Artigo em destaque

RIR: Partido novidade nas legislativas tem Tino de Rans como fundador

Reagir Incluir Reciclar é o mais recente partido político português, fundado há um pouco mais de 2 meses e tem como mote “reciclar a democracia”. No distrito de Lisboa irá concorrer co48 candidatos e 16 suplentes.

O RIR – partido Reagir Incluir Reciclar, aparece como novidade nas eleições legislativas deste ano, junto a mais três novos partidos, ao comparar com as legislativas de 2015. Concorre pela primeira vez no círculo de Lisboa.

Ilidia Margarida Ferreirinha Loureiro, Hirondino Manuel Lopes Isaías e Maríneide Línica Mendes Correia Dias são os três primeiros nomes do partido pelo círculo eleitoral de Lisboa. 

Vitorino Francisco da Rocha e Silva, popularmente conhecido como Tino de Rans, é o fundador e candidato do RIR a concorrer como cabeça de lista pelo círculo do Porto, porém não irá concorrer nos círculos da emigração.

O fundador bastante polémico, ex-participante de reality-shows, chegou a concorrer também nas últimas eleições presidenciais; declarou que “o povo nem é de direita nem é de esquerda, o nosso partido é 360 graus”.

Tino de Rans, disse ao Público que “ a sua maior mensagem é a de que o partido RIR não é menor do que os outros, pois nos boletins de voto das eleições de 6 de Outubro terá ‘um quadradinho do tamanho dos outros quadradinhos’”. 

O partido surge com a proposta de “reciclar a democracia”, porém não representa nem 1% dos votos nas sondagens divulgadas pela Entidade Reguladora para Comunicação Social, a aparecer nos 3% com os outros partidos de menores proporções. “Desde já, falo para as empresas de sondagens, tenham humildade e que chamem pelo nome, não me chamem o outro. O RIR não se chama outro”, afirmou o fundador ao Público.

O RIR concorre em 20 dos 22 círculos eleitorais, não entrando na corrida à Assembleia da República por Beja e Açores.

Giulia Pedrosa – (Turma 2CC03)

Artigo em destaque

Apresentação do CHEGA rumo às legislativas 2019

As legislativas 2019 avizinham-se e, como tal, é importante conhecer todos os partidos nesta corrida. O CHEGA concorre com o seu líder, André Ventura, a Lisboa. As eleições estão marcadas para o dia 6 de outubro.

Resultado de imagem para chega partido

Logo do partido CHEGA

Um dos novos partidos para as legislativas deste ano é o CHEGA. O partido tem em André Ventura o seu princípal candidato e cabeça de lista. Este partido assume um caráter nacional, conservador, liberal e personalista e, tal como o nome indica, reivindica o sistema atual e exige uma mudança pronta.

O CHEGA vai concorrer pela primeira vez a umas legislativas, não havendo, por isso, quaisquer resultados passados. Por isso, a expectativa em torno do crescimento do partido torna-se grande, todavia a sondagem realizada pela Pitagórica para o jornal Expresso, aponta para um resultado abaixo do ponto percentual.

André Ventura, jurista e comentador televisivo, concorre como cabeça de lista ao círculo de eleitorado de Lisboa e acaba por ser o candidato de maior renome entre o leque de nomes que o partido divulgou à partida para estas legislativas. O jurista é licenciado em Direito pela Universidade Nova de Lisboa e doutorado em Direito Público, pela National University of Ireland, Cork. O candidato pelo CHEGA tornou-se famoso pela participaçãoe contributo algo controversos em programas de cariz desportivo da CMTV.

J.F. Brandão (turma3)

Artigo em destaque

Caso Pavilhão Rosa Mota-Cronologia

Resultado de imagem para pavilhao super bock                                                                                                                                                     Foto: Record 

No mês de Outubro, o Pavilhão Rosa Mota foi reinaugurado após obras de recuperação do edifício que se encontrava deteriorado. A sua inauguração viu-se envolta em polémica devido à alteração do nome para “Super Bock Arena- Pavilhão Rosa Mota”. Esta alteração resultou na insatisfação da atleta.

27 de Outubro: No dia anterior à inauguração, a Câmara municipal do Porto lança um comunicado onde garante que o nome Rosa Mota se vai manter sem descorar o “uso comercial”. Segundo o comunicado a atleta recebeu as informações e concordou com as mesmas.

28 de Outubro (12:02h): inauguração do pavilhão, à qual a atleta Rosa Mota não compareceu por se sentir “enganada” pela mudança do nome do pavilhão. Afirma sentir-se “desapontada” com o presidente da Câmara por não ter valorizado o seu nome em relação à marca Super Bock. Numa carta ao presidente mostra o seu desagrado e desconhecimento em relação ao nome do pavilhão.

29 de Outubro: (11:49h) após a polémica ao redor do nome do pavilhão o ex-treinador da atleta e atual companheiro, afirma estar a preparar-se para defender o nome do pavilhão.  O PS, PSD, CDU e Bloco de Esquerda mostram o seu descontentamento em relação à desvalorização do nome da atleta em prol da marca de bebidas alcoólicas.

O presidente da Câmara, Rui Moreira, não se mostrou incomodado pela polémica, que se debateu sobre o nome, e afirma ainda que o problema está no logo ao qual a “autarquia não tem meios, nem recursos para se opor.”

(7:56) Rui Moreira é acusado de ceder aos “interesses financeiros de um grupo privado” em detrimento do interesse público.

30 de Outubro: (22:02h) Rosa Mota afirma, várias vezes, se sentir incomoda por ver o seu nome associado a uma marca de bebidas alcoólicas, no entanto, é confrade de cerveja desde 2008. 

(12:24h) O músico Pedro Abrunhosa fala sobre a escolha do nome, afirmando que compreende que a empresa que investiu queira aproveitar o seu investimento mas reforça que a Rosa Mota é “património internacional” e o seu nome deveria ter o mesmo destaque que o nome da marca.

31 de Outubro (16:00h): Ornatos Violeta inauguram o palco do renovado “Super Bock Arena- Pavilhão Rosa Mota”.

5 de Novembro (6:46h): Após a polémica ao redor do nome do Pavilhão, o CDU propôs em assembleia nacional a alteração do nome para “Rosa Mota Super Bock Arena” no entanto a proposta foi chumbada. 

 

Mariana Marques

Artigo em destaque

Pavilhão Rosa Mota: cronologia

Dias antes da inauguração do Pavilhão: Numa carta dirigida à Câmara do Porto, Rosa Mota diz sentir-se enganada e alega que o seu nome foi subalternizado para ser dado destaque a uma marca de bebidas alcoólicas. O Observador disponibilizou a carta na íntegra.

27.10.2019 (noite): A Câmara Municipal do Porto defende-se em comunicado e garante que o nome da maratonista “vai ficar não apenas na designação formal e comercial como ficará, pela primeira vez, inscrito sobre a entrada principal do pavilhão e também em vários locais do seu interior”.

28.10.2019 (11h01): O executivo reúne-se. Os vereadores do PS, PSD e CDU lamentam que o nome do pavilhão seja agora “Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota” e anunciam que não vão estar presentes na inauguração dessa tarde. 

28.10.2019 (13h58): O deputado bloquista eleito pelo círculo do Porto José Soeiro reage à polémica na sua página de facebook. “Nem toda a gente está à venda”, afirma.

28.10.2019 (tarde): Inauguração do novo espaço Super Bock Arena Pavilhão Rosa Mota.

28.10.2019 (tarde): O presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, não compareceu na inauguração, pois tinha exames médicos para fazer, confirmou o Público.

28.10.2019 (tarde): Rui Moreira, Presidente da Câmara do Porto, no seu discurso de inauguração disse ter “pena” que Rosa Mota não estivesse presente, mas pediu que não haja “complexos pelo nome ter associada uma marca de bebida alcoólica”.

28.10.2019 (18h30):  Bloco de Esquerda (BE) emite um comunicado a manifestar-se contra a alteração do nome do pavilhão Rosa Mota e defende a reversão “desta apropriação indevida”.

29.10.2019 (11h49): Em declarações à Lusa, José Pedroso, ex-treinador e companheiro de Rosa Mota, afirmou “o desabafo que faço é que estou a preparar-me para uma batalha que vai durar vários anos” em defesa do nome do Pavilhão Rosa Mota.

29.10.2019: Rui Moreira escreve na sua página pessoal do Facebook que “não acredito que o nome da atleta fosse mais respeitado com um pavilhão em ruína, sem uso e sem o seu nome lá escrito, do que agora que empresas portuguesas e do Porto nele decidiram investir muitos milhões e modernizar”.

30.10.2019 (15h56): Carlos César, ex-líder da bancada parlamentar socialista, no programa da TSF “Almoços Grátis”, afirma que o contributo de Rosa Mota foi desvalorizado em detrimento de parceiros comerciais.

30.10.2019: Manuela  de Melo critica o facto de “que se relegue para segundo plano o nome de Rosa Mota para salientar o de uma bebida alcoólica”.

30.10.2019 (22h02): Rosa Mota condena a associação do seu nome a uma marca de bebidas alcoólicas, porém a  SIC Notícias revela que a atleta é confrade da cerveja desde 2008.

31.10.2019 (18h02): Manuela de Melo decide abandonar a Comissão de Toponímia portuense, inconformada com o “desrespeito por um dos símbolos mais consensuais do povo do Porto”.

31.10.2019: Carta de Resposta de Rui Rio à demissão de Manuela Melo, da Comissão de Toponímia.

04.11.2019 (17h55): CDU leva à Assembleia da República a proposta de deliberação, que defende que a designação dada ao pavilhão “contraria a decisão municipal” e “não tem suporte legal”.

05.11.2019 (02h46): Proposta da CDU para alterar nome do Super Bock Arena foi recusada com 22 votos contra do Movimento Rui Moreira e um do PSD.

Inês Gomes

Artigo em destaque

Cronologia: Pavilhão Rosa Mota

A inserção do nome da marca de cerveja ” Super Bock” ao antigo somente nominado de ” Pavilhão Rosa Mota”, tem dado que falar. A poléminca gerada em volta desta alteração é notável. As opiniões dividem-se:  quem acha que o nome da conceituada atleta portuense deve estar em primeiro lugar e, do outro lado da moeda estão os que acreditam ser justo o nome da marca estar na frente.

De seguida será desenvolvida a temática, de forma cronológica, com pretinente contextualização e desenvolvimento.

