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RIR: Partido novidade nas legislativas tem Tino de Rans como fundador

Reagir Incluir Reciclar é o mais recente partido político português, fundado há um pouco mais de 2 meses e tem como mote “reciclar a democracia”. No distrito de Lisboa irá concorrer co48 candidatos e 16 suplentes.

O RIR – partido Reagir Incluir Reciclar, aparece como novidade nas eleições legislativas deste ano, junto a mais três novos partidos, ao comparar com as legislativas de 2015. Concorre pela primeira vez no círculo de Lisboa.

Ilidia Margarida Ferreirinha Loureiro, Hirondino Manuel Lopes Isaías e Maríneide Línica Mendes Correia Dias são os três primeiros nomes do partido pelo círculo eleitoral de Lisboa. 

Vitorino Francisco da Rocha e Silva, popularmente conhecido como Tino de Rans, é o fundador e candidato do RIR a concorrer como cabeça de lista pelo círculo do Porto, porém não irá concorrer nos círculos da emigração.

O fundador bastante polémico, ex-participante de reality-shows, chegou a concorrer também nas últimas eleições presidenciais; declarou que “o povo nem é de direita nem é de esquerda, o nosso partido é 360 graus”.

Tino de Rans, disse ao Público que “ a sua maior mensagem é a de que o partido RIR não é menor do que os outros, pois nos boletins de voto das eleições de 6 de Outubro terá ‘um quadradinho do tamanho dos outros quadradinhos’”. 

O partido surge com a proposta de “reciclar a democracia”, porém não representa nem 1% dos votos nas sondagens divulgadas pela Entidade Reguladora para Comunicação Social, a aparecer nos 3% com os outros partidos de menores proporções. “Desde já, falo para as empresas de sondagens, tenham humildade e que chamem pelo nome, não me chamem o outro. O RIR não se chama outro”, afirmou o fundador ao Público.

O RIR concorre em 20 dos 22 círculos eleitorais, não entrando na corrida à Assembleia da República por Beja e Açores.

Giulia Pedrosa – (Turma 2CC03)

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CDU, uma política patriótica e de esquerda

Com o objetivo de conquistar novos eleitores, o CDU candidata-se às legislativas de 2019 em 22 círculos eleitorais, incluindo os círculos europa e fora da europa.

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Fundado a 30 de setembro de 1987, o CDU – Coligação Democrática Unitária (PCP-PEV) é uma coligação de esquerda composta pelo Partido Comunista Português (PCP) e pelo Partido Ecologista “Os Verdes” (PEV).

Jerónimo de Sousa é o líder do partido há 15 anos e é o primeiro candidato pelo círculo de Lisboa. Entre outras funções, foi deputado à Assembleia Constituinte e candidato a Presidente da República de 1996 e de 2006.

O círculo de Lisboa conta com a candidatura de Jerónimo de Sousa e de mais 47 membros, especialistas nas mais diversas áreas, desde economistas e juristas a advogados e sociólogos.

Nas últimas eleições o CDU obteve 8,27% dos votos, o que corresponde à eleição de 17 deputados. Em 2019, ambiciona aumentar a influência nos círculos eleitorais em que elege.

Nas sondagens para as legislativas de 2019, o partido apresenta-se como a quarta força política com 6,3% dos votos.

 

Mariana Vilas Boas

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Apresentação do CHEGA rumo às legislativas 2019

As legislativas 2019 avizinham-se e, como tal, é importante conhecer todos os partidos nesta corrida. O CHEGA concorre com o seu líder, André Ventura, a Lisboa. As eleições estão marcadas para o dia 6 de outubro.

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Logo do partido CHEGA

Um dos novos partidos para as legislativas deste ano é o CHEGA. O partido tem em André Ventura o seu princípal candidato e cabeça de lista. Este partido assume um caráter nacional, conservador, liberal e personalista e, tal como o nome indica, reivindica o sistema atual e exige uma mudança pronta.

O CHEGA vai concorrer pela primeira vez a umas legislativas, não havendo, por isso, quaisquer resultados passados. Por isso, a expectativa em torno do crescimento do partido torna-se grande, todavia a sondagem realizada pela Pitagórica para o jornal Expresso, aponta para um resultado abaixo do ponto percentual.

André Ventura, jurista e comentador televisivo, concorre como cabeça de lista ao círculo de eleitorado de Lisboa e acaba por ser o candidato de maior renome entre o leque de nomes que o partido divulgou à partida para estas legislativas. O jurista é licenciado em Direito pela Universidade Nova de Lisboa e doutorado em Direito Público, pela National University of Ireland, Cork. O candidato pelo CHEGA tornou-se famoso pela participaçãoe contributo algo controversos em programas de cariz desportivo da CMTV.

J.F. Brandão (turma3)

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Caso Pavilhão Rosa Mota-Cronologia

Resultado de imagem para pavilhao super bock                                                                                                                                                     Foto: Record 

No mês de Outubro, o Pavilhão Rosa Mota foi reinaugurado após obras de recuperação do edifício que se encontrava deteriorado. A sua inauguração viu-se envolta em polémica devido à alteração do nome para “Super Bock Arena- Pavilhão Rosa Mota”. Esta alteração resultou na insatisfação da atleta.

27 de Outubro: No dia anterior à inauguração, a Câmara municipal do Porto lança um comunicado onde garante que o nome Rosa Mota se vai manter sem descorar o “uso comercial”. Segundo o comunicado a atleta recebeu as informações e concordou com as mesmas.

28 de Outubro (12:02h): inauguração do pavilhão, à qual a atleta Rosa Mota não compareceu por se sentir “enganada” pela mudança do nome do pavilhão. Afirma sentir-se “desapontada” com o presidente da Câmara por não ter valorizado o seu nome em relação à marca Super Bock. Numa carta ao presidente mostra o seu desagrado e desconhecimento em relação ao nome do pavilhão.

29 de Outubro: (11:49h) após a polémica ao redor do nome do pavilhão o ex-treinador da atleta e atual companheiro, afirma estar a preparar-se para defender o nome do pavilhão.  O PS, PSD, CDU e Bloco de Esquerda mostram o seu descontentamento em relação à desvalorização do nome da atleta em prol da marca de bebidas alcoólicas.

O presidente da Câmara, Rui Moreira, não se mostrou incomodado pela polémica, que se debateu sobre o nome, e afirma ainda que o problema está no logo ao qual a “autarquia não tem meios, nem recursos para se opor.”

(7:56) Rui Moreira é acusado de ceder aos “interesses financeiros de um grupo privado” em detrimento do interesse público.

30 de Outubro: (22:02h) Rosa Mota afirma, várias vezes, se sentir incomoda por ver o seu nome associado a uma marca de bebidas alcoólicas, no entanto, é confrade de cerveja desde 2008. 

(12:24h) O músico Pedro Abrunhosa fala sobre a escolha do nome, afirmando que compreende que a empresa que investiu queira aproveitar o seu investimento mas reforça que a Rosa Mota é “património internacional” e o seu nome deveria ter o mesmo destaque que o nome da marca.

31 de Outubro (16:00h): Ornatos Violeta inauguram o palco do renovado “Super Bock Arena- Pavilhão Rosa Mota”.

5 de Novembro (6:46h): Após a polémica ao redor do nome do Pavilhão, o CDU propôs em assembleia nacional a alteração do nome para “Rosa Mota Super Bock Arena” no entanto a proposta foi chumbada. 

 

Mariana Marques

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Pavilhão Rosa Mota: cronologia

Dias antes da inauguração do Pavilhão: Numa carta dirigida à Câmara do Porto, Rosa Mota diz sentir-se enganada e alega que o seu nome foi subalternizado para ser dado destaque a uma marca de bebidas alcoólicas. O Observador disponibilizou a carta na íntegra.

27.10.2019 (noite): A Câmara Municipal do Porto defende-se em comunicado e garante que o nome da maratonista “vai ficar não apenas na designação formal e comercial como ficará, pela primeira vez, inscrito sobre a entrada principal do pavilhão e também em vários locais do seu interior”.

