#6COBCIBER: O Ciberjornalismo e as Redes Sociais

No passado dia 22 e 23 de novembro, o VI Congresso de Ciberjornalismo teve lugar na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. O Congresso contou com vários participantes e foram várias as temáticas abordadas, sendo a principal sobre as ameaças ao ciberjornalismo.

Na sessão que teve início às 11h15min do dia 22 de novembro, Jorge Vázquez Herrero, da Universidade de Santiago de Compostela, Orge Castellano da Universidade do País Vasco e Paulo Eduardo Cajazeira, da Universidade Federal do Cariri falaram sobre o papel crescente que, cada vez mais as redes sociais têm no ciberjornalismo.

Numa breve introdução, Jorge Herrero começa por apontar, como já foi referido, a utilização crescente da utilização das redes sociais em geral e, posteriormente e, por consequência, no ciberjornalismo. É apresentado um exemplo prático oriundo de um estudo realizado pelo mesmo. Este revela que em junho de 2018 mil milhões de pessoas utilizavam a rede social Instagram e havia 400 000 usuários diários ativos. Diz ainda que um estudo efetuado em janeiro e, posteriormente em março de 2018 mostra um crescimento de 20.5% da produção de “stories” nos média internacional em apenas dois meses.

Enquanto que Jorge Herrero se focou na rede social Instagram, Orge Castellano falou sobre o Twitter e o seu papel na vida dos futebolistas, neste caso específico de Cristiano Ronaldo e, de como ele usa esta rede social para se manter “perto dos fãs”.

Por último, Paulo Eduardo abordou o tema “The live narratives of audiovisual journalism in Instagram”, tendo como objetivo perceber as narrativas audiovisuais e como estas funcionam. Para isto, fez referência a um estudo efetuado por ele, entre o dia 10 e 31 de maio de 2018, no qual estudou caraterísticas como a instantaneidade, a memória e a multimédia, caraterísticas estas patentes no Instagram.

Em conclusão, há um reforço da ideia de que as redes sociais geram novas audiências e estas têm maior participação nos conteúdos.

Soraia Cotovio