14.10.2006 (00:00) –  Pavilhão Rosa Mota festeja 50 anos de vida, no entanto o futuro da estrutura é incerto. (fonte: Jornal de Notícias)

26.04.2007 (00:00) – Anúncio de que o Pavilhão Rosa Mota irá entrar em obras no próximo ano (2008) ( fonte: Jornal de notícias)

25.05.2015 (17:17) – Tribunal avalia providência cautelar para parar concurso do Pavilhão Rosa Mota. (fonte: Jornal de notícias)

07.07.2016 – Câmara Municipal do Porto comunica nova análise da proposta sobre o Pavilhão Rosa Mota. “A Porto Lazer desistiu do recurso apresentado contra a decisão do Tribunal Administrativo do Porto, que obrigava o júri do concurso de conceção do Pavilhão Rosa Mota a readmitir o consórcio “Porto 100% Porto”. (fonte: CM Porto)

07.07.2016 (18:16) – Porto Lazer acaba por desistir de recurso na reabilitação do pavilhão Rosa Mota. ( fonte: Jornal de notícias)

08.11.2016 (13:29) – Pavilhão Rosa Mota será entregue ao consórcio “Porto 100% Porto) – ( fonte: Jornal de notícias)

26.12.2016: Câmara Municipal do Porto anuncia que Pavilhão Rosa Mota vai ser reabilitado. ( fonte: CM Porto)

17.01.2017 (00:21) – É aprovada minuta de contrato de reabilitação do pavilhão. (fonte: Câmara Municipal do Porto)

19.04.2017 (13:26) – Anúncio de que o pavilhão irá entrar em obras no mês de Outubro. ( fonte: Jornal de notícias)

15.05.2017 – Tribunal de Contas diz que reabilitação do Rosa Mota pode avançar e que não comporta despesa pública. (fonte: CM Porto)

21.11.2018 (20:01) – Câmara do Porto quer acrescentar nome da Super Bock ao Pavilhão Rosa Mota. ( fonte: Jornal de Notícias)

27.11.2018 (18:00) – Inclusão da designação “Super Bock Arena” no nome do Pavilhão Rosa Mota é aprovada na Câmara do Porto, apenas com os votos da maioria liderada por Rui Moreira. ( fonte: Público)

27.10.2019 – Comunicado na página oficial da Câmara Municipal do Porto referente ao Pavilhão Rosa Mota, no dia anterior à inauguração. ( fonte: CM Porto)

28.10.2019 (09:30) : inauguração do pavilhão, à qual a atleta Rosa Mota não compareceu por se sentir “enganada” , confessa a mesma à tsf. Isto pela mudança do nome do pavilhão, rejeitanto também a ideia de o seu nome estar associado a uma marca de cerveja. ( fontes: CM Porto e TSF)

28.10.2019 (17h29): Rui Moreira reage em oposição à posição adquirida por Rosa Mota e vereadores da oposição no que diz respeito à mudança de nome do pavilhão no Palácio de Cristal. ( fonte: Jornal de notícias)

28.10.2019 (17h58): Bloco de Esquerda revela estar contra aleração do Pavilhão Rosa Mota e pretende renegociação do contrato e seu regresso à esfera pública e municipal. (fonte: TSF)

30.10.2019 (15h56): Carlos César lamenta a alteração do nome do Pavilhão Rosa Mota para nome da marca de cerveja – Pavilhão Rosa Mota. ( fonte: TSF)

31.19.2019- Ornatos Violeta são os primeiros a pisar os palcos do renovado Super Bock / Pavilhão Rosa Mota. ( fonte: CM Porto)

05.11.2019 (02:46) – A proposta realizada pela CDU – alteração do nome do Super Bock Arena – é recusada. ( fonte: Jornal de notícias) 

Soraia Amaral

Artigo em destaque

Caso Rosa Mota: Cronologia

A inauguração do Pavilhão localizado nos Jardins do Palácio de Cristal gerou uma grande polémica em torno do autarca Rui Moreira e da atleta Rosa Mota. As razões centram-se no nome atribuído ao espaço.

Foto: Público

1952- Inauguração do Pavilhão dos Desportos, no Palácio de Cristal.

1991- O Pavilhão dos Desportos passa a chamar-se Pavilhão Rosa Mota, em homenagem à atleta portuense.

26.10.2016- Câmara Municipal do Porto anuncia reabilitação do Pavilhão.

10.2017– Dá-se início à reabilitação.

27.10.2019- A Câmara do Porto comunica que a inauguração ocorre amanhã e fala sobre a alteração do nome.

28.10.2019 (9h30)- Rosa Mota adianta que vai faltar à reabertura do Pavilhão, escreve uma carta à autarquia, citada pela TSF, onde demonstra o seu descontentamento perante o novo nome do espaço, uma vez que a associação do seu nome a uma bebida alcoólica lhe causa um “enorme constrangimento”. No entanto, a campeã olímpica é confrade da Confraria da Cerveja desde novembro de 2008.

28.10.2019 (12h05)- A oposição (PS, PSD e CDU) comunica que também vai faltar à inauguração.

28.10.2019 (17h39)Durante a cerimónia, Rui Moreira demonstra o seu desagrado pela ausência da atleta, no entanto, enfatiza que antes do Porto ser conhecido pelo desporto e pela cultura, “já o era devido ao Vinho do Porto”. 

29.10.2019 (11h49)- José Pedroso, ex- treinador e companheiro da atleta, afirma em declarações à Lusa, que se prepara para uma “uma batalha que vai durar durante vários anos” pela defesa do nome “Pavilhão Rosa Mota”.

5.11.2019 (8h38)- A Assembleia Municipal do Porto chumba proposta, recomendada pela CDU, que visava a alteração do nome para o que estava previsto anteriormente: “Pavilhão Rosa Mota- Super Bock Arena”.

 

Inês Pinho

Artigo em destaque

Cronologia: Caso Pavilhão Rosa Mota

Desde 1991 que o antigo Pavilhão dos Desportos ficou conhecido como Pavilhão Rosa Mota. Este ano, após a reabilitação do espaço, o nome também mudou. Aqui segue a cronologia da polémica “Superbock Arena Pavilhão Rosa Mota”:

22/11/2018 (20:01) – Câmara do Porto quer adicionar nome de marca de cerveja (Super Bock) ao Pavilhão Rosa Mota.

28/10/2019 (09:30) –  Rosa Mota anuncia que não vai à inauguração do pavilhão. Em carta aos deputados da Câmara do Porto (disponível no observador) diz que se sente “enganada” e rejeita ter o seu nome associado a uma bebida alcoólica.

Durante a tarde –Inauguração do Super Bock Arena/ Pavilhão Rosa Mota.  “Não me venham agora com complexos”, disse Rui Moreira durante o discurso de inauguração

18:30 Bloco de Esquerda é contra a alteração do nome. “Rosa Mota é uma figura marcante do desporto nacional e um símbolo de empenhamento e esforço que tanto diz à cidade do Porto”. O BE quer reverter a mudança e promove um debate aberto à cidade.

30/10/2019 (15:56) –  Carlos César, ex-líder da bancada parlamentar socialista, revela, durante um programa da TSF,  que a alteração do nome é “uma desconsideração de uma figura ímpar para o país”.

30/10/2019 (22:02) –  SIC Notícias adianta que Rosa Mota não quer ter o seu nome associado a uma bebida alcoólica, contudo é confrade da cerveja desde 2008.

31/10/2019  (22:00) – Ornatos Violeta são os primeiros a pisar os palcos do renovado Super Bock / Pavilhão Rosa Mota.

04/11/2019 (06:46) – Chumbo da proposta da CDU para a alteração do nome do Pavilhão para “Rosa Mota Super Bock Arena”.

 

 

Beatriz Carvalho

Artigo em destaque

Os apoios da DGArtes e a falta deles – Cronologia

Depois de elevada contestação nos últimos anos, o Ministério da Cultura e a Direção Geral das Artes têm vindo a apostar numa reestruturação dos programas de apoio à criação e programação de arte. Ainda que o financiamento da DGArtes tenha aumentado em cerca de 1 milhão de euros, 40% das candidaturas consideradas elegíveis para apoio ficaram de fora do orçamento, de acordo com os resultados do último dia 18 de novembro.

 

28 de março

Abertura dos Concursos Bienais de Apoio às Artes para o biénio 2020/2021. A estrutura dos apoios mudou para passar a haver uma separação entre criação de arte, com 70% de verbas alocadas, e apenas um concurso de para programação de arte, com 30% do orçamento total de 18,6 milhões de euros. No ano anterior, o orçamento era de menos 1 milhão de euros.

30 de setembro

Último dia do prazo estipulado pela DGArtes para a divulgação dos resultados dos concursos. Algumas associações manifestaram a sua preocupação pelos atrasos junto do Ministério da Cultura, que se justificou com o aumento do número de candidaturas.

11 de outubro

Divulgados os resultados provisórios dos concursos. 60% das candidaturas elegíveis conseguiram financiamento. Apesar do aumento do número de candidaturas admitidas, o PCP pediu um aumento das verbas para abranger as restantes candidaturas elegíveis que ficaram sem apoios.

18 de outubro

Dezenas de artistas manifestaram-se em cartas ao Ministério da Cultura acerca dos 75 projetos elegíveis pelos jurados dos vários setores artísticos que ficaram de fora dos apoios. A Ministra da Cultura, Graça Fonseca, promete soluções a curto prazo.

18 de novembro

Divulgados os primeiros resultados definitivos do Programa de Apoio Sustentado Bienal. Entre as 25 entidades sem apoio na área da programação de arte estão a Fundação Cupertino de Miranda (Porto) e a Fundação Conservatório Regional de Gaia (Vila Nova de Gaia).

19 de novembro

Responsáveis pela Bienal de Vila Nova de Cerveira, a mais antiga da Península Ibérica, manifestam-se contra a retirada de apoio da DGArtes. Ainda assim, o presidente da fundação da Bienal garante que a iniciativa vai continuar em 2020. Os responsáveis falam de centralismo nos resultados.

20 de novembro

Seiva Trupe comunica à Lusa que espera que a decisão seja “liminarmente revogada”. A companhia de teatro portuense já havia ficado de fora dos apoios da DGArtes em 2018, mas obteve, meses depois, apoios diretos do Ministério da Cultura.

23 de novembro

Ministra da Cultura afirma, em visita à Bienal de Coimbra, que vai fazer “afinamentos” ao Programa de Apoios em 2020. Aproveitando que em 2020 não haverá concurso, Graça Fonseca pretende rever alguns casos que ficaram sem apoio em particular, mas não avança quais.

25 de novembro

Teatro Ildefonso Valério (TEIV), em Vila Franca de Xira, encerra devido ao subfinanciamento por parte do Ministério da Cultura, de acordo com um comunicado do Cegada Grupo de Teatro, responsável pela programação do TEIV. O Cegada Grupo de Teatro foi um dos projetos que ficou sem qualquer apoio financeiro nos concursos.

 

Carolina Reis, Turma 1 (a frequentar Turma 2)

 

Artigo em destaque

Caso Pavilhão Rosa Mota: Cronologia

O antigo Pavilhão Rosa Mota, no Porto, foi inaugurado em outubro, com o nome de “Super Bock Arena- Pavilhão Rosa Mota”. A nova designação está envolta em polémica pela associação do nome da ex-atleta a uma marca de bebidas alcoólicas.

28.11.2008-Rosa Mota é condecorada Confrade da Cerveja.

27.10.2019– Câmara do Porto mantém nome do Pavilhão Rosa Mota. Em comunicado, a Câmara do Porto, esclarece que, apesar da atribuição do nome a um patrocinador, o Pavilhão Rosa Mota manterá o nome da atleta. A autarquia anuncia ainda que, pela primeira vez, o nome da atleta fica ainda “inscrito sobre a entrada principal do pavilhão” e em vários locais do seu interior.

28.10.2019 (11:01) – Rosa Mota falha inauguração do Super Bock Arena- Pavilhão Rosa Mota, como protesto de ver associado o seu nome a uma marca de bebidas alcoólicas. Numa carta enviada à Câmara do Porto, citada pela TSF, a atleta diz sentir-se “enganada”, alegando que está a ser dado destaque à marca de cerveja, em detrimento do seu nome, situação oposta à que havia sido acordada previamente.

– 17:42 – Rui Moreira desvaloriza polémica da alteração do nome do Pavilhão Rosa Mota. No discurso de inauguração do pavilhão o presidente da Câmara do Porto lembra que muito antes de a cidade ser conhecida pela sua ligação ao Futebol Clube do Porto ou aos músicos portuenses, estava internacionalmente ligada ao vinho. associada ao vinho

– 19:17Bloco de Esquerda mostra-se contra a alteração do nome do Pavilhão Rosa Mota e pede debate sobre o tema à Câmara do Porto, com o objetivo de reverter a situação e devolver o Pavilhão à esfera pública.

30.10.2019 (15:56)– Carlos César, ex-líder da bancada parlamentar socialista mostra-se contra a alteração do nome do Pavilhão Rosa Mota. Para o socialista trata-se de desvalorizar o esforço de uma pessoa, para fins comerciais. No programa “Almoços Grátis” da TSF, Carlos César lança mesmo a questão: “Por que boa razão vamos ter uma cerveja com letras grandes e uma heroína com letras pequenas?”.