28.10.2019 (11h01): O executivo reúne-se. Os vereadores do PS, PSD e CDU lamentam que o nome do pavilhão seja agora “Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota” e anunciam que não vão estar presentes na inauguração dessa tarde. 

28.10.2019 (13h58): O deputado bloquista eleito pelo círculo do Porto José Soeiro reage à polémica na sua página de facebook. “Nem toda a gente está à venda”, afirma.

28.10.2019 (tarde): Inauguração do novo espaço Super Bock Arena Pavilhão Rosa Mota.

28.10.2019 (tarde): O presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, não compareceu na inauguração, pois tinha exames médicos para fazer, confirmou o Público.

28.10.2019 (tarde): Rui Moreira, Presidente da Câmara do Porto, no seu discurso de inauguração disse ter “pena” que Rosa Mota não estivesse presente, mas pediu que não haja “complexos pelo nome ter associada uma marca de bebida alcoólica”.

28.10.2019 (18h30):  Bloco de Esquerda (BE) emite um comunicado a manifestar-se contra a alteração do nome do pavilhão Rosa Mota e defende a reversão “desta apropriação indevida”.

29.10.2019 (11h49): Em declarações à Lusa, José Pedroso, ex-treinador e companheiro de Rosa Mota, afirmou “o desabafo que faço é que estou a preparar-me para uma batalha que vai durar vários anos” em defesa do nome do Pavilhão Rosa Mota.

29.10.2019: Rui Moreira escreve na sua página pessoal do Facebook que “não acredito que o nome da atleta fosse mais respeitado com um pavilhão em ruína, sem uso e sem o seu nome lá escrito, do que agora que empresas portuguesas e do Porto nele decidiram investir muitos milhões e modernizar”.

30.10.2019 (15h56): Carlos César, ex-líder da bancada parlamentar socialista, no programa da TSF “Almoços Grátis”, afirma que o contributo de Rosa Mota foi desvalorizado em detrimento de parceiros comerciais.

30.10.2019: Manuela  de Melo critica o facto de “que se relegue para segundo plano o nome de Rosa Mota para salientar o de uma bebida alcoólica”.

30.10.2019 (22h02): Rosa Mota condena a associação do seu nome a uma marca de bebidas alcoólicas, porém a  SIC Notícias revela que a atleta é confrade da cerveja desde 2008.

31.10.2019 (18h02): Manuela de Melo decide abandonar a Comissão de Toponímia portuense, inconformada com o “desrespeito por um dos símbolos mais consensuais do povo do Porto”.

31.10.2019: Carta de Resposta de Rui Rio à demissão de Manuela Melo, da Comissão de Toponímia.

04.11.2019 (17h55): CDU leva à Assembleia da República a proposta de deliberação, que defende que a designação dada ao pavilhão “contraria a decisão municipal” e “não tem suporte legal”.

05.11.2019 (02h46): Proposta da CDU para alterar nome do Super Bock Arena foi recusada com 22 votos contra do Movimento Rui Moreira e um do PSD.

Inês Gomes

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Cronologia: Pavilhão Rosa Mota

A inserção do nome da marca de cerveja ” Super Bock” ao antigo somente nominado de ” Pavilhão Rosa Mota”, tem dado que falar. A poléminca gerada em volta desta alteração é notável. As opiniões dividem-se:  quem acha que o nome da conceituada atleta portuense deve estar em primeiro lugar e, do outro lado da moeda estão os que acreditam ser justo o nome da marca estar na frente.

De seguida será desenvolvida a temática, de forma cronológica, com pretinente contextualização e desenvolvimento.

14.10.2006 (00:00) –  Pavilhão Rosa Mota festeja 50 anos de vida, no entanto o futuro da estrutura é incerto. (fonte: Jornal de Notícias)

26.04.2007 (00:00) – Anúncio de que o Pavilhão Rosa Mota irá entrar em obras no próximo ano (2008) ( fonte: Jornal de notícias)

25.05.2015 (17:17) – Tribunal avalia providência cautelar para parar concurso do Pavilhão Rosa Mota. (fonte: Jornal de notícias)

07.07.2016 – Câmara Municipal do Porto comunica nova análise da proposta sobre o Pavilhão Rosa Mota. “A Porto Lazer desistiu do recurso apresentado contra a decisão do Tribunal Administrativo do Porto, que obrigava o júri do concurso de conceção do Pavilhão Rosa Mota a readmitir o consórcio “Porto 100% Porto”. (fonte: CM Porto)

07.07.2016 (18:16) – Porto Lazer acaba por desistir de recurso na reabilitação do pavilhão Rosa Mota. ( fonte: Jornal de notícias)

08.11.2016 (13:29) – Pavilhão Rosa Mota será entregue ao consórcio “Porto 100% Porto) – ( fonte: Jornal de notícias)

26.12.2016: Câmara Municipal do Porto anuncia que Pavilhão Rosa Mota vai ser reabilitado. ( fonte: CM Porto)

17.01.2017 (00:21) – É aprovada minuta de contrato de reabilitação do pavilhão. (fonte: Câmara Municipal do Porto)

19.04.2017 (13:26) – Anúncio de que o pavilhão irá entrar em obras no mês de Outubro. ( fonte: Jornal de notícias)

15.05.2017 – Tribunal de Contas diz que reabilitação do Rosa Mota pode avançar e que não comporta despesa pública. (fonte: CM Porto)

21.11.2018 (20:01) – Câmara do Porto quer acrescentar nome da Super Bock ao Pavilhão Rosa Mota. ( fonte: Jornal de Notícias)

27.11.2018 (18:00) – Inclusão da designação “Super Bock Arena” no nome do Pavilhão Rosa Mota é aprovada na Câmara do Porto, apenas com os votos da maioria liderada por Rui Moreira. ( fonte: Público)

27.10.2019 – Comunicado na página oficial da Câmara Municipal do Porto referente ao Pavilhão Rosa Mota, no dia anterior à inauguração. ( fonte: CM Porto)

28.10.2019 (09:30) : inauguração do pavilhão, à qual a atleta Rosa Mota não compareceu por se sentir “enganada” , confessa a mesma à tsf. Isto pela mudança do nome do pavilhão, rejeitanto também a ideia de o seu nome estar associado a uma marca de cerveja. ( fontes: CM Porto e TSF)

28.10.2019 (17h29): Rui Moreira reage em oposição à posição adquirida por Rosa Mota e vereadores da oposição no que diz respeito à mudança de nome do pavilhão no Palácio de Cristal. ( fonte: Jornal de notícias)

28.10.2019 (17h58): Bloco de Esquerda revela estar contra aleração do Pavilhão Rosa Mota e pretende renegociação do contrato e seu regresso à esfera pública e municipal. (fonte: TSF)

30.10.2019 (15h56): Carlos César lamenta a alteração do nome do Pavilhão Rosa Mota para nome da marca de cerveja – Pavilhão Rosa Mota. ( fonte: TSF)

31.19.2019- Ornatos Violeta são os primeiros a pisar os palcos do renovado Super Bock / Pavilhão Rosa Mota. ( fonte: CM Porto)

05.11.2019 (02:46) – A proposta realizada pela CDU – alteração do nome do Super Bock Arena – é recusada. ( fonte: Jornal de notícias) 

Soraia Amaral

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Caso Rosa Mota: Cronologia

A inauguração do Pavilhão localizado nos Jardins do Palácio de Cristal gerou uma grande polémica em torno do autarca Rui Moreira e da atleta Rosa Mota. As razões centram-se no nome atribuído ao espaço.

Foto: Público

1952- Inauguração do Pavilhão dos Desportos, no Palácio de Cristal.

1991- O Pavilhão dos Desportos passa a chamar-se Pavilhão Rosa Mota, em homenagem à atleta portuense.

26.10.2016- Câmara Municipal do Porto anuncia reabilitação do Pavilhão.

10.2017– Dá-se início à reabilitação.

27.10.2019- A Câmara do Porto comunica que a inauguração ocorre amanhã e fala sobre a alteração do nome.

