A Universidade da Beira Interior recebe o 3º Congresso Internacional sobre jornalismo móvel a 22 e 23 de novembro. Além de conferências e debates, há ainda workshops para quem quiser passar da teoria à prática. As inscrições já estão abertas e são limitadas.

Renata Monteiro

O pressuposto é simples: com o desenvolvimento das novas tecnologias, o jornalismo tem agora meios quase infinitos para estar na sua melhor forma de sempre. Mas então, porque é que não está?

A organização do Congresso para Jornalismo Móvel acha que a resposta “pode estar na investigação científica” e por isso procurou “propostas que abram novas perspetivas ao jornalismo”. Nesta edição, debatem-se as formas de distribuição de conteúdos,os modelos de negócio e as novas linguagens e formatos. Tudo sobre um objeto que está todos os dias na sua mão: o smartphone.

É exatamente essa ferramenta que vai poder usar num dos três workshops que funcionam durante o congresso. O snapchat é uma das aplicações que junta informação ao entretenimento e a cara do snap Expresso, Iryna Shev, vai estar na Covilhã para explicar como se faz.

O congresso começou em 2009 num evento chamado “1º Encontro da Montanha”  e realiza-se desde 2012 de dois em dois anos. Este ano vão estar presentes na mesa dos jornalistas Alexandre Brito (Subdiretor de Informação da RTP), Diogo Queiroz Andrade (Público)
Miguel MartinsPedro Monteiro (Expresso) e Rui da Rocha Ferreira (Future Behind).

Se perdeu alguma destas apresentações pode ser que encontre os autores nos dois dias seguintes, no Porto. A 24 e 25 de novembro são os ciberjornalistas 3.0 que estão na mira do V Congresso Internacional de Ciberjornalismo (#COBCIBER).