-19:41– Manuela Melo, ex- vereadora da Cultura da Câmara do Porto mostra-se contra a alteração do nome do antigo Pavilhão Rosa Mota. Numa carta enviada à autarquia portuense, citada pelo Público, a ex-vereadora anuncia a saída da Comissão Toponímia da cidade, apresentando como motivo o “desrespeito” da autarquia para com um símbolo da cidade.

-22:02– Rosa Mota rejeita a associação do seu nome a uma marca de bebidas alcoólicas. Segundo a SIC Notícias, a ex-atleta é confrade da cerveja desde 2008.

4.11.2019 (06:46)- Assembleia Municipal chumba proposta da CDU para alteração do nome do renovado Super Bock Arena- Pavilhão Rosa Mota. Segundo a TSF, a proposta foi chumbada com 22 votos contra do partido “Porto, o nosso Partido” e do PSD. BE mostra-se a favor.

Isabel Ribeiro

Artigo em destaque

Caso Pavilhão Rosa Mota : Cronologia

A inauguração do novo pavilhão Rosa Mota ficou marcada pelo conflito entre a atleta e o presidente Rui Moreira, em causa está a designação do edificio.

27/10/19 A Câmara do Porto anuncia que a inauguração do pavilhão se realiza no dia seguinte. A autarquia revela que o o investimento foi suportado por privados, mas que ficou assegurado que o nome da atleta se mantinha ( comunicado CM Porto)

28/10/19 – (10:39) – Rosa Mota afirma que foi “enganada” e falta à inauguração do novo pavilhão Rosa Mota.  A ex- atleta diz que o que estava combinado era “Pavilhão Rosa Mota”. Rui Moreira  afirma que o nome nunca esteve tão protegido ( TSF)

28/10/19 (11:47) Os vereadores do PS , PSD e CDU anuciam que vão faltar à inauguração. A oposição mostra -se indignada com “menorização” do nome da atleta. ( Expresso)

28/10/19 –  (17: 39) Durante a inauguração, Rui Moreira, critica os “complexos “com as bebidas alcoólicas e afirma que a cidade “já era conhecida pelo vinho” antes de apostar no desporto e na cultura.  ( JN)

28/10/19 – (18:30) O deputado do Bloco de Esquerda, José Soeiro, considera que a autarquia tinha capacidade financeira para prescindir da iniciativa privada, mas quis “ganhar dinheiro” com esta iniciativa.  O bloquista afirma mesmo que “o Porto não está à venda” ( Esquerda.net)

30/10/19- ( 22:02) A polémica ganha novos contornos.É revelado o facto de Rosa Mota pertencer à confraria da cerveja. A atleta tinha afirmado, dias antes, que estar liga a uma bebida alcoolica lhe ” causava constrangimento” ( SIC NOTÍCIAS)

31/10/19 A banda “Ornatos Violeta” dá o primeiro concerto do novo pavilhão. Os bilhetes esgotaram. ( JN)

04/11/19 (17:55) CDU  pede à Câmara do Porto que altere a designção do pavilhão. Os comunistas alegam que a atual designação “contraria a decisão municipal ” de novembro de 2018, em que se previa a denominação “Pavilhão Rosa Mota- Super Bock Arena”. (Público)

05/11/19 (8:38) A proposta da CDU chumbada , com os votos contra dos 22 vereadores do movimento liderado por Rui Moreira( Porto, o nosso partido) e do PSD.  A esquerda votou a favor e 5  deputados do PSD abstiveram-se. ( Público)

Rui Vieira Cunha

Artigo em destaque

Caso: Pavilhão Rosa Mota – Cronologia

A introdução do nome “Super Bock Arena” ao “Pavilhão Rosa Mota” provocou uma grande discussão social e política. Rosa Mota, que dava nome ao pavilhão desde 1991, sentiu-se “enganada” por estar convencida que o seu nome apareceria primeiro. O BE e a CDU também contestaram a mudança de nome, uma polémica que ainda passou pela Confraria da Cerveja.

27.11.2018 (18:00) – A mudança de nome do renomado pavilhão é aprovada apenas pelo grupo maioritário de Rui Moreira na reunião do Executivo da Câmara do Porto.

27.10.2019 – A Câmara Municipal do Porto afirma que Pavilhão Rosa Mota vai manter o nome. Através de um comunicado na sua página oficial, a Autarquia explica que “o nome da atleta está mais do que nunca protegido” e, pela primeira vez, vai ter uma inscrição “sobre sobre a entrada principal do pavilhão e também em vários locais do seu interior.”

28.10.2019 (09:30) – Numa carta à Autarquia portuense, citada pela TSF, Rosa Mota diz sentir-se “enganada” com o nome dado ao antigo Palácio de Cristal, “Super Bock Arena Pavilhão Rosa Mota”, pois estava convencida que o seu nome apareceria primeiro. A ex atleta afirma ainda que vai faltar à inauguração.

28.10.2019 (15:17) Rui Moreira desvaloriza a polémica em torno do nome do Pavilhão, argumentando que “a cidade do Porto já era associada ao vinho do Porto” e, por isso, não há razões para “complexos por haver um nome que está associado a bebidas alcoólicas.”

28.10.2019 (18:30) – Através de um comunicado, o Bloco de Esquerda condena a atribuição do nome da marca de cerveja ao pavilhão e defende que se deve “reverter de imediato esta apropriação indevida”.

29.10.2019 (11:49) – Companheiro de Rosa Mota, José Pedroso, em delcarações à LUSA, afirma que se está a preparar para uma “batalha que vai durar vários anos” para defender o nome do Pavilhão Rosa Mota.

30.10.2019 (22:02) – A SIC Notícias revelou que Rosa Mota é uma confrada honorária da Confraria de Cerveja desde 2008, o que pode ser confirmado no site oficial da mesma.

31.10.2019 (22:00)Concerto dos Ornatos Violeta reabre o Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota.

04.11.2019 (17:55) – CDU afirma que a Câmara do Porto não deve aceitar o nome “Super Bock Arena” aparecer primeiro que “Pavilhão Rosa Mota” na designação do espaço renovado, pois esta “contraria a decisão municipal” e “não tem suporte legal”, segundo o PÚBLICO.

05.11.2019 (06:46) – A proposta da CDU é chumbada pela Assembleia Municipal do Porto, seugndo a LUSA, com 22 votos contra do grupo municipal ‘Porto, o Nosso Partido’ e do PSD, bem como cinco abstenções dos deputados sociais-democratas.

Ricardo Silva

Artigo em destaque

Caso Pavilhão Rosa Mota: cronologia

A introdução do nome “Super Bock Arena” ao anterior Pavilhão Rosa Mota levou a indignação por parte da própria atleta, que não esteve presente na cerimónia de inauguração do pavilhão. A situação desenrolou um conjunto de acontecimentos, que vão desde a Confraria da Cerveja às propostas do Bloco de Esquerda e da CDU.

27.11.2018 (18:00) – Inclusão da designação “Super Bock Arena” no nome do Pavilhão Rosa Mota é aprovada na Câmara do Porto, apenas com os votos da maioria liderada por Rui Moreira. PS, PSD e CDU votaram contra.

27.10.2019 – Câmara do Porto anuncia que, apesar da atribuição do nome de um patrocinador, a designação do Pavilhão Rosa Mota será mantida, e que o espaço vai reabrir no dia seguinte.

28.10.2019 (09:30) – Numa carta endereçada à autarquia portuense e citada pela TSF, Rosa Mota diz sentir-se “indignada” e “enganada” com uma decisão que, de acordo com a campeã olímpica, foi feita à revelia. Como forma de protesto, Rosa Mota afirma que não vai marcar presença na inauguração do espaço.

– (15:00) Inauguração formal da Super Bock Arena. Rui Moreira praticamente ignora a polémica, referindo o assunto apenas para recuperar a relação histórica da cidade do Porto com o vinho.

– (18:30) – Em comunicado, o Bloco de Esquerda revela estar do lado de Rosa Mota, dado a mesma ser “uma figura marcante do desporto nacional e um símbolo de empenhamento e esforço que tanto diz à cidade do Porto”. O partido pretende, assim, que a Câmara do Porto reverta a sua decisão.

29.10.2019 (11:49) – De acordo com o jornal Público, o ex-treinador e companheiro de Rosa Mota, José Pedroso, afirma que a atleta se está a preparar para uma batalha em defesa do nome “Pavilhão Rosa Mota”.

30.10.2019 (22:02) – SIC Notícias aponta que, apesar de insatisfeita com a atribuição do nome de uma bebida alcoólica ao pavilhão em detrimento do seu, Rosa Mota é confrade da cerveja. Na página da Confraria da Cerveja, confirma-se que a atleta tem essa posição desde 2008.

31.10.2019 (22:00) – Reabertura da Super Bock Arena, com concerto da banda Ornatos Violeta.

04.11.2019 (17:55) – CDU propõe alterar a designação do renovado espaço para “Rosa Mota Super Bock Arena”. O partido defende, e o Público cita, que o nome dado ao pavilhão “contraria a decisão municipal” e “não tem suporte legal”.

05.11.2019 (06:46) – Lusa revela que a Assembleia Municipal do Porto chumbou a proposta da CDU.

 

Ana La-Salete Silva

Artigo em destaque

Sondagens 2019: PSD continua a somar votos na corrida às legislativas

A última sondagem pitagórica revela que o PS continua em vantagem, no entanto o partido social democrata tem vindo a somar votos e a aproximar-se do seu principal opositor. António Costa e Rui Rio só estão separados por 7.5 pontos percentuais.

 

No período de 4 dias ( 20 a 23 de Setembro de 2019), foi realizada uma sondagem pela Pitagórica para a TVI, SIC e JN, de forma a tentar prever os resultados das legislativas de 6 de Outubro.  Para este efeito, foi selecionada uma sub-amostra de 150 entrevistas que visam representar o universo eleitoral português, tendo em conta o género, idade e região dos entrevistados. A seleção dos intervenientes foi realizada aleatoriamente.

Este ano há um recorde de partidos a concorrer às legislativas (21), os dados das sondagens mostram que o PS está à frente com 36.6 pontos percentuais, o PSD com 28.8 e de seguida o Bloco de Esquerda com 10.5.

Este ano, partidos a concorrer são: PSD, PS, BE, CDS-PP, CDU, PAN, Aliança, Chega, Iniciativa Liberal, PNR, PDR, PCTP-MRPP, PPM, PTP, Livre, RIR, MPT, PURP, Nós, Cidadãos!, MAS e JPP.

Os valores apresentados dizem respeito ao presente ano civil, sendo que os resultados das últimas legislativas ( 4 de Outubro de 2015) podem ser consultados na página da administração interna.

Nas últimas eleições, em 2015, a coligação PPD/PSD.CDS-PP obteve o maior número de votos, sendo que o PS, lider nas mais recentes sondagens, ficou em segundo lugar com uma diferença de 4,55 pontos percentuais em relação à coligação anteriormente mencionada. No entanto, o PS foi capaz de formar governo realizando uma coligação com o Bloco de Esquerda e com o PCP.

Cada vez mais perto do dia 6 de Outubro, a corrida às legislativas continua.

 

Soraia Amaral

 

 

 

Artigo em destaque

Sondagem legislativas: resultados de PS e PSD continuam a aproximar-se

A sondagem de ontem (terça-feira) da Pitagórica revela o prolongamento da subida das intenções de voto no PSD. PS lidera mas continua a afastar-se da maioria absoluta.

 

As eleições legislativas de 2019 são dia 6 de outubro, daqui a menos de duas semanas. As intenções de voto têm sido manifestadas nas sondagens diárias feitas pela Pitagórica, desde sábado.