28.10.2019 (9h30)- Rosa Mota adianta que vai faltar à reabertura do Pavilhão, escreve uma carta à autarquia, citada pela TSF, onde demonstra o seu descontentamento perante o novo nome do espaço, uma vez que a associação do seu nome a uma bebida alcoólica lhe causa um “enorme constrangimento”. No entanto, a campeã olímpica é confrade da Confraria da Cerveja desde novembro de 2008.

28.10.2019 (12h05)- A oposição (PS, PSD e CDU) comunica que também vai faltar à inauguração.

28.10.2019 (17h39)Durante a cerimónia, Rui Moreira demonstra o seu desagrado pela ausência da atleta, no entanto, enfatiza que antes do Porto ser conhecido pelo desporto e pela cultura, “já o era devido ao Vinho do Porto”. 

29.10.2019 (11h49)- José Pedroso, ex- treinador e companheiro da atleta, afirma em declarações à Lusa, que se prepara para uma “uma batalha que vai durar durante vários anos” pela defesa do nome “Pavilhão Rosa Mota”.

5.11.2019 (8h38)- A Assembleia Municipal do Porto chumba proposta, recomendada pela CDU, que visava a alteração do nome para o que estava previsto anteriormente: “Pavilhão Rosa Mota- Super Bock Arena”.

 

Inês Pinho

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Cronologia: Caso Pavilhão Rosa Mota

Desde 1991 que o antigo Pavilhão dos Desportos ficou conhecido como Pavilhão Rosa Mota. Este ano, após a reabilitação do espaço, o nome também mudou. Aqui segue a cronologia da polémica “Superbock Arena Pavilhão Rosa Mota”:

22/11/2018 (20:01) – Câmara do Porto quer adicionar nome de marca de cerveja (Super Bock) ao Pavilhão Rosa Mota.

28/10/2019 (09:30) –  Rosa Mota anuncia que não vai à inauguração do pavilhão. Em carta aos deputados da Câmara do Porto (disponível no observador) diz que se sente “enganada” e rejeita ter o seu nome associado a uma bebida alcoólica.

Durante a tarde –Inauguração do Super Bock Arena/ Pavilhão Rosa Mota.  “Não me venham agora com complexos”, disse Rui Moreira durante o discurso de inauguração

18:30 Bloco de Esquerda é contra a alteração do nome. “Rosa Mota é uma figura marcante do desporto nacional e um símbolo de empenhamento e esforço que tanto diz à cidade do Porto”. O BE quer reverter a mudança e promove um debate aberto à cidade.

30/10/2019 (15:56) –  Carlos César, ex-líder da bancada parlamentar socialista, revela, durante um programa da TSF,  que a alteração do nome é “uma desconsideração de uma figura ímpar para o país”.

30/10/2019 (22:02) –  SIC Notícias adianta que Rosa Mota não quer ter o seu nome associado a uma bebida alcoólica, contudo é confrade da cerveja desde 2008.

31/10/2019  (22:00) – Ornatos Violeta são os primeiros a pisar os palcos do renovado Super Bock / Pavilhão Rosa Mota.

04/11/2019 (06:46) – Chumbo da proposta da CDU para a alteração do nome do Pavilhão para “Rosa Mota Super Bock Arena”.

 

 

Beatriz Carvalho

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Os apoios da DGArtes e a falta deles – Cronologia

Depois de elevada contestação nos últimos anos, o Ministério da Cultura e a Direção Geral das Artes têm vindo a apostar numa reestruturação dos programas de apoio à criação e programação de arte. Ainda que o financiamento da DGArtes tenha aumentado em cerca de 1 milhão de euros, 40% das candidaturas consideradas elegíveis para apoio ficaram de fora do orçamento, de acordo com os resultados do último dia 18 de novembro.

 

28 de março

Abertura dos Concursos Bienais de Apoio às Artes para o biénio 2020/2021. A estrutura dos apoios mudou para passar a haver uma separação entre criação de arte, com 70% de verbas alocadas, e apenas um concurso de para programação de arte, com 30% do orçamento total de 18,6 milhões de euros. No ano anterior, o orçamento era de menos 1 milhão de euros.

30 de setembro

Último dia do prazo estipulado pela DGArtes para a divulgação dos resultados dos concursos. Algumas associações manifestaram a sua preocupação pelos atrasos junto do Ministério da Cultura, que se justificou com o aumento do número de candidaturas.

11 de outubro

Divulgados os resultados provisórios dos concursos. 60% das candidaturas elegíveis conseguiram financiamento. Apesar do aumento do número de candidaturas admitidas, o PCP pediu um aumento das verbas para abranger as restantes candidaturas elegíveis que ficaram sem apoios.

18 de outubro

Dezenas de artistas manifestaram-se em cartas ao Ministério da Cultura acerca dos 75 projetos elegíveis pelos jurados dos vários setores artísticos que ficaram de fora dos apoios. A Ministra da Cultura, Graça Fonseca, promete soluções a curto prazo.

18 de novembro

Divulgados os primeiros resultados definitivos do Programa de Apoio Sustentado Bienal. Entre as 25 entidades sem apoio na área da programação de arte estão a Fundação Cupertino de Miranda (Porto) e a Fundação Conservatório Regional de Gaia (Vila Nova de Gaia).

19 de novembro

Responsáveis pela Bienal de Vila Nova de Cerveira, a mais antiga da Península Ibérica, manifestam-se contra a retirada de apoio da DGArtes. Ainda assim, o presidente da fundação da Bienal garante que a iniciativa vai continuar em 2020. Os responsáveis falam de centralismo nos resultados.

20 de novembro

Seiva Trupe comunica à Lusa que espera que a decisão seja “liminarmente revogada”. A companhia de teatro portuense já havia ficado de fora dos apoios da DGArtes em 2018, mas obteve, meses depois, apoios diretos do Ministério da Cultura.

23 de novembro

Ministra da Cultura afirma, em visita à Bienal de Coimbra, que vai fazer “afinamentos” ao Programa de Apoios em 2020. Aproveitando que em 2020 não haverá concurso, Graça Fonseca pretende rever alguns casos que ficaram sem apoio em particular, mas não avança quais.

25 de novembro

Teatro Ildefonso Valério (TEIV), em Vila Franca de Xira, encerra devido ao subfinanciamento por parte do Ministério da Cultura, de acordo com um comunicado do Cegada Grupo de Teatro, responsável pela programação do TEIV. O Cegada Grupo de Teatro foi um dos projetos que ficou sem qualquer apoio financeiro nos concursos.

 

Carolina Reis, Turma 1 (a frequentar Turma 2)

 

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Caso Pavilhão Rosa Mota: Cronologia

O antigo Pavilhão Rosa Mota, no Porto, foi inaugurado em outubro, com o nome de “Super Bock Arena- Pavilhão Rosa Mota”. A nova designação está envolta em polémica pela associação do nome da ex-atleta a uma marca de bebidas alcoólicas.

28.11.2008-Rosa Mota é condecorada Confrade da Cerveja.

27.10.2019– Câmara do Porto mantém nome do Pavilhão Rosa Mota. Em comunicado, a Câmara do Porto, esclarece que, apesar da atribuição do nome a um patrocinador, o Pavilhão Rosa Mota manterá o nome da atleta. A autarquia anuncia ainda que, pela primeira vez, o nome da atleta fica ainda “inscrito sobre a entrada principal do pavilhão” e em vários locais do seu interior.

28.10.2019 (11:01) – Rosa Mota falha inauguração do Super Bock Arena- Pavilhão Rosa Mota, como protesto de ver associado o seu nome a uma marca de bebidas alcoólicas. Numa carta enviada à Câmara do Porto, citada pela TSF, a atleta diz sentir-se “enganada”, alegando que está a ser dado destaque à marca de cerveja, em detrimento do seu nome, situação oposta à que havia sido acordada previamente.

– 17:42 – Rui Moreira desvaloriza polémica da alteração do nome do Pavilhão Rosa Mota. No discurso de inauguração do pavilhão o presidente da Câmara do Porto lembra que muito antes de a cidade ser conhecida pela sua ligação ao Futebol Clube do Porto ou aos músicos portuenses, estava internacionalmente ligada ao vinho. associada ao vinho

– 19:17Bloco de Esquerda mostra-se contra a alteração do nome do Pavilhão Rosa Mota e pede debate sobre o tema à Câmara do Porto, com o objetivo de reverter a situação e devolver o Pavilhão à esfera pública.

