchal e Sesimbra, fruto de suspeitas da prática de crimes de administração danosa, burla qualificada, fraude fiscal e branqueamento.

Foto: Miguel Silva

No comunicado, refere-se que a operação foi realizada através da Unidade Nacional de Combate à Corrupção, tendo o apoio de outras unidades. No total, envolveu 180 profissionais (da PJ, AT, MP e JIC) e 51 buscas (domiciliárias, não-domiciliárias, em instituição bancária e em escritório de advogado).

Iniciada em 2016, a ação da PJ identificou procedimentos internos que são contra as boas práticas bancárias e que podem configurar a prática de crime.

Esta operação teve maior incidência sobre um grupo económico que contratou quatro operações de financiamentos com a CGD, no valor de 439 milhões de euros. Estes tiveram lugar entre 2006 e 2009.

O grupo económico incumpriu os contratos e recorreu a mecanismos de renegociação e reestruturação de dívida para não amortizar a mesma, mantendo este tipo de comportamentos.

Tendo causado um prejuízo de aproximadamente mil milhões de euros à CGD, ao NB e ao BCP, foram identificados atos passíveis de responsabilidade criminal e de dissipação de património.

 

David Pinto

Investigação por suspeita da prática de crimes de corrupção

A Polícia Judiciária iniciou, hoje, em Lisboa, no Funchal e em Sesimbra, uma operação. As suspeitas da prática dos crimes de administração danosa, burla qualificada, fraude fiscal e branqueamento estão na base das investigações.

Catarina Nogueira

29 de junho de 2021, 12:20

Através da Unidade Nacional de Combate à Corrupção e com o apoio de outras unidades, a PJ planificou uma operação que envolveu 180 profissionais, dos quais 138 pertencem à Polícia Judiciária, 26 à Autoridade Tributária, 9 ao Ministério Público e 7 ao Centro de Informação da Justiça.

Realizaram-se 51 buscas, entre as quais: 22 buscas domiciliárias; 25 buscas não domiciliárias; 3 buscas em instituição bancária e 1 busca em escritório de advogado.

A operação da PJ incidiu, principalmente, num grupo económico que, entre 2006 e 2009, contratou 4 operações de financiamentos com a Caixa Geral de Depósitos, no valor de cerca de 439 milhões de Euros.

Este grupo económico não tem respeitado os contratos e recorre a mecanismos de renegociação e reestruturação de dívida para não a pagar.

Atualmente já se totaliza um prejuízo de quase mil milhões de Euros à Caixa Geral de Depósitos, ao Novo Banco e ao Millenium bcp, tendo já sido identificados atos passíveis de responsabilidade criminal e de dissipação de património.

 

Polícia Judiciária investiga prática de crimes de corrupção: administração danosa, burla qualificada, fraude fiscal e branqueamento.

No dia de hoje, na região de Lisboa , Funchal e Sesimbra foi realizada foi uma operação investigativa por meio da Polícia Judiciária por suspeita de práticas de crimes de corrupção: administração danosa, burla qualificada, fraude fiscal e branqueamento. Foram efetuadas 51 buscas por um corpo de 180 profissionais.

A investigação que foi iniciada em 2016, identificou procedimentos internos contrários às boas práticas bancárias como concessão, acompanhamento e restruturação de créditos. Sobretudo, a investigação da Polícia Judiciária incidiu num grupo econômico que entre 2006 e 2009 que contratou 4 operações de financiamento que cerca o valor de 439 milhões de euros. Este grupo económico tem incumprido com os contratos e recorrido aos mecanismos de renegociação e reestruturação de dívida para não a amortizar e atualmente, causou um prejuízo de quase mil milhões de Euros por atos passíveis de responsabilidade criminal e de dissipação de património. Para informações e mais detalhes sobre esta operação, clique aqui.

Clara Cavalcanti – up201900716

Polícia judiciária investiga crimes que lesam instituições bancárias em quase mil milhões de euros

Polícia judiciária desencadeia hoje uma operação em Lisboa, Funchal e Sesimbra no âmbito de uma investigação que envolve crimes de administração danosa, burla qualificada, fraude fiscal e branqueamento

Foto: Polícia Judiciária

A Polícia Judiciária através da Unidade Nacional de Combate à Corrupção e com apoio de outras unidades, em inquérito a correr termos no DCIAP, anunciou que desencadeou esta terça-feira, em Lisboa, Funchal e Sesimbra, uma operação no âmbito de investigação, em curso, pela suspeita da prática dos crimes de administração danosa, burla qualificada, fraude fiscal e branqueamento.

A investigação iniciada em 2016, identificou procedimentos internos em processos de concessão, reestruturação, acompanhamento e recuperação de crédito, contrários às boas práticas bancárias e que podem configurar a prática de crime.