 

De segunda para terça-feira, o Partido Socialista (PS) caiu 1,6 pontos percentuais (pp) – de 37,6%, desceu para 36%. Por outro lado, o Partido Social Democrata (PSD) subiu 0,8pp – de 26,8% para 28,5%.

O partido de Rui Rio mantém a trajetória de subida desde que se iniciaram estas sondagens. Em sentido inverso mantém-se o o partido liderado por António Costa, que continua a cair nas intenções de voto. Desde o dia em que foi divulgada a primeira sondagem que o PS teve uma queda de mais de 4pp (registava 40,6% no sábado), queda que tem sido mais rápida do que a subida do PSD, de quase 2pp. Os dois maiores partidos estão agora separados nas intenções de voto por 7,5pp, o que significa que a diferença cai para quase metade – começou nos 14pp.

 

A sondagem mostra, igualmente, subidas para o Bloco de Esquerda (BE), que tem vindo a crescer desde sábado e regista agora 10,5%, mantendo-se como o terceiro partido com mais intenções de voto.

A CDU (Coligação Democrática Unitária), formada pelo PCP e pelo Partido Ecologista Os Verdes (PCP-PEV), cai para 6,8%. Igualmente o CDS – Partido Popular (CDS-PP) baixou de 4,7% para 4,4%. Por sua vez, o Partido das Pessoas, dos Animais e da Natureza (PAN) volta a subir e ocupa o sexto lugar com 3,7%.

 

Também entre os que lutam por chegar pela primeira vez ao Parlamento há novidades. Desde logo, observa-se os percursos inversos de dois partidos de centro-direita: o Iniciativa Liberal ganha alguma tração (1,2%), no entanto, o Aliança perde-a (0,5%) e fica empatado com o CHEGA!. Mais à esquerda, o Livre sobe e chega aos 0,9%.

 

Comparativamente à últimas eleições legislativas, de 2015, o PS obtém este ano uma maior percentagem de eleitorado, cerca de mais 4pp, contrariamente ao PSD, que baixou cerca de 8pp relativamente ao resultado obtido há quatro anos, em coligação com o CDS-PP.

 

Segundo a ficha técnica, este estudo tem como objetivo avaliar a opinião dos eleitores portugueses sobre temas relacionados com as eleições, nomeadamente a intenção de voto nos vários partidos.

A sondagem é feita para a TVI, Jornal de Notícias (JN) e TSF Rádio Notícias pela Pitagórica, uma entidade de cálculos e estatísticas. Durante quatro dias, a partir de sábado, foram recolhidas sub-amostras: uma por dia, de 150 entrevistas, representativa do universo eleitoral português, tendo por base os critérios de género, idade e região.

A seleção dos entrevistados foi realizada através da geração aleatória de números de telemóvel e as entrevistas são recolhidas através de entrevista telefónica. A taxa de resposta foi cerca de 60%.

A ficha técnica completa pode ser consultada online, junto da Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

 

Francisca Valentim

Artigo em destaque

PSD ameaça liderança socialista

A Sondagem da Pitagórica para o Jornal de Notícias, TVI e TSF aponta queda socialista e subida das intenções de voto no PSD. Os dois partidos estão agora separados por 7,5 pontos percentuais.

PS continua em vantagem para as legislativas de 6 de outubro com 36% das intenções de voto, embora se tenha registado uma descida de 4% desde a divulgação da primeira sondagem. Em contraste com esta queda, está a subida de 1,9% registada entre sábado e terça-feira pelo PSD (de 26,6% para 28,5%)

As mesmas fontes indicam que o Bloco de Esquerda se mantém firme no terceiro lugar (10,5%),  seguido do CDU, com 6,8% das intenções de voto. Agora mais próximo do quinto lugar, ocupado pelo CDS (44,4%), está o PAN, com 3,7%.

Ainda na procura por um lugar no parlamento, está o a Iniciativa Liberal com 1,2%, o Livre com 0,9% e o partido Aliança empatado com o CHEGA com 0,5%.

Estas tendências nas intenções de voto, remetem para as legislativas de 2015, em que o PS, com 32,31% dos votos não conquistou a liderança. Este resultado, revela que os 36% que o partido socialista agora regista ainda não lhe garantem o pódio no dia 6 de outubro.

Ficha Técnica

A sondagem resulta de uma recolha de 150 entrevistas realizadas via telefónica pela Pitagórica, durante quatro dias (20 a 23 de Setembro 2019). Esta sub-amostra foi selecionada mediante critérios de género, idade e região.  A Ficha técnica completa pode ser consultada no site da Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

Inês Sofia Pereira

Artigo em destaque

Legislativas 2019: PS vence na freguesia de Vila Flor (Bragança)

Os votos estão contados e as decisões tomadas. Na Freguesia de Vila Flor e Nabo (Bragança)  cerca de 1113 eleitores saíram à rua para votar. Isto significa que houve uma afluência ao direito ao voto de pouco mais de metade dos inscritos. 

Os resultados das legislativas 2019 na freguesia transmontana mostram-se semelhantes aos  resultados de 2015. O PS  manteve-se na frente com 39.71% dos votos, no entanto o Partido Social Democrata continuou próximo do opositor com 38.27%. Em 2015 a diferença não chegou a 1 ponto percentual.

O Bloco de Esquerda, cada vez mais, consegue maior representatividade com um aumento de 2,47 pontos percentuais.

É possível verificar resultados dispares comparando os resultados da freguesia vilaflorense com a capital de distrito, Bragança. Tento em conta as 39 freguesias do distrito, o partido mais votado foi o PPD/PSD com cerca de 6279 votos (40.12%) de um total de 15.649 votantes.

Apesar dos 21 partidos que estiveram a votos este Domingo, 6 de Outubro, foram apenas três os deputados eleitos no distrito de Bragança: o PPD/PSD com 2 eleitos ( Adão José Fonseca e Isabel Maria Lopes) e o PSD com 1 eleito (Jorge Manuel Nogueira Gomes).

#legislativas2019 # VilaFloreNabo #resultados #Bragança #deputados

Soraia Amaral

Artigo em destaque

Legislativas 2019: PS vence na freguesia de Santa Marinha

Imagem: santamarinhaeafurada.pt

O partido de António Costa liderou as eleições na união de freguesias de Santa Marinha e São Pedro da Afurada, no concelho de Vila Nova de Gaia, Porto.

Embora tenha vencido as legislativas de 2019 sem maioria absoluta,  foi o PS que alcançou o primeiro lugar nesta freguesia, pertencente ao círculo eleitoral do Porto , à semelhança das legislativas de 2015. Assim, o partido socialista conquistou 36.49% da população votante (35,67% em 2015), num total de 58,36%.

Em segundo lugar ficou o PSD, com 26.30% (31,18% em 2015, em coligação com o CDS), seguido do Bloco de Esquerda com 13,29% (13,61% em 2015). Também o PCP-PEV e o PAN demonstraram a preferência dos eleitores da região, com 6,45% e 4,20% (2,13% em 2015) dos votos, respetivamente.

Conhecidos os resultados das legislativas de 2019, vimos que o círculo de eleitores do Porto elegeu um total de 40 deputados, mais um do que em 2015. O PS ocupa o topo da lista com 17 deputados eleitos, entre eles Alexandre Tiedtke Quintanilha e Rosário Gamboa, somando mais 3 do que em 2015. Já o PSD, apresentou uma queda de 2 deputados e conta agora com 15, entre eles Hugo Carvalho e Rui Rio. Abaixo, estão o Bloco de Esquerda e o PCP-PEV que perderam um deputado relativamente às últimas eleições legislativas. O BE tem agora 4 lugares reservados para os portuenses no parlamento, nomeadamente para Catarina Martins e José Soeiro, já o PCP conta com apenas 2, Diana Ferreira e Ana Mesquita.

A abstenção nas eleições de 6 de outubro, na freguesia de Santa Marinha e S. Pedro da Afurada, ultrapassou os votos do partido vencedor, com uma percentagem de 41.64%, um aumento de 2,62 pontos percentuais relativamente a 2015.

Telma Brochado

Artigo em destaque

Legislativas 2019: PS consegue maioria em Santo Tirso (Porto)

 

Partido Socialista inverte os resultados de 2015 e vence as eleições legislativas de 2019 na União das Freguesias de Santo Tirso.

Nas eleições legislativas de 2019, o Partido Socialista (PS) conseguiu obter mais votos na União das Freguesias de Santo Tirso, Couto (Santa Cristina e São Miguel) e Burgães, o que representou uma viragem nos resultados das últimas eleições, já que habitualmente é o Partido Social-Democrata (PSD) que consegue os melhores resultados.

Localizado numa zona rural, a meia-distância entre Porto e Braga, o município de Santo Tirso é uma região com uma implantação religiosa muito forte e, consequentemente, de grande conservadorismo político.

Por isso, ao longo dos anos, Santo Tirso tem sido um bastião Social-Democrata e é a terra natal de algumas figuras proeminentes do PSD, como por exemplo Mário Montalvão Machado ou Eurico de Melo, ambos fundadores do partido e que desempenharam cargos importantes em vários governos.

Fruto dessa influência, o PSD sempre obteve resultados eleitorais muito fortes nesta região e mesmo depois do governo de Passos Coelho/Troika, o resultado foi favorável ao partido.

Curiosamente, no âmbito das eleições autárquicas, tem ocorrido a chamada “alternância democrática” em que o PS e o PSD vão-se revezando no comando dos destinos do município.

Entretanto, em 2019 a tendência dos últimos anos nas eleições legislativas alterou-se, levando à vitória do Partido Socialista com uma de percentagem 42,30%, resultado que representa uma subida bastante relevante comparativamente a  (36,53%).

O PSD por outro lado, que em 2015 fez uma coligação com o Partido Popular (CDS-PP), desceu a percentagem de votos em mais de 10%. O resultado do partido foi de 29,07% ocupando o segundo lugar na lista de mais votados.

Em resultado a estas votações foram eleitos 39 deputados no distrito do Porto. O PS conseguiu eleger 14 deputados tais como Alexandre Quintanilha, José Luís Carneiro e Maria Isabel Coelho Santos e o PSD conseguiu igualmente 14 deputados como por exemplo José Pedro Aguiar-Branco, Marco António Costa e Emília de Fátima Moreira Santos.

Leonor Faria

Artigo em destaque

Legislativas 2019: PSD mantem liderança em São Pedro Fins (Porto)

Related image

Na freguesia de São Pedro Fins, conselho da Maia, o PSD saiu vencedor com cerca de 38% dos votos, quatro pontos percentuais acima do PS, que ficou em segundo lugar. O partido de Rui Rio consegue manter a liderança. 

Apesar da vitória a nível nacional, o PS não conseguiu alcançar o primeiro lugar nesta freguesia, tendo apenas 34% dos votos. Em terceiro lugar ficou o Bloco de Esquerda com quase 9% seguido do PAN com 3,7% e a CDU com 3,6%. Foram vários os partidos com apenas um voto, mas que ainda assim superaram o MAS e o PPM que não conseguiram obter nenhum.

Em 2015 os resultados foram mais favoráveis para o PSD que foi capaz de obter quase 45% dos votos, já o PS conseguiu uma subida de sete pontos percentuais comparativamente a 2015. Os três primeiros conseguiram manter a posição, no entanto a CDU foi ultrapassado pelo PAN em relação às últimas legislativas.

Relativamente aos resultados do distrito do Porto são várias as diferenças, nomeadamente o vencedor, que no Porto foi o partido de António Costa, seguido do PSD, Bloco de Esquerda e em quarto a CDU. Outra diferença a destacar é a percentegem de abstenção que chegou a cerca de 41%, ultrapassando a de S. Pedro Fins foi de apenas 36%.