30.10.2019 (15:56)– Carlos César, ex-líder da bancada parlamentar socialista mostra-se contra a alteração do nome do Pavilhão Rosa Mota. Para o socialista trata-se de desvalorizar o esforço de uma pessoa, para fins comerciais. No programa “Almoços Grátis” da TSF, Carlos César lança mesmo a questão: “Por que boa razão vamos ter uma cerveja com letras grandes e uma heroína com letras pequenas?”.

-19:41– Manuela Melo, ex- vereadora da Cultura da Câmara do Porto mostra-se contra a alteração do nome do antigo Pavilhão Rosa Mota. Numa carta enviada à autarquia portuense, citada pelo Público, a ex-vereadora anuncia a saída da Comissão Toponímia da cidade, apresentando como motivo o “desrespeito” da autarquia para com um símbolo da cidade.

-22:02– Rosa Mota rejeita a associação do seu nome a uma marca de bebidas alcoólicas. Segundo a SIC Notícias, a ex-atleta é confrade da cerveja desde 2008.

4.11.2019 (06:46)- Assembleia Municipal chumba proposta da CDU para alteração do nome do renovado Super Bock Arena- Pavilhão Rosa Mota. Segundo a TSF, a proposta foi chumbada com 22 votos contra do partido “Porto, o nosso Partido” e do PSD. BE mostra-se a favor.

Isabel Ribeiro

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Caso Pavilhão Rosa Mota : Cronologia

A inauguração do novo pavilhão Rosa Mota ficou marcada pelo conflito entre a atleta e o presidente Rui Moreira, em causa está a designação do edificio.

27/10/19 A Câmara do Porto anuncia que a inauguração do pavilhão se realiza no dia seguinte. A autarquia revela que o o investimento foi suportado por privados, mas que ficou assegurado que o nome da atleta se mantinha ( comunicado CM Porto)

28/10/19 – (10:39) – Rosa Mota afirma que foi “enganada” e falta à inauguração do novo pavilhão Rosa Mota.  A ex- atleta diz que o que estava combinado era “Pavilhão Rosa Mota”. Rui Moreira  afirma que o nome nunca esteve tão protegido ( TSF)

28/10/19 (11:47) Os vereadores do PS , PSD e CDU anuciam que vão faltar à inauguração. A oposição mostra -se indignada com “menorização” do nome da atleta. ( Expresso)

28/10/19 –  (17: 39) Durante a inauguração, Rui Moreira, critica os “complexos “com as bebidas alcoólicas e afirma que a cidade “já era conhecida pelo vinho” antes de apostar no desporto e na cultura.  ( JN)

28/10/19 – (18:30) O deputado do Bloco de Esquerda, José Soeiro, considera que a autarquia tinha capacidade financeira para prescindir da iniciativa privada, mas quis “ganhar dinheiro” com esta iniciativa.  O bloquista afirma mesmo que “o Porto não está à venda” ( Esquerda.net)

30/10/19- ( 22:02) A polémica ganha novos contornos.É revelado o facto de Rosa Mota pertencer à confraria da cerveja. A atleta tinha afirmado, dias antes, que estar liga a uma bebida alcoolica lhe ” causava constrangimento” ( SIC NOTÍCIAS)

31/10/19 A banda “Ornatos Violeta” dá o primeiro concerto do novo pavilhão. Os bilhetes esgotaram. ( JN)

04/11/19 (17:55) CDU  pede à Câmara do Porto que altere a designção do pavilhão. Os comunistas alegam que a atual designação “contraria a decisão municipal ” de novembro de 2018, em que se previa a denominação “Pavilhão Rosa Mota- Super Bock Arena”. (Público)

05/11/19 (8:38) A proposta da CDU chumbada , com os votos contra dos 22 vereadores do movimento liderado por Rui Moreira( Porto, o nosso partido) e do PSD.  A esquerda votou a favor e 5  deputados do PSD abstiveram-se. ( Público)

Rui Vieira Cunha

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Caso: Pavilhão Rosa Mota – Cronologia

A introdução do nome “Super Bock Arena” ao “Pavilhão Rosa Mota” provocou uma grande discussão social e política. Rosa Mota, que dava nome ao pavilhão desde 1991, sentiu-se “enganada” por estar convencida que o seu nome apareceria primeiro. O BE e a CDU também contestaram a mudança de nome, uma polémica que ainda passou pela Confraria da Cerveja.

27.11.2018 (18:00) – A mudança de nome do renomado pavilhão é aprovada apenas pelo grupo maioritário de Rui Moreira na reunião do Executivo da Câmara do Porto.

27.10.2019 – A Câmara Municipal do Porto afirma que Pavilhão Rosa Mota vai manter o nome. Através de um comunicado na sua página oficial, a Autarquia explica que “o nome da atleta está mais do que nunca protegido” e, pela primeira vez, vai ter uma inscrição “sobre sobre a entrada principal do pavilhão e também em vários locais do seu interior.”

28.10.2019 (09:30) – Numa carta à Autarquia portuense, citada pela TSF, Rosa Mota diz sentir-se “enganada” com o nome dado ao antigo Palácio de Cristal, “Super Bock Arena Pavilhão Rosa Mota”, pois estava convencida que o seu nome apareceria primeiro. A ex atleta afirma ainda que vai faltar à inauguração.

28.10.2019 (15:17) Rui Moreira desvaloriza a polémica em torno do nome do Pavilhão, argumentando que “a cidade do Porto já era associada ao vinho do Porto” e, por isso, não há razões para “complexos por haver um nome que está associado a bebidas alcoólicas.”

28.10.2019 (18:30) – Através de um comunicado, o Bloco de Esquerda condena a atribuição do nome da marca de cerveja ao pavilhão e defende que se deve “reverter de imediato esta apropriação indevida”.

29.10.2019 (11:49) – Companheiro de Rosa Mota, José Pedroso, em delcarações à LUSA, afirma que se está a preparar para uma “batalha que vai durar vários anos” para defender o nome do Pavilhão Rosa Mota.

30.10.2019 (22:02) – A SIC Notícias revelou que Rosa Mota é uma confrada honorária da Confraria de Cerveja desde 2008, o que pode ser confirmado no site oficial da mesma.

31.10.2019 (22:00)Concerto dos Ornatos Violeta reabre o Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota.

04.11.2019 (17:55) – CDU afirma que a Câmara do Porto não deve aceitar o nome “Super Bock Arena” aparecer primeiro que “Pavilhão Rosa Mota” na designação do espaço renovado, pois esta “contraria a decisão municipal” e “não tem suporte legal”, segundo o PÚBLICO.

05.11.2019 (06:46) – A proposta da CDU é chumbada pela Assembleia Municipal do Porto, seugndo a LUSA, com 22 votos contra do grupo municipal ‘Porto, o Nosso Partido’ e do PSD, bem como cinco abstenções dos deputados sociais-democratas.

Ricardo Silva

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Caso Pavilhão Rosa Mota: cronologia

A introdução do nome “Super Bock Arena” ao anterior Pavilhão Rosa Mota levou a indignação por parte da própria atleta, que não esteve presente na cerimónia de inauguração do pavilhão. A situação desenrolou um conjunto de acontecimentos, que vão desde a Confraria da Cerveja às propostas do Bloco de Esquerda e da CDU.

27.11.2018 (18:00) – Inclusão da designação “Super Bock Arena” no nome do Pavilhão Rosa Mota é aprovada na Câmara do Porto, apenas com os votos da maioria liderada por Rui Moreira. PS, PSD e CDU votaram contra.

27.10.2019 – Câmara do Porto anuncia que, apesar da atribuição do nome de um patrocinador, a designação do Pavilhão Rosa Mota será mantida, e que o espaço vai reabrir no dia seguinte.

28.10.2019 (09:30) – Numa carta endereçada à autarquia portuense e citada pela TSF, Rosa Mota diz sentir-se “indignada” e “enganada” com uma decisão que, de acordo com a campeã olímpica, foi feita à revelia. Como forma de protesto, Rosa Mota afirma que não vai marcar presença na inauguração do espaço.

