Revista de Imprensa: 16/12/2016

O Correio da Manhã relembra, após três anos, o desespero e a dor causada pela tragédia do Meco. Destaca ainda o aumento de 1,2% das tarifas da conta da luz a partir de janeiro do próximo ano. Sem deixar de referir ainda a vitória do FC Porto que o deixa a 1 ponto da liderança do Campeonato Nacional.

A mesma notícia é capa do Jornal Notícias, dando mérito da vitória ao “comandante” Brahimi. O JN dá destaque a outra notícia relacionada com o mundo desportivo, desta vez, o diretor do Sporting, Bruno de Carvalho, é obrigado a pagar 15,6 milhões de euros à Doyen Sports. Para terminar, dez mil polícias e metralhadores vão estar a vigiar o Natal, aumentando a segurança de Lisboa e Porto.

O Jornal Público refere que o Governo, a 15 dias de Domingues sair da liderança da Caixa, ainda não entregou no BCE os nomes para a futura liderança e arrisca-se a entrar na CGD a “meio-gás”. Além disso, o Presidente da República contraria o PSD e afirma que o Governo vai bem na banca, dando média de 15 valores a Portugal.

Já o Diário de Notícias  deixa a sua capa ao encargo do Presidente da República e das negociações para acordo de concentração social. Em causa está o aumento do salário mínimo nacional para diminuir as desigualdades.

O Jornal i destaca a grade entrevista feita a Manuel Luís Capelas, presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativo e também o desejo de mais de mil militantes de que Passos Coelho avance para Lisboa.

No sentido oposto,  o Observador dá relevância às declarações de Paulo Campos, onde o ex-presidente do INEM, garante que não foi constituído arguido e que as buscas de ontem estão relacionadas com processos sobre os quais o próprio ordenou auditorias externas. Já em relação ao processo que envolve outro dirigente do INEM, Cunha Ribeiro, deu-se ontem a detenção, na Alemanha, de Paulo Lalanda de Castro, presidente demissionário da Octapharma, no caso do negócio do plasma sanguíneo.

Por fim, o Diário Digital  tem como principal destaque o pedido revogação da detenção de Paulo Lalanda de Castro, por parte do seu advogado, que considerou “ilegal” e “abusiva” a detenção na Alemanha.

Daniela Jogo