No círculo eletoral do Porto foram eleitos 40 candidatos sendo a maioria do PS (17 eleitos) entre os quais Alexandre Quintadilha e Maria Lopes de Carvalho. Hugo de Carvalho e Rui Rio vão ser dois dos quinze candidatos a representar o PSD. Catarina Martins, porta-voz do partido, foi uma dos quatro deputados eleitos do Bloco de Esquerda. Por parte do CDU temos Diana Ferreira e Ana Mesquita. Já o PAN e o CDS elegeram apenas um deputado sendo elas Bebiana Cunha e Cecília Meireles respetivamente.

Maria Inês Carvalho (turma 2)

 

 

Artigo em destaque

Legislativas 2019: PS ganha eleições em Passos (Fafe)

No passado domingo o país foi a votos e os resultados revelam que o PS foi o vencedor no círculo eleitoral de Braga e na freguesia de Passos.

A freguesia de Passos (Fafe) conta com  1.008 eleitores e apresenta resultados  semelhantes ao do círculo eleitoral.  Em primeiro surge o PS (42,05%) , em segundo aparece o partido de Rui Rio (PSD) com 30,62% dos votos, em terceiro o Bloco de Esquerda (9,30%) e em quarto lugar aparece o CDS-PP (3,10%).

O R.IR. estreia-se na freguesia dividindo o quinto lugar com a coligação de Jerónimo de Sousa (CDU). Ambos os partidos receberam onze votos.

Nas legislativas de 2015 o PSD ganhou com 47,02% dos votos seguido pelo PS (33,68%), pelo B.E (8,01%) e pela CDU (1,85%).

No círculo eleitoral de Braga, os resultados do vencedor não se afastaram muito dos resultados a nível nacional. O PS venceu com 36,40% dos votos. O Partido Socialista elege assim oito deputados, de entre os quais Sónia Fertuzinhos, José Gomes Mendes e Maria Begonha.

O PSD, que venceu nas legislativas de 2015, ocupa o segundo lugar com 34,08% dos votos e também com oito deputados, a destacar André Lima, Firmino Marques  e Clara Marques Mendes.

O terceiro lugar do pódio é ocupado pelo Bloco de Esquerda com 8,88% e com apenas dois deputados eleitos, José Maria Cardoso e Alexandra Vieira.

Em quarto lugar aparece o CDS-PP com 4,11%, elegendo um único deputado, Telmo Correia.

A abstenção atingiu um novo recorde a nível nacional (45,49%), mais 1,35 pontos percentuais do que em 2015.  O círculo eleitoral de Braga viu um aumento (40,17%) e na freguesia de Passos a abstenção desceu de 52,30% para 48,81%.

Para mais informações sobre os resultados das legislativas pode clicar aqui.

 

Beatriz Carvalho

Artigo em destaque

PSD vence apertado em Aveiro (município), mas não consegue vencer no distrito

PSD venceu as legislativas no município por uma margem inferior a 0,2% de diferença em relação aos votos recebidos pelo PS; apenas 88 votos de diferença, uma vitória muito apertada.

Resultado de imagen de legislativas 2019

Fonte: Record Europa

O distrito de Aveiro é muito conservador; o Partido Social Democrata venceu as legislaturas neste distrito por 10 anos. Quatro foram comemorados e é a primeira vez na década que o PS está à frente do PSD. Os socialistas obtiveram 120 839 votos (34,31%) em comparação com 118 141 (33,35%) dos social democratas; o que lhes dá 7 e 6 deputados, respectivamente. Agora, os socialistas recuperaram dois assentos parlamentares no distrito de Aveiro.

Essa diferença, embora ajustada, é explicada observando os concelhos: PSD venceu em 9 dos 19 que compõem o distrito; e não com grande diferença, exceto em Vagos, que obteve mais da metade dos votos, Oliveira do Bairro, Sever do Vouga e Anadia.

Por outro lado, o Bloco Esquerda ganhou um deputado em relação às eleições anteriores; colocando com 2 desta vez com quase 10% dos votos. CDS, com 5,69%, garantiu uma vaga no Parlamento. O CDU e o PAN, apesar de terem passado os 10.000 votos, não conquistaram nenhum assento.

Os deputados eleitos foram:

(PS) – Pedro Nuno de Oliveira Santos; Cláudia Maria Cruz Santos; Carlos Filipe de Andrade Neto Brandão; Porfirio Simões de Carvalho e Silva; Susana Alexandra Lopes Correia; Hugo Daniel Matos Oliveira; Joana Isabel Martins Rigueiro de Sá Pereira.

(PPD/PSD) – Ana Miguel Marques Neves dos Santos; António André da Silva Topa; Helga Alexandra Freire Correia; Bruno Manuel Pereira Coimbra; Nuno André Maia das Neves; Carla Manuela de Sousa Madureira.

(BE) – Moisés Salvador Coelho Ferreira; Nelson Ricardo Esteves Peralta.

(CDS-PP) – João Rodrigo Pinho de Almeida

A nível nacional, o PS venceu as eleições marcadas por la baixa participação, ainda que sem maioria absoluta.

 

Raquel López Rodríguez

Artigo em destaque

LEGISLATIVAS 2019: PS e PSD muito próximos em Gulpilhares/Valadares (Porto)

No passado domingo, 60% dos eleitores da União de Freguesias de Gulpilhares e Valadares foi às urnas escolher os seus representantes. PS e PSD ficaram muito próximos, em primeiro e segundo lugar.

O PS contabilizou 33,49% dos votos na união de freguesias gaiense, menos 3 pontos percentuais que os socialistas registaram nos resultados globais. Já o PSD ficou imediatamente atrás, com 29,09% dos votos, mais 2 pontos percentuais que na totalidade nacional. Para além destes dois, o Bloco de Esquerda foi o último partido a passar o milhar de votos, com uma percentagem de quase 12%, e reforça a sua posição como terceira força partidária. Todos os partidos angariaram votantes, com o MAS a ficar em último com apenas 8 pessoas a dar-lhes a cruzinha (0,07%). Todos os resultados em Gulpilhares/Valadares podem ser consultados na página das legislativas da TVI.

No círculo eleitoral do Porto, o PS elegeu 17 deputados, entre os quais estão o físico Alexandre Quintanilha e Constança Urbano de Sousa, ex-ministra da Administração Interna na altura dos incêndios de Pedrógão Grande.  O PSD conseguiu lugar para 15 deputados, apenas menos 2 que o PS, e foi por este círculo eleitoral que foi eleito o secretário-geral do partido, Rui Rio. Catarina Martins, porta-voz do Bloco de Esquerda, foi também eleita pelo Porto, juntamente com outros 3 deputados, entre os quais está o jovem estudante da FLUP Luís Monteiro. Pela CDU entraram Diana Ferreira e Ana Mesquita. PAN e CDS elegeram ambos apenas uma deputada – Bebiana Cunha (PAN) e a já deputada Cecília Meireles (CDS). Dos partidos com assento parlamentar, só os estreantes não fizeram entrar ninguém do Porto – CHEGA, Livre e Iniciativa Liberal, cujo presidente vota, inclusive, na união de freguesias Gulpilhares/Valadares.

Em 2015, foi a coligação Portugal à Frente (PSD/CDS) que angariou mais eleitores em Gulpilhares/Valadares, com uma diferença para o PS idêntica à que os partidos obtiveram nestas eleições – podemos dizer que se inverteram os papéis. Bloco de Esquerda e CDU também tinham tido mais votos nas últimas legislativas. A grande diferença foi a dispersão de eleitores pelos novos partidos emergentes, fenómeno que não ocorreu em grande escala na eleição anterior. Os resultados foram, aliás, semelhantes aos do próprio círculo eleitoral do Porto, que elegeu 17 deputados da coligação PaF em 2015 e 14 do PS. Bloco de Esquerda perdeu um este ano em relação às últimas legislativas, bem como a CDU. O PAN só elegeu uma deputada pelo Porto pela primeira vez este ano.

 

Carolina Reis

Turma 1 (a frequentar turma 2)

 

 

Artigo em destaque

Legislativas 2019: PS reforça liderança em São Pedro da Cova (Porto)

Imagem relacionada

O partido liderado por António Costa venceu na União de Freguesias de Fânzeres e São Pedro da Cova com 38,8% dos votos. O PAN foi o único partido que aumentou o número de votos.

 

Os portugueses foram chamados às urnas e os resultados das legislativas estão aí.

Na União de freguesias de Fânzeres e São Pedro da Cova o clima de estabilidade política proporcionado pelo anterior governo foi o necessário para o PS ter saído, uma vez mais, vencedor com 38,82% dos votos, mais 6 pontos percentuais do que em 2015 (32,15%).

Em segundo lugar e “divorciado” do “amigo” CDS surge o PSD com 20,84% dos votos. Nestas eleições o partido de Rui Rio optou por não fazer coligações , no entanto, esta estratégia não convenceu os eleitores que abandonam cada vez mais a tendência de votar nos sociais-democratas.

A desaparecer está também a confiança no CDS . O partido (ainda) liderado por Assunção Cristas foi o grande derrotado que desce da segunda para a sexta posição com 1,99%, isto é, 349 votos.

A novidade surge a ocupar a terceira posição. Apesar de ter sofrido uma ligeira queda, o partido liderado por Catarina Martins elevou-se a terceira força política nestas freguesias com 12,30% dos votos.

Contrariando todas as espectativas, a coligação CDU, partido com uma adesão significativa na região, perdeu votos e ficou em quarto no tabela. De 16,07% em 2015 passou para 11,46% em 2019.

O PAN foi outro dos partidos onde a diferença de votos se revelou mais significativa, neste caso pela positiva. Com 1,68% dos votos e na sexta posição em 2015, o partido de André Silva regista agora 4,14% dos votos e sobe para a quinta posição.

Em relação aos “pequenos partidos”, o destaque vai para o R.I.R que atinge os 1,00%. CHEGA, Livre, Iniciativa Liberal, Aliança e todos os restantes ficam abaixo deste valor.

Comparativamente ao ano de 2015, a abstenção aumentou. 51,98% dos eleitores recenseados nestas freguesias não votaram.

Círculo eleitoral do Porto

Em relação aos resultados do círculo eleitoral do Porto não foram registadas diferenças em relação à União de Freguesias de Fânzeres e São Pedro da Cova. Os primeiros seis lugares registados no distrito coincidem com os das freguesias. As diferenças verificam-se em relação aos resultados de 2015.

Este ano o PS chegou para vencer. Elegeu 17 deputados e registou 36,65% dos votos (mais 4 pontos percentuais do que em 2015). Parece que durante os últimos quatro anos o partido de António Costa conseguiu convencer os portuenses que até então reservavam o seu boletim para o  PSD.

Em segundo lugar, com 31,16% e com 15 deputados (menos 2 do que em 2015) está o PSD. Uma queda abrupta de 8 pontos percentuais é a diferença entre 2019 e 2015.

O terceiro e quarto lugares são ocupados pelos partidos de esquerda. O Bloco de esquerda permanece firme no terceiro lugar, já a CDU fica em quarto, com 4,80%. Em relação ao número de deputados eleitos, ambos os partidos perderam 1 deputado. O BE ficou com 4 e a CDU com 2.

Com 3,46% dos votos, mais 2 pontos percentuais do que em 2015 e pela primeira vez com direito a eleger 1 deputado está o PAN.

O grande derrotado é o CDS. Assim como a tendência verificada a nível nacional, o partido de Assunção Cristas perde cada vez mais votos. A direita parece não convencer no Porto que passa do segundo para o sexto lugar da tabela e de 15 para 1 deputado.

No último lugar e com apenas 0,06% está o MAS, lugar que era ocupado pelo JPP que subiu duas posições.

É de salientar que a abstenção foi maior, assim como a percentagem de votos nulos e em branco.

Os candidatos eleitos pelo círculo eleitoral do Porto podem ser consultados aqui.