– (15:00) Inauguração formal da Super Bock Arena. Rui Moreira praticamente ignora a polémica, referindo o assunto apenas para recuperar a relação histórica da cidade do Porto com o vinho.

– (18:30) – Em comunicado, o Bloco de Esquerda revela estar do lado de Rosa Mota, dado a mesma ser “uma figura marcante do desporto nacional e um símbolo de empenhamento e esforço que tanto diz à cidade do Porto”. O partido pretende, assim, que a Câmara do Porto reverta a sua decisão.

29.10.2019 (11:49) – De acordo com o jornal Público, o ex-treinador e companheiro de Rosa Mota, José Pedroso, afirma que a atleta se está a preparar para uma batalha em defesa do nome “Pavilhão Rosa Mota”.

30.10.2019 (22:02) – SIC Notícias aponta que, apesar de insatisfeita com a atribuição do nome de uma bebida alcoólica ao pavilhão em detrimento do seu, Rosa Mota é confrade da cerveja. Na página da Confraria da Cerveja, confirma-se que a atleta tem essa posição desde 2008.

31.10.2019 (22:00) – Reabertura da Super Bock Arena, com concerto da banda Ornatos Violeta.

04.11.2019 (17:55) – CDU propõe alterar a designação do renovado espaço para “Rosa Mota Super Bock Arena”. O partido defende, e o Público cita, que o nome dado ao pavilhão “contraria a decisão municipal” e “não tem suporte legal”.

05.11.2019 (06:46) – Lusa revela que a Assembleia Municipal do Porto chumbou a proposta da CDU.

 

Ana La-Salete Silva

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Legislativas 2019: Rui Rio e Catarina Martins são os únicos com avaliação positiva



                                                                                                                              António Pedro Santos, João Relvas / Lusa

 

Sondagem diária da Pitagórica para a TVI, Jornal de Notícias e TSF revela que Catarina Martins (BE) e Rui Rio (PSD) são os únicos com opinião positiva em relação aos restantes líderes partidários. 

Segundo a sondagem Pitagórica  a avaliação da exposição mediática de Rui Rio é positiva e está nos 14,3%, acompanhado de Catarina Martins que apesar de ter baixado continua com uma avaliação positiva de 2,3%. 

Jerónimo de Sousa (CDU) não provoca reações tendo um impacto de 0% de exposição mediática. Joacine Katar Moreira (LIVRE) teve uma quebra acentuada nas opiniões dos portugueses passando de uma opinião positiva de 33% para os 20% negativos.

André Silva (PAN) continua a ser o deputado com a percentagem mais baixa com 29,2% negativos, acompanhado de Pedro Santana Lopes (ALIANÇA) com 20% de percentagem negativa. Logo a seguir encontra-se Marinho e Pinto (PDR) com 15,4% e Carlos Pinto (IL) com 14, 3%. António Costa (PS) está com 9,8% e Assunção Cristas (CDS-PP) e André Ventura (CHEGA) estão com 7,4% negativos. 

Em relação às intenções de voto os candidatos com maior percentagem são o PS  e o PSD.  Os dois partidos estão agora separados por 7,5 pontos percentuais. O PS continua na liderança com 36% dos votos apesar da descida verificada.  Se estes resultados se mantiverem até dia 6 de Outubro o PS vencerá as eleições ao contrário do que se verificou em 2015.

 

As percentagens apresentadas foram o resultado de uma sondagem realizada durante 4 dias (20 a 23 de Setembro 2019) pela Pitagórica para a TVI, o JN e a TSF com uma amostra de 600 indivíduos. A seleção dos entrevistados foi feita através da escolha de números de telemóvel aleatórios.  As entrevistas são recolhidas através de entrevista telefónica. Tem um grau de confiança de 95,4%.

 

Mariana Marques

 

 

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Sondagens 2019: PSD continua a somar votos na corrida às legislativas

A última sondagem pitagórica revela que o PS continua em vantagem, no entanto o partido social democrata tem vindo a somar votos e a aproximar-se do seu principal opositor. António Costa e Rui Rio só estão separados por 7.5 pontos percentuais.

 

No período de 4 dias ( 20 a 23 de Setembro de 2019), foi realizada uma sondagem pela Pitagórica para a TVI, SIC e JN, de forma a tentar prever os resultados das legislativas de 6 de Outubro.  Para este efeito, foi selecionada uma sub-amostra de 150 entrevistas que visam representar o universo eleitoral português, tendo em conta o género, idade e região dos entrevistados. A seleção dos intervenientes foi realizada aleatoriamente.

Este ano há um recorde de partidos a concorrer às legislativas (21), os dados das sondagens mostram que o PS está à frente com 36.6 pontos percentuais, o PSD com 28.8 e de seguida o Bloco de Esquerda com 10.5.

Este ano, partidos a concorrer são: PSD, PS, BE, CDS-PP, CDU, PAN, Aliança, Chega, Iniciativa Liberal, PNR, PDR, PCTP-MRPP, PPM, PTP, Livre, RIR, MPT, PURP, Nós, Cidadãos!, MAS e JPP.

Os valores apresentados dizem respeito ao presente ano civil, sendo que os resultados das últimas legislativas ( 4 de Outubro de 2015) podem ser consultados na página da administração interna.

Nas últimas eleições, em 2015, a coligação PPD/PSD.CDS-PP obteve o maior número de votos, sendo que o PS, lider nas mais recentes sondagens, ficou em segundo lugar com uma diferença de 4,55 pontos percentuais em relação à coligação anteriormente mencionada. No entanto, o PS foi capaz de formar governo realizando uma coligação com o Bloco de Esquerda e com o PCP.

Cada vez mais perto do dia 6 de Outubro, a corrida às legislativas continua.

 

Soraia Amaral

 

 

 

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Legislativas 2019: PSD reduz para metade distância para o PS

Resultados da sondagem diária JN-TSF-TVI divulgados ontem indicam que o Partido Socialista continua a perder terreno e o PSD a subir. Maioria absoluta é cada vez mais uma miragem..

No inquérito realizado no sábado, os socialistas obtiveram 40,6%. Desde então desceram 4,6%, fixando-se agora nos 36%. Em sentido contrário, os sociais-democratas subiram, no mesmo período, dos 26,6% para os 28,5%. A distância entre os dois principais partidos reduziu-se assim praticamente a metade (passou de 14% há quatro dias atrás, para 7,5% verificados ontem).

A terceira maior força política continua ser o Bloco de Esquerda, que recolhe 10,4% das intenções de voto, subindo 1,8%. São seguidos pela Coligação PCP-PEV, que estabilizou nos 6,8%. O CDS-PP continua a cair nos resultados da sondagem diária JNTSFTVI, obtendo 4,4%, menos 0,8% do que há quatro dias. Já o PAN recuperou das perdas verificadas em dias anteriores, alcançando 3,7%, próximo dos 3,6% que tinha inicialmente.

Quanto aos pequenos partidos, destaque para a subida do Iniciativa Liberal, que mais que duplica as intenções de voto, quando comparado com a sondagem de sábado (passa de 0,5% para 1,2%). Em sentido inverso a Aliança passou dos 1,1% para os 0,5%, no mesmo período. O Chega mantém-se nos 0,5%. Já o Livre sobe significativamente em quatro dias, de 0.2% para 0.9%.

21 partidos participam nas eleições

Segundo dados oficiais do Governo, participam nas eleições legislativas 21 partidos, dos quais 15 concorrem a todos os círculos eleitorais. São eles: os 6 partidos com assento parlamentar na actual legislatura (PS, PPD-PSD, Bloco de Esquerda, PCP-PEV, Bloco de Esquerda e PAN), a que se juntam: o Aliança, o Chega, o Iniciativa Liberal, o Livre, o PNR, o PDR, o PCTP-MRPP, o PPM e o PTP.

Braga, Leiria, Porto e Europa são os únicos círculos a que concorrem todas as forças políticas. Já Vila Real é o círculo eleitoral com a menor quantidade de listas inscritas: 16 partidos farão parte do boletim de voto.