Segundo o comunicado da Polícia Judiciária  “a operação incidiu sobretudo num grupo económico, que entre 2006 e 2009, contratou quatro operações de financiamentos com a Caixa Geral de Depósitos no valor de cerca de 439 milhões de Euros”. Acrescenta ainda que “este grupo económico tem incumprido com os contratos e recorrido aos mecanismos de renegociação e reestruturação de dívida para não a amortizar”.

De acordo com a Polícia Judiciária, este grupo económico causou um prejuízo de quase mil milhões de Euros à Caixa Geral de Depósitos, ao Novo Banco e ao Millennium BCP, tendo sido identificados atos que podem ser de responsabilidade criminal e de dissipação de património.

Nesta investigação decorreram mais de meia centena de buscas, sendo cerca de 20 domiciliárias, 25 não domiciliárias, três a estabelecimentos bancários e uma a um escritório de advogado. Estas diligências foram efetuadas por 180 profissionais, nomeadamente 138 elementos da Polícia Judiciária, vinte e seis inspetores da Autoridade Tributária, nove magistrados do Ministério Público, sete Juízes de Instrução Criminal.

 

Leandro Oliveira

 

Polícia judiciária em operação contra grupos económicos pela prática de fraude fiscal e branqueamento

Através da unidade Nacional de Combate e a DCIAP, a Polícia judiciária efetuou hoje (terça-feira) pelo Funchal, Sesimbra e Lisboa uma investigação pela suspeita de crimes de administração danosa, burla qualificada, fraude fiscal e branqueamento.

Fonte: Polícia Judiciária

Por meio de 180 profissionais foram efetuadas 51 buscas das quais 22 domiciliárias, 25 buscas não domiciliárias, 3 buscas em instituições bancárias e 1 em escritório de advogado.

A operação incidiu num grupo económico que entre 2006 e 2009 tinha comportamentos contrários às boas práticas bancárias. Contratou 4 operações de financiamento com a Caixa Geral de Depósitos, no valor de cerca de 439 milhões de Euros.

A PJ referiu em comunicado que o grupo económico “tem incumprido com os contratos e recorrido aos mecanismos de renegociação e reestruturação de dívida para não a amortizar”.

Reporta também que esta recorrência a mecanismos incumpridores causou um prejuízo atual de quase mil milhões de euros à CGD, ao NB e ao BCP.

Carolina Mendonça

Polícia promove grande ação contra corrupção

Polícia coloca em pratica nova fase da investiga por suspeita da prática dos crimes de administração danosa, burla qualificada, fraude fiscal e branqueamento.

No dia de hoje a Polícia Judiciaria em cooperação com outros órgãos do governo fez buscas em Lisboa, Funchal e Sesimbra em ação em prol de uma investigação iniciada em 2016 que monitora grupos que supostamente cometeram crimes fiscais, tais como financiamentos com o CGD, como valor de 430 milhões de euros.

A operação contou com 180 profissionais, foram efetuadas 51 buscas, em todos âmbitos onde informações sobre o grupo empresarial pode estar armazenada. As buscas ocorreram em, 22 buscas domiciliárias, 25 buscas não domiciliárias, 3 buscas em instituição bancária e 1 busca em escritório de advogado.

O grupo causou prejuízo ao CDG, NB e ao BCP, o prejuízo e estimado na casa de 1 bilhão de euros.

A investigação está em andamento, mas já foram identificados atos passíveis de responsabilidade criminal e de dissipação de património

 

Pedro Birbeire Machado – Up 201902920

Crime: PJ investiga “grupo económico” por suspeita de desfalque a bancos

A Polícia Judiciária (PJ) iniciou, hoje, uma operação em Lisboa, Funchal e Sesimbra no âmbito de uma investigação em curso relativa a suspeitas de vários crimes de corrupção.

Fonte: Polícia Judiciária

Em comunicado de imprensa, a PJ afirmou que esta operação “incidiu sobretudo num grupo económico, que entre 2006 e 2009, contratou 4 operações de financiamentos com a CGD [Caixa Geral de Depósitos], no valor de cerca de 439 milhões de Euros.”. Para tal, foram mobilizados 180 profissionais de várias instituições de autoridade e realizadas 51 buscas.

O grupo é suspeito de vários crimes: administração danosa, burla qualificada, fraude fiscal e branqueamento. A investigação decorre desde 2016, altura na qual foram identificados vários processos que poderiam configurar a prática de crime. Desde então,  “[o grupo] tem incumprido com os contratos e recorrido aos mecanismos de renegociação e reestruturação de dívida para não a amortizar”, afirma a PJ.

Atualmente, a CGD, o Novo Banco e o Millennium BCP, contam com um prejuízo de quase mil milhões de euros.

 

Marta Sofia Ribeiro