 

Isabel Ribeiro

Artigo em destaque

Legislativas 2019: PSD mantém liderança na freguesia de Santa Maria da Feira (Aveiro)

O partido liderado por Rui Rio obteve 35,22% dos votos, o que representou uma quase perda da liderança de 8 anos na União das Freguesias de Santa Maria da Feira, Travanca, Sanfins e Espargo.

 

Quatro anos depois das últimas eleições legislativas, as posições dos principais partidos mantiveram-se em Santa Maria da Feira, Travanca, Sanfins e Espargo.

Desta vez não apoiado pelo CDS-PP, o PSD quase perdeu a sua liderança de 8 anos na freguesia. Se concorressem, novamente, coligados, o partido de Rui Rio (35,22%) e o de Assunção Cristas (3,61%) poderiam ter obtido 38,53% dos votos, o que representaria uma queda de quase 5 pontos percentuais em relação a 2015.

Com um segundo lugar reforçado, o PS conseguiu 33,97% dos votos, uma subida pouco acentuada quando comparada com os 30,35% obtidos em 2015. Estes resultados contrariam, assim, os registados a nível nacional, onde o partido de António Costa teve uma vantagem confortável em relação ao PSD.

O que não destoou dos resultados globais foi a posição do Bloco de Esquerda como maior força “alternativa”. O partido de Catarina Martins perdeu alguns votos na União de Freguesias, mas, mesmo assim, distanciou a quarta força política. O BE registou 10,74% dos votos, uma queda de apenas um ponto percentual em relação a 2015.

A maior surpresa da noite nesta União de Freguesias foi mesmo a subida do PAN ao quarto-lugar, deixando para trás o CDS-PP e a CDU. André Silva e o seu partido conseguiram arrecadar 3,61% dos votos, enquanto o CDS ficou-se pelos 3,31% e a coligação de esquerda com 2,70%, uma queda de quase 2 pontos percentuais comparada com os resultados das últimas legislativas.

Quanto aos partidos sem representação Parlamentar, o PDR sofreu uma grande queda em Santa Maria da Feira, Travanca, Sanfins e Espargo. Enquanto em 2015 tinha obtido o quinto lugar com 1,58% dos votos, em 2019 conseguiu apenas 0,08%. Já a Iniciativa Liberal foi o único dos novos partidos a conseguir mais de 1% dos votos.

Círculo Eleitoral de Aveiro

Enquanto na União das Freguesias de Santa Maria da Feira, Travanca, Sanfins e Espargo os resultados contrariavam, de certa forma, a tendência nacional, o mesmo não podemos dizer do Círculo Eleitoral de Aveiro, ao qual pertencem.

Aqui, o PS ganhou com 34,31% dos votos, o que representa sete mandatos, uma grande subida comparada com 2015, onde apenas conseguiu cinco, com 27,91% dos votos.

Já o PSD e o CDS, se concorressem coligados, teriam obtido 39,21% dos votos e um total de sete mandatos. Apesar da liderança do Círculo Eleitoral ter sido possível, este resultado representaria uma queda de quase 10 pontos percentuais, quando comparado com 2015.

Em relação ao Bloco de Esquerda, e tal como na União de Freguesias, este conseguiu o terceiro lugar. Embora não tenha registado uma grande subida em relação ao número de votos conquistados nas últimas legislativas, obteve mais um mandato. O partido liderado por Catarina Martins vai ter agora dois deputados na Assembleia, oriundos de Aveiro.

Tal como em 2015, mais nenhum partido teve votos suficientes para conseguir um mandato. A lista completa de deputados eleitos, em Aveiro, para a Assembleia da República pode ser consultada aqui.

A nível de abstenção, a registada no Círculo Eleitoral de Aveiro foi idêntica à nacional.

Ricardo Jesus Silva

Artigo em destaque

Legislativas 2019: PSD lidera no Castêlo da Maia

Contrariamente aos resultados globais apresentados, os eleitores da freguesia do Castêlo da Maia, no concelho da Maia, voltaram a dar vitória ao PSD, no passado dia 6 de outubro.

Fonte: RTP

O Partido Social Democrata venceu com um total de 3390 votos (35,1%), seguindo-se do Partido Socialista, com uma diferença de apenas 177 votos (33,3%). O Bloco de Esquerda apresentou-se em 3º lugar na tabela com apenas 949 votos (9,84%).

Numas eleições marcadas pelo recorde do número de abstenção, foram, nesta região, cerca de 6200 (40%), os cidadãos que não exerceram o seu direito de voto.

Comparativamente com o ano de 2015, o retrato é bastante semelhante, uma vez que o PSD mantém a liderança (apesar de apresentar um decréscimo de 8%) e o PS e o BE permanecem no 2º e 3º lugares, respetivamente.  A grande diferença apresenta-se na elevada diminuição dos votos do Partido Democrático Republicano (de 119, em 2015, para 14).

No distrito do Porto, a vitória vai para o PS que, com 36,65% dos votos, conseguiu eleger 17 deputados. Por sua vez, o PSD, contou com 31,16% e 15 deputados eleitos. Neste distrito foram ainda eleitos 4 deputados do Bloco de Esquerda, 2 da CDU, 1 do CDS-PP e 1 do PAN.

Nas legislativas anteriores, a coligação PSD/CDS-PP ganhou as eleições no Porto, elegendo 17 deputados, de seguida com os socialistas com 14, os bloquistas com 5 e a CDU com 3.

A nível nacional, o PS venceu as eleições, ainda que sem maioria absoluta.

 

Inês Pinho

 

 

Artigo em destaque

Legislativas 2019: PAN ficou à frente do CDS em Águas Santas (Porto)

O PS foi o partido mais votado em Águas Santas (Porto) com 36,84%. O Bloco atingiu os 13% e o PAN conseguiu chegar aos 4,9%, mais do dobro do CDS (2,17%).

Os socialistas venceram, em Águas Santas, com uma diferença de quase 10 pontos percentuais (pp) face ao PSD (27,03%), um desempenho muito diferente em relação às legislativas de 2015, em que o PS derrotou, apenas por oito décimas, a coligação PSD/CDS.

Os Bloquistas tiveram 13,08%, quase 4pp acima do registado em termos globais (9,67%). Apesar disso, teve uma quebra de 1,5pp em comparação com 2015. A CDU manteve o quarto lugar (5,43%), mas caiu mais de 2pp (7,79%).

O grande derrotado da noite é o CDS, que viu o PAN marcar o dobro da sua percentagem. A diferença para os resultados de 2015 é abismal, porque nessa ocasião concorreu coligado com o PSD.

Relativamente aos partidos que conseguiram entrar no parlamento, o Iniciativa liberal foi o mais votado com 1,25%, o Livre duplicou a votação de 2015 e chegou a 1,11%.  O Chega obteve apenas 0,76%.

A abstenção foi mais baixa do que no resto do país, com 39,78%.

 

Círculo Eleitoral do Porto

No que toca aos resultados do Circulo Eleitoral do Porto, o PS venceu com 36,65%, mais 5pp que os sociais-democratas. Desta forma, os socialistas elegem 17 deputados (mais três do que em 2015) e o PSD obteve 15 deputados, menos dois do que a coligação Portugal à Frente, em 2015.

O BE registou 10,12% dos votos, insuficiente para evitar a perda de um deputado e, portanto, a eleição de apenas quatro. Os comunistas também perderam um deputado, só conseguindo dois mandatos.

O PAN tem mais um motivo para sorrir: elegeu pela primeira vez um deputado no Porto. Iniciativa Liberal, Livre e Chega tinham a expectativa de conquistar deputados neste circulo, mas não tiveram sucesso.

O perfil dos deputados eleitos por este Círculo Eleitoral pode ser consultado aqui 

Rui Vieira Cunha

 

 

Artigo em destaque

Legislativas 2019: PS vence sem maioria absoluta na União das Freguesias de Gondomar (Porto)

 

 

Com uma percentagem que não se afasta da do círculo eleitoral portuense, os socialistas obtiveram o voto de 34,82% dos habitantes de São Cosme, Valbom e Jovim, retirando a liderança ao PSD.

De acordo com os resultados destas legislativas, os 36,65% obtidos por António Costa no Porto levaram à eleição de 17 deputados. O PSD, em segundo lugar, elegeu 15 deputados neste círculo eleitoral, com 31,16% dos votos. Em Gondomar, a posição relativa do partido é a mesma, com menos 2,21 pontos percentuais.

Os resultados do PS representam uma subida de 3,1 pontos percentuais relativamente às Legislativas de 2015, onde obteve o segundo lugar. Nessa altura, tanto a União de Freguesias de Gondomar como o respetivo distrito deram primazia ao PPD/PSD.CDS-PP.

A nível distrital, foram eleitos 4 deputados do Bloco de Esquerda (10,12%), menos um que em 2015. O partido ficou colocado em terceiro lugar também nas preferências dos eleitores locais (11,61%).

O PCP (6,72%), que, no Porto, elegeu dois deputados, o PAN (4,19%) e o CDS (2,68%), ambos com um mandato, e a Iniciativa Liberal (1,43%), que não elegeu, mantêm as suas posições relativas em Gondomar. Para o PAN, a eleição de Bebiana Cunha no Porto representa, aliás, uma novidade, dado tal não ter acontecido nas últimas legislativas.

A primeira alteração surge relativamente ao oitavo lugar: enquanto os gondomarenses davam preferência ao LIVRE (0,96%, uma subida substancial relativamente aos 0,53% de 2015), os portuenses votaram no R.I.R. (1,13%).

Quanto aos partidos que obtiveram menos de um ponto percentual, PCPT registou 0,69% dos votos em São Cosme, Valbom e Jovim. A morder-lhe os calcanhares está o CHEGA, com 0,67%. No Porto, as suas posições são invertidas – o CHEGA obteve 0,61% e o PCTP, 0,54%.

O Aliança (0,55%) e o MPT (0,26%) ocupam os lugares seguintes nos votos locais. O partido Nós, Cidadãos! e o PNR, por outro lado, registaram um empate nos 0,21% – no Porto, contudo, o Nós, Cidadãos! obteve menos 0,2 pontos percentuais.

Os restantes partidos (PURP, PDR, PTP, PPM E JPP) obtiveram menos de 50 votos por parte dos gondomarenses, não chegando aos 0,20%, percentagens estas que também ocorrem ao nível do respetivo círculo eleitoral e que representam uma regressão para o PDR, PPM e JPP, quando comparadas com os resultados de 2015.

2,46% dos habitantes da União das Freguesias de Gondomar votou em branco e 2% foram votos nulos, percentagens estas que, sendo mais altas que as de há quatro anos, não se desviam das do círculo eleitoral do Porto, com 2,27% de votos brancos e 1,63% de votos nulos.

Quanto à abstenção, 41,12% dos recenseados nesta freguesia não votaram.

Os deputados eleitos podem ser consultados na página da Rádio Renascença.

 

Ana La-Salete Silva

Artigo em destaque

Legislativas 2019: freguesia de Beiriz (Porto)

 

Os votos estão contados. A União das freguesias da Póvoa de Varzim, Beiriz e Argivai contraria tendência nacional. O PSD sai vitorioso, com 37,19% dos votos.

PS vem a seguir (30,25%). Com uma grande distância dos socialistas, mas ficando em terceiro, o BE não chega aos 10%.

Mas há que ter em consideração os resultados de há quatro anos, em que o vitorioso foi também o PSD, em aliança com o CDS-PP (coligação PàF). No entanto, a diferença foi maior relativamente ao PS. Em 2015, a PàF obteve 46,68%, ficando acima quase 19 pontos percentuais do Partido Socialista (28,15%). Este ano, pouco mais de 12 pontos separam os socialistas da soma do PSD com o CDS.

Nota-se também uma subida do PAN durante estes quatro anos: este ano tiveram quase mais dois pontos, obtendo 3,16%.

Nesta freguesia, do município da Póvoa de Varzim, a abstenção chega quase aos 49%.