No Porto, destaque para as candidaturas da coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, como cabeça-de-lista. O líder do PSD, Rui Rio, também concorre na lista do Porto, mas surge colocado na segunda posição, cedendo o lugar cimeiro a Hugo Carvalho, actual Presidente do Conselho Nacional de Juventude. Já o Partido Socialista propõe novamente Alexandre Quintanilha como cabeça-de-lista. Na mesma posição, o CDS-PP apresenta Cecília Meireles e o PCP-PEV Diana Ferreira, ambas deputadas pelos respetivos partidos na legislatura que agora chega ao fim.

Resultados de 2015 deram início à ‘Geringonça’

Recorde-se que em 2015, a coligação Portugal à Frente (PàF), formada pelo PPD/PSD e o CDS/PP, venceu as eleições com 36,86% dos votos, elegendo 102 deputados. Se considerarmos os votos obtidos por estes dois partidos na Madeira (em que concorreram separadamente), então a percentagem sobe para 38,5% e o número de deputados para 107. Seguiu-se o Partido Socalista, que obteve 32,31%, o que lhe garantiu a eleição de 86 deputados. Em terceiro lugar, surgiu o Bloco de Esquerda, com 10,19% dos votos e 19 deputados; em quarto, a coligação PCP-PEV com 8,25%, assegurando 17 deputados. Finalmente, o PAN elegeu pela primeira vez um representante no Parlamento, resultante dos 1,39% de votos alcançados.

Apesar da vitória da PàF, foi o Partido Socialista, apoiado pelos restantes partidos de esquerda (Bloco de Esquerda e PCP-PEV), que acabou por formar governo, solução política que ficou conhecida como ‘Geringonça’.

Ficha técnica

A sondagem tem como objetivo avaliar a opinião dos eleitores Portugueses sobre temas relacionados com as eleições legislativas, que terão lugar no dia 6 de Outubro. As entrevistas foram conduzidas diariamente entre os dias 20 e 23 de Setembro, pela Pitagórica, para a TVI, o JN e a TVI. Em cada dia foram recolhidas 150 entrevistas, numa amostra total de 600 indivíduos. O grau de confiança é de 95,5% e a margem de erro máxima é de ±4,07%. A taxa de resposta foi de 60,61%. A direção técnica do estudo é da responsabilidade de Rita Marques da Silva. A seleção dos entrevistados foi realizada através de geração aleatória dos números de telemóvel. A entrevista foi feita telefonicamente (CATI – Computer Assisted Telephone Interviewing). A Ficha técnica completa pode ser consultada online junto da Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

Autoria: Miguel Marques Ribeiro

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Legislativas 2019: PS e PSD cada vez mais próximos

Resultados das sondagens mostram uma constante aproximação entre os partidos líderes em intenções de voto. 

A campãnha eleitoral para as próximas legislativas arrancou no domingo e diariamente são reveladas por parte da Pitagórica à TSF, ao JN e à TVI as intenções de voto do eleitorado português. Segundo a sondagem há uma evolução negativa para os socialistas. Rui Rio e António Costa estão separados por apenas 7,5 pontos percentuais.

As sondagens realizadas nos últimos quatro dias indicam uma queda de cerca de quatro pontos por parte do PS que passa de 40,6%, no primeiro dia de sondagens, para 36% no quarto dia. Por outro lado, verificamos uma subida de de quase dois pontos percentuais por parte do PSD, que detem agora 28,5% das intenções de voto.

O terceiro lugar da sondagem diária é ocupado pelo bloco de esquerda liderado por Catarina Martins que cresce 1,7 pontos acabando com 10,5%, seguido da CDU que tem Jerónimo de Sousa como cabeça de lista e establizou nos 6,8%.

O partido de Assunção Cristas, CDS, apresenta uma descida nas intenções de voto para 4,4% ficando ainda à frente do PAN cujo líder é Adré Silva e não conseguiu alcançar os 4%.

Em termos geográficos, apesar de o norte ainda ser liderado pelo PS, o PSD tem vindo a conquistar as zonas do Porto e Centro.

Comparativamente às eleições de 2015, os socialistas apresentam uma subida de quase quatro pontos percentuais, passando de 32,5% para 36%. Já o PSD apresenta uma drástica descida, passando de 36,8% dos votos para 28,5%. O PAN é outro partido onde se regista um aumento considerável tendo subido dois pontos percentuais.

Até dia 6 de Outobro, data das eleições legislativas, ainda se esperam várias alterações das intenções de voto dos portugueses.

Ficha Técnica

Durante quatro dias (20 a 23 de Setembro 2019) foram recolhidas diariamente pela Pitagórica para a TVI, o JN e a TSF uma sub-amostra de 150 entrevistas representativa do universo eleitoral português (não probabilístico). O resultado do apuramento dos 4 últimos dias de trabalho de campo, implica uma amostra 600 indivíduos que para um grau de confiança de 95,5% corresponde a uma margem de erro máxima de ±4,07%.

A seleção dos entrevistados foi realizada através de geração aleatória de números de “telemóvel”. As entrevistas são recolhidas através de entrevista telefónica (CATI – Computer Assisted Telephone Interviewing).

 

Maria Inês Carvalho

 

 

 

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Legislativas 2019: PSD aproxima-se de PS

Nesta terça feira, a sondagem diária da Pitagórica para a TVI, Jornal de Notícias e TSF confirma a subida das intenções de voto no PSD.

Segundo a sondagem, a diferença entre o PSD e PSD  caiu para metade, de 14 pontos percentuais no sábado para 7,5 na terça feira.

Apesar da queda, o partido de António Costa ainda se encontra em primeiro lugar nas intenções de voto dos portugueses (36%).

O partido de Rui Rio tem vindo a aproximar-se do PS, encontrando-se nos 28,5%, menos 8,36 pontos percentuais dos resultados obtidos pela coligação PPD/PSD.CDS-PP nas legislativas de 2015.

No Fórum TSF,  o líder partidário é questionado sobre a mais recente sondagem e afirma “Não é por estarmos a subir nas sondagens que vou dizer que estão corretas”. Rio refere ainda que na pré-campanha tanto o PSD como o PS têm subido.

Os restantes partidos mantêm as mesmas posições. O Bloco de Esquerda assume o terceiro lugar com 10,5%. Catarina Martins consegue assim ultrapassar o resultado das legislativas de 2015 (10,19%).

Na quarta posição aparece a coligação de Jerónimo de Sousa, a CDU, com 6,8% das intenções de voto.

O CDS de Assunção Cristas vem em quinto lugar (4,4%), logo seguido pelo PAN(3,7%). André Lourenço e Silva consegue mais do dobro dos resultados de 2015 (1,39%).

A sondagem tem como objetivo avaliar a opinião dos eleitores portugueses. Durante 4 dias foi recolhida uma amostra de 600 pessoas com uma taxa de resposta de 60,61%.

 

 

 

Beatriz Carvalho

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Legislativas 2019: Rio cada vez mais perto de Costa

Os 14 pontos percentuais que separavam PS e PSD desceram para metade em apenas 4 dias. Sondagem diária da Pitagórica revela uma queda de 4,6% nas intenções de voto no PS e um aumento contínuo na percentagem do PSD.

As eleições legislativas realizam-se no dia 6 de outubro mas já os eleitores já manifestam as suas intenções de voto. Segundo a sondagem da Pitagórica para a TSF, JN e TVI, que atualiza, desde sábado, as intenções de voto diariamente, o PSD está perto de comprometer a maioria absoluta do PS.

Os socialistas continuam a descer nas intenções de voto (36%), enquanto os sociais democratas ganham terreno (28,5%) – a diferença que separa os dois grandes já só é de 7,5 pontos. A queda de Costa é mais acentuada do que a subida de Rio, porém as duas trajetórias estão perto de colidir.

A sondagem adianta ainda que o Partido Socialista está no ponto mais baixo de sempre relativamente às estimativas feitas pela Pitagórica desde abril. Consegue, no entanto, ter um resultado pouco melhor do que o das eleições europeias de maio (33,3%). Já o Partido Social-Democrata segue um percurso oposto: a estimativa atual é a melhor desde abril e está mais elevada do que o resultado europeu (21,9%).

