Autárquicas 2017: Paços de Ferreira

No próximo domingo, 1 de outubro, 308 concelhos vão definir quem vai liderar as suas câmaras municipais e freguesias. Os pacenses também vão às urnas, após uma campanha política marcada pela a intervenção da Comissão Nacional de Eleições.

No passado dia 22 de Setembro, a CNE avisou através de um despacho o atual presidente da Câmara de Paços de Ferreira, Humberto Brito, para a suspensão na revista municipal e remoção de outdoors espalhados pelo concelho por “consubstanciar material de propaganda”.  No despacho lê-se que Humberto Brito “deve cumprir escrupulosamente os deveres de neutralidade e imparcialidade a que está obrigado, sob pena de incorrer na prática do crime”.

Humberto Brito está no poder desde 2013 e num comunicado afirmou não concordar com a queixa da CNE, mas que cumprirá com o pedido. Nestas eleições pretende conquistar o segundo mandato na Câmara Municipal de Paços de Ferreira. Afirma basear a sua candidatura em 3 pilares, a Mobilidade, com uma melhoria da rede de transportes, a Saúde e a Educação.

Do outro lado da mesa, está o PSD. O candidato, Joaquim Pinto, lança fortes críticas ao primeiro mandato de Humberto Brito , afirmando que o atual presidente insiste numa “permanente tentativa de enganar a população com uma série de habilidades de comunicação. Podemos falar na questão dos livros, supostamente oferecidos (foi assim que se apresentaram a eleições há 4 anos) mas afinal “emprestados”. O PS e o PSD são as duas grandes forças políticas nestas autárquicas, mas não são os únicos na luta pela liderança da Capital do Móvel.

Paulo Martins, candidato do CDS, Floriano Silva, do Partido Trabalhista Português e Armando Amorim, do PCP, também mostram confiança nesta corrida à liderança de um dos municípios mais desenvolvidos a nível industrial do país.

 

Ricardo Rodrigues, up201604055