No Porto, o círculo eleitoral a que corresponde a freguesia, os resultados foram diferentes. Neste distrito, o PS venceu, coincidindo exatamente a percentagem com o resto do país (36,65%). São quase mais sete pontos percentuais do que o PSD (31,16%).

O BE obtém resultados semelhantes aos da freguesia, no entanto, o CDS-PP tem uma percentagem bem menor no Porto comparativamente à da freguesia. O partido conservador tem quase menos dois pontos no distrito (3,34%).

Considerando agora os efeitos de 2015 no Porto, conclui-se, novamente, uma descida dos partidos da direita este ano. A PàF venceu com 39,59%, mais cerca de cinco pontos do que o que o partido de centro-direita, em soma com o CDS, consegue este ano. Há quatro anos, o PS ficou em segundo, com uma diferença de quase sete pontos da PàF.

Em relação aos mandatos, o PS fica com o mesmo número que a PàF alcançou nas últimas legislativas: 17. O PSD consegue 15, a seguir, o BE consegue quatro (menos um do que há quatro anos), a CDU (coligação do PCP com o Partido Ecologista “Os Verdes”) elege dois (também menos um) e o CDS um. Nestas eleições, o PAN consegue eleger, pela primeira vez, um deputado neste distrito.

Mas quem são os deputados, que vão para a assembleia da república?

Em relação ao PS, o número 1 que se candidatou pelo Porto é Alexandre Tiedtke Quintanilha, o nº2 é Maria do Rosário Carvalho e o nº3 é João Pedro Fernandes, num total de 17 eleitos. Quanto ao PSD, o nº1 pelo Porto é Hugo Daniel Carvalho, num conjunto de 15 eleitos. Pode ver todos os eleitos para a assembleia, pelo Porto e não só, aqui. Mas não se esqueça de clicar em “ver apenas candidatos eleitos”.

Para ver os resultados de todos os concelhos e freguesias de Portugal, tanto do continente como das regiões autónomas, aceda a este link.

Francisca Valentim

Artigo em destaque

Legislativas 2019: PS reforça a liderança em Águas Santas (Porto)

Resultado de imagem para legislativas 2019

No passado domingo, a  freguesia de Águas Santas acompanhou a tendência nacional e o PS venceu. Com 38,84% do total de votos, o PS conquista o apoio destes habitantes.

Em Águas Santas, o PS, PSD, BE, CDU recolheram a maioria dos votos, seguidos pelo PAN e CDS-PP. A Inicitiva Liberal, o Livre e o Chega captaram menos eleitores. O PSD obteve 27,03%. O BE atingiu os 13,08%. A CDU 5,43%, o PAN 4,90% e o CDS-PP contabilizou 4,25% dos votos. As novas forças políticas atingiram cerca de 1% dos votos. Consulte o resultado de todos os candidatos aqui.

Face a 2015, o PS subiu 3,02  e o PSD perdeu 6,01 pontos percentuais. O BE continuou a ser a terceira força política da freguesia. A CDU e o PAN ficaram cada vez mais próximos, à frente do CDS-PP, que nas legislativas anteriores concorreu junto ao PSD. Compare os resultados das duas legislativas aqui. 

O círculo eleitoral do Porto não se distancia destes resultados e elege 40 deputados dos partidos PS, PSD, BE, PAN, CDS-PP. As novidades destas legistaltivas estão no PAN que em 2015 não elegeu nenhum deputado e no passado domingo conquistou um lugar e no PSD que perdeu o primeiro lugar, em casa, com menos dois deputados eleitos. Veja aqui todos os deputados eleitos no distrito do Porto.

A abstenção na freguesia foi de 39,78%. De 23 228 inscritos, 9 241 pessoas escolheram  não votar.  O valor foi mais baixo do que o panorama nacional, que se situou nos 45,5%.

Inês Gomes

Artigo em destaque

Legislativas 2019: Maioria absoluta para o PSD em Rates (Porto)

O PS foi o partido mais votado a nível nacional nas eleições do passado domingo, mas em Rates ficou em segundo lugar. Na freguesia do círculo eleitoral do Porto, a cor laranja volta a reinar e atinge 51% dos votos.

Os resultados das legislativas deste ano, divulgados pelo portal online das legislativas e pela TVI24, mostram uma evidente inclinação para a direita na freguesia de Rates. O PSD conseguiu 676 votos entre os 1311 votantes, conquistando a maioria absoluta (51,56%). O PS, ao contrário dos resultados nacionais, ficou atrás do partido de Rui Rio, com apenas 307 votos (23,42%), menos de metade que o rival.

O CDS-PP vê um resultado mais positivo nesta freguesia, contrariando a derrota em contexto nacional. Com 9,92% dos votos, equivalente a 130 apoiantes, o partido mantém a popularidade e ocupa o terceiro lugar no pódio das eleições.

Em quarto e quinto lugar encontram-se o Bloco de Esquerda com 66 votos (5,03%) e o PAN com 25 votos (1,91%).

Entre os partidos que se estreiam no Parlamento, nenhum ultrapassou a fasquia do 1%. Na corrida dos pequenos, o Livre ficou à frente com 0,53% (7 votos), seguido pela Iniciativa Liberal, com 0,31% (4 votos) e, por fim, o CHEGA, com 0,23% (3 votos).

Relativamente aos resultados de 2015, a tendência de voto não se alterou muito. Há quatro anos, a coligação do PSD com o CDS-PP venceu em Rates, com uma incontornável percentagem de 69,68%. O PS ficou em segundo lugar, à semelhança deste ano, porém com uma percentagem menor: em 2015, conseguiu apenas 194 votos (14,14%).

O número de votos para o BE permaneceu idêntico entre 2015 (67 votos) e 2019 (66 votos). Apesar disso, a percentagem de voto aumentou de 4,88% para 5,03%.

Regista-se também um aumento nos votos no PAN e no Livre nas legislativas deste ano. Em 2015, o PAN obteve 12 votos (0,87%) e o Livre, o único pequeno partido que já existia à data, conseguiu apenas 2 votos (0,15%).

O número de votos nulos e brancos baixou relativamente às legislativas de 2015. Esta queda não se verificou na abstenção, que aumentou de 38,56% para 40,73%, registados este ano.

Os votos da freguesia de Rates ajudaram à eleição, no círculo eleitoral do Porto, de 17 mandatos do PS, 15 do PSD e 4 do BE. Foram entregues ainda 2 mandatos ao PCP-PEV, 1 mandato ao PAN e 1 mandato ao CDS-PP.

Ana Craveiro Faria

Artigo em destaque

Legislativas 2019: PS vence em Fânzeres (Porto)

Image result for eleições legislativas 2019

O Partido Socialista venceu as eleições legislativas do passado domingo na União de Freguesias de Fânzeres e S.Pedro da Cova, concelho de Gondomar.

À semelhança do que aconteceu à escala nacional, o partido liderado por António Costa não venceu com maioria absoluta nesta freguesia (38,82%). No entanto, teve mais 18 pontos percentuais que o Partido Social Democrata (20,84%). Seguiu-se o Bloco de Esquerda com 12,3%, a coligação PCP-PEV (CDU) com 11,46% e o PAN com 4,14%. A abstenção foi de 48.02%.

Este resultado é bastante diferente do das eleições de 2015. Há quatro anos o PS conseguiu 32,19%, a coligação entre PSD e CDS-PP conseguiu 28,42%, o BE obteve 12,57%, a CDU 16,07% e o PAN alcançou 1,68%.

No círculo eleitoral do Porto, o PS também ficou em primeiro lugar com 36,65% dos votos o que equivale à eleição de 17 deputados, mais 3 do que em 2015. Já a coligação PSD/CDS-PP obteve 31,1% e elegeu 14 deputados, menos 3 do que em há 4 anos. O BE conseguiu 10,12% e elegeu 4 deputados, menos 1 do que em 2015. A CDU obteve 4,8% e terá 2 deputados na Assembleia da República, menos 1 do que em 2015. O PAN teve 3,46% dos votos e elegeu 1 deputado, feito que não conseguiu em 2015.  O CDS-PP conseguiu 3,34% e terá 1 representante.

Alexandre Quintanilha (PS), Rui Rio (PSD), Catarina Martins (BE), Diana Ferreira (CDU), Bebiana Cunha (PAN) e Cecília Meireles (CDS) são alguns dos eleitos pelo círculo eleitoral do Porto.

 

Daniela Oliveira

Artigo em destaque

Legislativas 2019: PSD lidera eleições em Nossa Senhora da Piedade (Santarém)

O Partido Social Democrata celebra a vitória das legislativas com 35,42% dos votos na freguesia de Nossa Senhora da Piedade. Entre os partidos mais pequenos, destaca-se o PAN com 1,16%, seguido do LIVRE com 0,85% dos votos.

Logo a seguir ao PSD, está o PS com 29,64% dos votos, o Bloco de Esquerda com 8,73%, o CDS-PP com 6,96% e o PCP-PEV com 3,01%, percentagem que já se afasta bastante do líder democrata.

O PSD e CDS que, nas legislativas de 2015, concorreram coligados, tinham também alcançado a vitória na freguesia de Nossa Srª da Piedade, com 51,99% dos votos.

Os resultados registados nesta freguesia divergem daquilo que se observou nos resultados das legislativas no círculo eleitoral de Santarém. Tal como a nível nacional, o PS ficou na liderança e conseguiu eleger 4 deputados neste distrito: Alexandra Leitão; António Gameiro; Maria do Céu Albuquerque e Hugo Costa.

O paradigma eleitoral sofreu então alterações, quando comparado com os resultados de 2015. Nesse ano, o PS tinha alcançado a vitória com 37,13% dos votos, em Santarém. Uma queda de cinco pontos percentuais, face aos resultados de há quatro anos, foi suficiente para os socialistas perderem o pódio nas legislativas de 6 de outubro. O partido perdeu, assim, um deputado, conquistando somente três dos nove mandatos em disputa.

Inês Sofia Pereira

 

Artigo em destaque

Legislativas 2019: PS vence na freguesia de Pedrouços (Porto)

Partido Socialista vence votação na freguesia de Pedrouços, pertencente ao círculo eleitural do Porto, nas legislativas de 2019.

O PS ganhou com 36,31% dos votos o sufrágio eleitoral em Pedrouços, freguesia da Maia, que pertence ao distrito do Porto, seguido pelo PSD, que ficou em segundo lugar com 28,32% dos votos. O Bloco de Esquerda situou-se atrás do PSD com 11,84%, a coligação CDU em quarto lugar com 6,29%, o PAN em quinto com 4,70%, o CDS-PP em sexto com 1,39%.

Já os três novos partidos que conseguiram um lugar cada na Assembleia da República, isto é, o Iniciativa Liberal, o Livre e o Chega, tiveram, em Pedrouços, a percentagem de votos de 1,84%, 1,03% e 0,46%, respetivamente.

Em relação aos resultados do círculo eleitoral do Porto de 2019, os partidos com representação parlamentar situaram-se por esta ordem: o PS ficou em primeiro com 36,65% (elegendo 17 deputados), o PSD em segundo com 31,16% (elegendo 15 deputados), o BE em terceiro com 10,12% (elegendo 4 deputados), a CDU em quarto com 4,80% (elegendo 2 deputados), o PAN em quinto com 3,46% (elegendo 1 deputado), o CDS-PP em sexto 3,34% (elegendo 1 deputado).

O Iniciativa Liberal ficou em sétimo com 1,52%, o Livre em nono com 0,96% e o Chega em décimo com 0,61% – estes três últimos não conseguiram eleger nenhum deputado pelo círculo eleitoral do Porto. Já o RIR, embora não tendo conseguido eleger nenhum deputado para a Assembleia da República, ficou em oitavo com 1,13%.