Um pouco mais abaixo, em terceiro lugar, está o Bloco de Esquerda de Catarina Martins que tem tido uma subida lenta mas gradual. Iniciou a sondagem com 8,8% das intenções de voto e, até agora, conseguiu chegar aos 10,5. O BE distingue-se nesta corrida eleitoral na questão da exposição mediática. Na opinião dos portugueses, Catarina Martins faz par com Rui Rio, sendo os únicos líderes partidários com classificação positiva no que toca à performance com os media (Martins com 2,3% e Rio com 14,3%).

A CDU mantém-se estável nos 6,8% e é seguida por outros dois partidos em conflito: o CDS e o PAN. O partido de Assunção Cristas perdeu quase um ponto nos quatro dias de sondagem -neste momento, detém 4,4% das intenções de voto, menos 0,8 pontos percentuais do que tinha no início da sondagem. À medida que o CDS desce, o partido ambientalista aproxima-se, apesar do crescimento quase nulo (de 3,6% para os atuais 3,7%).

Os partidos que ainda não chegaram ao Parlamento competem também entre si. O Iniciativa Liberal, que iniciou a sondagem com apenas 0,5 pontos percentuais, ultrapassa a barreira do 1% e chega aos 1,2%. O Aliança segue a tendência contrária, tendo começado a sondagem com 1,1% e baixado até aos 0,5%. Por último, está o Livre, que conseguiu subir 0,7 pontos até aos 0,9% das intenções de voto e o CHEGA, estabilizado nos 0,5%.

É de relembrar que a guerra eleitoral entre PS e PSD não é algo de novo. Há quatro anos, nas legislativas de 2015, a coligação do PSD com o CDS acabou por vencer com cerca de 37% dos votos, com o PS atrás, com aproximadamente 32% dos votos.

O Bloco de Esquerda ficou em terceiro lugar, à semelhança das estimativas deste ano. Em 2015, arrecadou cerca de 10% dos votos – não muito longe do que se verifica nas intenções de 2019. A CDU ficou em quarto lugar, com cerca de 8% dos votos: este ano, a estimativa desce um pouco.

Ficha técnica

A sondagem da Pitagórica sobre as eleições legislativas começou no dia 20 de setembro e analisa diariamente as opiniões dos eleitores portugueses acerca dos principais candidatos, os momentos das campanhas e a intenção de voto. A cada dia, foram recolhidas 150 entrevistas tendo em conta o género, idade e região dos inquiridos. Os 600 indivíduos entrevistados nos últimos 4 dias são escolhidos através de números de telemóvel, gerados aleatoriamente.

A sondagem, da responsabilidade de Rita Marques da Silva, teve uma taxa de resposta de 60,61% e tem uma margem de erro máxima de cerca de 4,07%. A ficha técnica do estudo pode ser consultada aqui.

Ana Craveiro Faria

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Sondagem legislativas: resultados de PS e PSD continuam a aproximar-se

A sondagem de ontem (terça-feira) da Pitagórica revela o prolongamento da subida das intenções de voto no PSD. PS lidera mas continua a afastar-se da maioria absoluta.

 

As eleições legislativas de 2019 são dia 6 de outubro, daqui a menos de duas semanas. As intenções de voto têm sido manifestadas nas sondagens diárias feitas pela Pitagórica, desde sábado.

 

De segunda para terça-feira, o Partido Socialista (PS) caiu 1,6 pontos percentuais (pp) – de 37,6%, desceu para 36%. Por outro lado, o Partido Social Democrata (PSD) subiu 0,8pp – de 26,8% para 28,5%.

O partido de Rui Rio mantém a trajetória de subida desde que se iniciaram estas sondagens. Em sentido inverso mantém-se o o partido liderado por António Costa, que continua a cair nas intenções de voto. Desde o dia em que foi divulgada a primeira sondagem que o PS teve uma queda de mais de 4pp (registava 40,6% no sábado), queda que tem sido mais rápida do que a subida do PSD, de quase 2pp. Os dois maiores partidos estão agora separados nas intenções de voto por 7,5pp, o que significa que a diferença cai para quase metade – começou nos 14pp.

 

A sondagem mostra, igualmente, subidas para o Bloco de Esquerda (BE), que tem vindo a crescer desde sábado e regista agora 10,5%, mantendo-se como o terceiro partido com mais intenções de voto.

A CDU (Coligação Democrática Unitária), formada pelo PCP e pelo Partido Ecologista Os Verdes (PCP-PEV), cai para 6,8%. Igualmente o CDS – Partido Popular (CDS-PP) baixou de 4,7% para 4,4%. Por sua vez, o Partido das Pessoas, dos Animais e da Natureza (PAN) volta a subir e ocupa o sexto lugar com 3,7%.

 

Também entre os que lutam por chegar pela primeira vez ao Parlamento há novidades. Desde logo, observa-se os percursos inversos de dois partidos de centro-direita: o Iniciativa Liberal ganha alguma tração (1,2%), no entanto, o Aliança perde-a (0,5%) e fica empatado com o CHEGA!. Mais à esquerda, o Livre sobe e chega aos 0,9%.

 

Comparativamente à últimas eleições legislativas, de 2015, o PS obtém este ano uma maior percentagem de eleitorado, cerca de mais 4pp, contrariamente ao PSD, que baixou cerca de 8pp relativamente ao resultado obtido há quatro anos, em coligação com o CDS-PP.

 

Segundo a ficha técnica, este estudo tem como objetivo avaliar a opinião dos eleitores portugueses sobre temas relacionados com as eleições, nomeadamente a intenção de voto nos vários partidos.

A sondagem é feita para a TVI, Jornal de Notícias (JN) e TSF Rádio Notícias pela Pitagórica, uma entidade de cálculos e estatísticas. Durante quatro dias, a partir de sábado, foram recolhidas sub-amostras: uma por dia, de 150 entrevistas, representativa do universo eleitoral português, tendo por base os critérios de género, idade e região.

A seleção dos entrevistados foi realizada através da geração aleatória de números de telemóvel e as entrevistas são recolhidas através de entrevista telefónica. A taxa de resposta foi cerca de 60%.

A ficha técnica completa pode ser consultada online, junto da Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

 

Francisca Valentim

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Legislativas 2019: Partido Socialista em declínio

Sondagem diária da Pitagórica demonstra à TVI, ao Jornal de Notícias e à TSF, uma recolha diária de entrevistas representativas das eleições legislativas de 2019.

Esta sondagem revela o Partido Social-Democrata (PSD) a alcançar a maioria dos votos em relação ao Partido Socialista (PS).

António Costa, líder do PS, sofreu uma descida drástica de segunda para terça-feira, dia 25 de setembro, caindo de 37,6% para 36%. O PSD que inicialmente registava 26,6% subiu agora para os 28,5% de intenção de voto.

O Bloco de Esquerda (BE), segundo a sondagem da Pitagórica, é o terceiro partido político com mais intenções de voto, apresentando 10,5%. O CDU mantêm-se em quarto lugar com 6,8% de intenções de voto.

O Partido das Pessoas dos Animais e da Natureza (PAN) e o Partido Popular (CDS) deparam-se numa rivalidade, uma vez que o CDS perdeu quase um ponto em quatro dias (4,4%) chegando perto da intenção de voto do PAN, 3,7%.

Os restantes candidatos  tais como a Iniciativa Liberal, tem 1,2%, o Livre tem 0,9% e o CHEGA e o Aliança estão empatados com 0,5% de intenção de voto.

Em 2015, o resultado das eleições legislativas teve com maioria dos votos o Partido Socialista (PS) e o Partido Popular (CDS) com 36,86% dos votos. Em segundo lugar ficou o PS com 32,31%.

Ficha Técnica:

Entre os dias 18 e 24 de Setembro foram recolhidas entre 150 entrevistas tendo por base os critérios de género, idade e região. Os entrevistados foram selecionados aleatoriamente para cumprir o plano amostral, isto implica uma margem de erro de estimadamente 4,07%.
A taxa de resposta foi de 60,98%.