Nas eleições de 2015, na votação na freguesia de Pedrouços, comparando com os resultados de 2019, o PS venceu igualmente com 35,13%, a coligação Portugal À Frente (uma coligação do PSD com o CDS-PP) situou-se em segundo com 32,04%, o BE também ficou em terceiro com 12,87%, seguido pela CDU com 9,23%, depois o PAN igualmente em quinto com 2,06%.

A coligação Livre/Tempo de Avançar ficou em nono, nessa freguesia, atrás dos partidos supracitados e dos partidos PCTP/MRPP, PDR e MPT, designadamente, com 0,40% dos votos. O Iniciativa Liberal e o Chega não eram fundados há epoca.

Já os resultados do círculo eleitoral do Porto de 2015, deram a vitória à coligação PAF com 39,59% – elegendo 17 deputados -, o PS ficou em segundo lugar com 32,72% – que conseguiu eleger 14 deputados -, o BE em terceiro com 11,14% – elegendo 5 deputados -, a CDU em quarto com 6,83% – que elegeu 3 deputados – e o PAN em quinto com 1,59%, não tendo conseguido eleger nenhum deputado pelo Porto.

Miguel Barbosa (turma 1)

Artigo em destaque

Legislativas 2019: PSD venceu na freguesia de Abraveses (Viseu)

                                                                                                                                        Foto: Rádio Regional 

Na freguesia de Abraveses dirigiram- se às urnas 4029 pessoas e após a contagem oficial ficou apurado que o PSD venceu com 36,31% de votos, o equivalente a 1463 votos. 

No passado dia 6 de Outubro realizaram-se as eleições legislativas e o PSD foi o partido que obteve mais votos em Abraveses seguido do PS. O PSD conquistou 36,31% dos votos e o PS conseguiu 30,33%.

Ao contrário do que se verificou há 4 anos, o PSD venceu por uma margem pequena de cerca de 6 pontos percentuais.

Em 2015 ,coligado com o CDS-PP, obteve quase maioria absoluta com 47,72% de votos.  Já o PS subiu na consideração dos viseenses em relação a 2015 conquistando uma subida de 3%.

A abstenção teve uma ligeira descida de 0,16% (48,96%) que se pode explicar pela redução do número de inscritos, dos 7724 inscritos 4029 foram às urnas votar. Verificou-se ainda um aumento dos votos nulos e em branco.

A freguesia de Abraveses pertence ao distrito e concelho de Viseu. No distrito o PSD também foi o mais votado com 36,24% seguido do PS com 35,37%, no entanto, o PSD sofreu uma grande queda em relação a 2015.

Nas passadas legislativas o PSD, coligado com o CDS-PP, obteve maioria absoluta com 51,05% dos votos apresentando uma margem de separação elevada em relação ao PS que obteve 29,65%.

Abraveses faz parte do círculo eleitoral de Viseu e por isso foram eleitos 8 candidatos: 4 candidatos do PSD,  Fernando de Carvalho Ruas, Pedro Filipe dos Santos Alves, Fátima Carla Dias Antunes Borges, António José Lima Costa, e 4 candidatos do PS,  João Nuno Ferreira Gonçalves Azevedo, Lúcia Fernanda Ferreira Araújo Silva, João Paulo de Loureiro Rebelo, José Rui Alves Duarte da Cruz. 

 

Mariana Marques

 

Artigo em destaque

Legislativas 2019: PSD foi o vencedor na união de freguesias da Póvoa de Varzim (Porto)

O PS foi o vencedor nas legislativas que cessaram no passado domingo, dia 6 de outubro. A contrariar o resultado nacional, na união de freguesias da Póvoa de Varzim, Beiriz e Argivai, o vencedor foi o PSD.

 

Com base no site oficial das legislativas e da TVI24, foi com 37,6% de voto, equivalente a 6.338 votos, que o PSD obteve a vitória na união de freguesias da Póvoa de Varzim, Beiriz e Argivai, no distrito do Porto. A seguir ficou o PS com uma diferença de quase 7 pontos percentuais, 30,25%, equivalente a 5.155 votos. Em terceiro lugar manteve-se o BE, como no panorama nacional, com 1.694 votos, equivalente a 9,94%.

Tendo em conta que são 33.326 o número de votantes nesta união de freguesias, os resultados continuam a não ser completamente fiáveis, pois a a abstenção foi quase maioral (48,97%). Foram 456 os votos em branco (2,68%) e 246 os nulos (1,44%).

Em relação aos partidos mais pequenos que conseguiram representação na assembleia, o PAN atingiu os 3,16% com 539 votos, o CHEGA os 0,79%, 1,51% a Iniciativa liberal e 0,99% o LIVRE.

Em comparação com os resultados obtidos nesta mesma freguesia no ano de 2015, são algumas as diferenças que podemos apontar. Apesar de, na altura, também ter sido o PSD o vencedor (coligação com CDS-PP), o PS ganhou terreno neste ano (mais 2%) em comparação com 2015, tal como o PAN que obteve uma subida significante (de 1,57% para 3,16%).

Quando comparamos o ano de 2015 com o de 2019, denota-se que a abstenção subiu este ano em comparação com o passado. Foram também menores no ano de 2015 o número de votos em branco (2,32%) e nulos (1,22%).

 

Sendo que a Póvoa de Varzim pertence ao círculo eleitoral do Porto, foram elegidos 17 dos 106 deputados do PS, 15 dos 77 do PPD/PSD, 4 dos 19 do Bloco de Esquerda, 2 dos 12 do CDU (PCP-PEV), 1 dos 4 do PAN e 1 dos 5 do CDS-PP.

 

Rita Magalhães

Artigo em destaque

Caso Rosa Mota – cronologia

O caso Rosa Mota remonta para uma mudança de nome no Pavilhão que a atleta, Rosa Mota, representa e alega não ter concordado. As opiniões dividem-se mas a atual denominação do Pavilhão é SuperBock Arena – Pavilhão Rosa Mota.

Foto: Sapo

Em baixo está uma cronologia detalhada dos acontecimentos que constituíram este caso.

27-10-2019 – Declaração da C.M. Porto sobre o caso do nome Pavilhão Rosa Mota

A Câmara Municipal do Porto lançou um comunicado online onde pode ser lido as explicações do caso mediático. Em causab estavam falsos testemunhos que o comunicado veio a explicar para a inauguração no dia seguinte.

28.10.2019 (11h01) – Rosa Mota revela sentir-se “enganada” pela C.M.Porto, não marcando presença na reabertura do novo Pavilhão.

A atleta portuense revelou sentir-se “enganada” numa carta enviada à autarquia da cidade do Porto. Na carta anunciava que iria faltar à reabertura do novo pavilhão.

28.10.2019 (12h05) – Oposição solidária com Rosa Mota

Após as declarações da atleta, a oposição revelou que também não iria marcar presença na reabertura do novo pavilhão da Invicta.

28.10.2019 (15h17) – Reação de Rui Moreira à atitude de Rosa Mota “Não me venham com complexos”.

Depois da atleta não ter marcado presença na reabertura do pavilhão com o seu nome, Rui Moreira, Presidente da C.M.Porto, desvaloriza a atitude da atleta. O autarca alegou que “Por favor, não me venham com complexos por haver um nome que está associado a bebidas alcoólicas, porque, quando a cidade não era conhecida como é hoje, pelo FC Porto, pela sua cultura, pelas suas músicas, pela sua irreverência, a cidade do Porto já era associada ao vinho do Porto.”

28.10.2019 (19h40) – José Pedroso, marido e treinador de Rosa Mota, alega que “estou a preparar-me para uma batalha que vai durar vários anos”.

José Pedroso afirma que vai lutar pelo nome de Rosa Mota no Pavilhão, dure o tempo que durar.

05.11.2019 (08h11) – Chumbo da proposta de alteração do nome para “Pavilhão Rosa Mota SuperBock Arena”.

A proposta apresentada pelo CDU visava manter o nome da atleta portuense, que já dava ao nome do pavilhão, em primeiro lugar, acrescentando só depois o nome da marca SuperBock. A proposta foi chumbada por 22 votos contra.

O caso ainda não se deu por terminado. A verdade é que o Pavilhão foi inaugurado com o nome “SuperBock Arena – pavilhão Rosa Mota” e os estreantes foram o grupo musical Ornatos Violeta.

 

Rita Magalhães

 

 

 

 

 

 

 

 

Finding Affordable Papers Rewiews

When wanting to find an affordable paper, it’s always wise to first go over what can be found. Certainly one of the best ways to do so is to look online at a few of the top paper businesses. These firms often offer great rates for their newspaper that you won’t see anywhere else. If you are interested in purchasing paper from such organizations, Continuar a ler

That Is the Finest Research Paper?

If you’re an undergraduate student, then you may be confused as to which is the very best research papers to pick. Generally speaking, academic writing isn’t only limited to academic writing – graduate school students require a paper to complete their course. Many of the prerequisites for grad school relies on research that the graduate student Continuar a ler

How to Write My Paper Affordable

Would you want to write my paper cheap? It’s not an easy task to complete, particularly if you’re on a small budget. With the contemporary automatic printing procedures, the total amount of paper that can be generated may be increased exponentially. However, with the economy in decline, lots of people can no longer manage to keep up with their Continuar a ler

5 Tips To Write My Paper Much Better

If you’re anything like me, even when I have to write a document, my initial thoughts are to receive all my thoughts down and consider them. Should you feel the identical way, I want to share a few tips with you.

To begin with, make a notepad and start writing down your ideas when you’re at work or sleeping. Even if you don’t feel like Continuar a ler

How to Do Custom Research Papers

Customized research papers require some actions to follow along. It begins with creating a program. After having a plan, it’s very important to stick to the plan to achieve your objective. It’s likewise essential that you know the steps in the strategy.

Create a list of all the requirements and tasks demanded. Prepare a definite budget Continuar a ler

Getting the Paper Ready

There really certainly are a few things you can do in order to be certain you’re doing an Cheap Papers ReWiew. Listed below are a few ways to start:

First thing that you have to do is read the paper over again. This may be done by opening it in Word, Excel, or PowerPoint. After reading the newspaper a couple of times you should Continuar a ler

Super Rock 2016

A 22ª edição do festival vai decorrer de 14 a 16 de julho no Parque das Nações em Lisboa.

O Super Bock Super Rock  tem dado música à capital portuguesa e em 2016 continua no Parque das Nações. Além da afirmação já conseguida no panorama nacional, o festival tem ganho cada vez mais importância internacionalmente.

O Super Rock é pensado para os amantes do rock e da música alternativa mas o seu público é muito heterogéneo. Os cartazes dos últimos anos têm trazido até Portugal das melhores bandas internacionais como Tame Impala, Metronomy, Prince, Vampire Weekend, entre muitas outras. O festival que se iniciou em 1995 está preparar a edição do próximo anoque conta já com Jamie XX e TheNational para o primeiro dia. O americano Kurt Vile e o canadiano Mac DeMarco voltam pelo segundo ano consecutivo a Portugal com presença assegurada na 22ª edição do Super Rock.

Os preços mantêm-se para 2016: o passe geral a 95€ e o bilhete diário por 50€. Apesar de não incluir campismo, a variedade de oferta para alojamento é enorme. Desde  pensões a hotéis ou hostels , há preços para todas carteiras. O metro a escassos minutos do recinto é o meio de transporte mais utilizado pelos festivaleiros.

Após este festival, o MEO Sudoeste promete tomar bem conta dos festivaleiros. De 3 a 7 de agosto a Zambujeira do Mar será o local de todos os amantes da música.

Neste video pode visualizar alguns momentos do festival em 2015.

 

Outros concertos:

Rock in Rio

It’s online essay writing service not the location of almost any college student to earn their own opinion about any topic.

Primavera Sound

Sumol Summer Fest

Nos Alive

Marés Vivas

Meo Sudoeste 

Paredes de Coura

Festivais em ascensão