Leonor Faria

 

 

 

 

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Legislativas 2019: PSD mais perto do PS

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O Partido Socialista está mais longe da maioria absoluta (36%) e o Partido Social-Democrata continua a subir (28,5%), segundo a sondagem desta terça feira da Pitagórica para o JN, TSF e TVI.

Desde o início das sondagens diárias da Pitagórica , as intenções de voto no partido liderado por António Costa têm descido. De segunda para terça-feira caíram 1,6 pontos percentuais, estando agora nos 36%, mais 3,69 pontos percentuais do que o resultado obtido nas legislativas de 2015 (32,31%)

Pelo contrário, a subida tem sido uma tendência para o partido de Rui Rio, embora mais reduzida se comparada com a descida do PS (0,8 pontos percentuais).  Se as eleições fossem hoje, o PSD teria 28,5% dos votos, menos 8,36 pontos percentuais do que em 2015 em coligação com o CDS (36,86%).

Segundo as sondagens da Pitagórica, o Bloco de Esquerda solidifica-se como terceira força política com 10,5% nas intenções de voto. Assim, Catarina Martins consegue aumentar ligeiramente o resultado obtido nas eleições de 2015 (10,19%).

Em quarto lugar surge a CDU com 6,8%, um resultado mais modesto quando comparado com 2015 (8,25%). De segunda para terça-feira, a coligação encabeçada por Jerónimo de Sousa desceu 0,8 pontos percentuais.

O CDS-PP está em quinto lugar com 4,4%. As intenções de voto no partido de Assunção Cristas têm caído desde o início das sondagens da Pitagórica.

O PAN está muito próximo do CDS com as intenções de voto a situarem-se nos 3,7%. Se assim for, o partido de André Silva alcança um melhor resultado face às eleições de 2015 (1,39%).

Relativamente aos partidos sem assento parlamentar  é possível notar diferenças na trajetória dos dois novos partidos de centro-direita.  A Iniciativa Liberal, partido de Carlos Guimarães Pinto, tem 1,2% e o Aliança de Pedro Santana Lopes tem 0,5%. Também o partido de André Ventura, Chega, apresenta 0,5% nas intenções de voto. Já à esquerda, o Livre de Rui Tavares alcança os 0,9%.

Toda a informação oficial sobre as eleições legislativas pode ser consultada aqui.

A Pitagórica recolheu diariamente no total de quatro dias (20 a 23 de setembro de 2019) uma amostra de 600 entrevistados e o resultado obtido tem um intervalo de confiança de 95,5%. Durante os quatro dias foram realizadas 150 entrevistas, uma sub-amostra que representa o universo eleitoral português. As entrevistas foram feitas através de chamadas telefónicas.

 

Daniela Oliveira

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Legislativas 2019: subida do PSD na intenção dos votos e PS em queda

Resultados da sondagem diária da Pitagórica dão descida do PS e subida do PSD na intenção dos votos, nas legislativas de 2019.

De acordo com a sondagem publicada pelo JN, TVI e TSF, do dia 24 de setembro de 2019, o PS baixou 1,6% na intenção de votos dos portugueses, tendo agora 36%, segundo a sondagem mais recente. Já o PSD sobe de 27,5% para 28,5%.

Relativamente aos outros partidos com assento parlamentar, a CDU e o CDS baixam na sondagem de 7,6% e 4,7%, tendo, agora, 6,8% e 4,4%, respetivamente, enquanto que o BE e o PAN aumentam a sua percentagem de 10,4% e 3,7% para, nomeadamente, 10,5% e 3,7%.

Nas Legislativas 2019, os dois círculos eleitorais com mais candidatos são Lisboa e Porto. Cada partido apresenta 48 candidatos da capital e 40 candidatos da Invicta, à Assembleia da República.

Comparativamente às Legislativas de 2015, o PS obteve 32,31% (menos 3,69 pontos percentuais que na sondagem mais recente), a coligação Portugal À Frente (constituída pelo PSD e pelo CDS) obteve 36,86%, enquanto que as sondagens dão 28,8% ao PSD e 4,4% ao CDS, nestas legislativas. O BE obteve 10,19%, um número bastante próximo das sondagens do dia 24 de setembro (10,5%), a CDU conseguiu 8,25% dos votos (na sondagem de 2019 baixa para o valor de 6,8%), e o PAN que teve 1,39%, tendo subido nas intenções de voto deste ano para 3,7%.

A sondagem foi realizada a partir de 600 entrevistas através de chamadas telefónicas, durante o dia 20 de setembro até ao dia 23 de setembro, e teve um grau de confiança de 95,5%.

Miguel Barbosa (turma 1)

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PS permanece à frente das pesquisas, mas cada dia mais perto de PSD

Resultado de imagen de eleições legislativas 6 outubro

 

 

 

 

 

Segundo a sondagem de Pitagórica para para a TVI, o JN e a TSF; os socialistas lideran a intenção de voto com 36%, no entanto, desde o início da campanha eleitoral perdeu 4 pontos, enquanto os democratas se levantam; tendo hoje 28,5% . 

Desde que a campanha eleitoral começou no domingo passado, vimos a evolução que parece seguir a intencionalidade da votação. O Partido Socialista tem vindo a liderar as sondagems desde o início, (no primeiro día registrava 40,6%) mas todos os dias desce algo menos que um ponto; está cada vez mais longe de obter a maioria absoluta.

Por outro lado, o partido de Rui Rio permanece como o segundo bloco na intenção de votar. No entanto, o PSD segue uma linha inversa à de seus principais adversários porque iniciou a campanha com 26,6% e agora está em 28,5%; apenas 7,5 pontos do Partido Socialista.

Quanto aos restantes partidos, o Bloco de Esquerda com 10.5% que ocupa o terceiro lugar. Em quarto, a CDU com 6.9%. O partido animalista (PAN) permanece na sexta posição; levantando-se um pouco todos os dias e aproximando-se do CDS-PP que mal excede 4,5% da intenção de voto.

Comparando-o com a eleição 2015;vemos que o resultado é lisonjeiro para a esquerda, que aumenta em cerca de quatro pontos a percentagem de voto, e desvantagem para a antiga coalizão de direita que perde seis pontos. Enquanto Bloco de Esquerda permanece praticamente o mesmo.
No entanto, o aumento da PAN é significativo, aumentando das eleições passadas; provavelmente devido à ascensão da consciência em torno do nosso planeta.

Nos últimos 4 dias de trabalho, Pitagórica coletou.diariamente uma amostra de 150 entrevistas representando o universo eleitoral português para TVI, JN e TSF.
O estudo tem uma amostra de 600 indivíduos. A seleção dos entrevistados é feita através da geração de números móveis aleatórios.

 

 

Raquel López Rodríguez

 

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Luta dos grandes – PS e PSD em posições contrárias da mesma linha

 

O partido liderado por Rui Rio está a ganhar terreno face ao partido socialista de António Costa.  A 4 dias do início da sondagem, a diferença percentual que separava o PS do PSD tem vindo diminuir.

Foi no passado sábado que a sondagem lançada pela Pitagórica para a TVI24, TSF e JN, tem vindo a registar todas as intenções de voto dentro de uma pequeno amostra eleitoral de cidadãos portugueses, tal como as suas respetivas discrepâncias numéricas. A sondagem,que começou por ser liderada pelo PS com 38,6% de intenção de voto, vê agora o seu cada vez maior afastamento face à  maioria absoluta, contando, atualmente, com apenas 36% dos votos. No entanto, o PSD está a fazer a trajetória contrária. Começando com 26,6% de intenção de voto, o partido liderado por António Costa conta agora 28,5% dos votos. Apesar de ainda a 7,5 pontos percentuais do PSD, Costa está a ganhar terreno a uma velocidade moderada (1,9%). O partido socialista, segundo a Pitagórica, nunca esteve tão em baixo nas sucessivas sondagens feitas desde Abril, estando demasiado próximos dos resultados das últimas europeias (33,3%) ou até das legislativas de 2015 (32,3%).

O partido de Catarina Martins encontra-se num terceiro lugar sólido, com 10,5% de intenção de voto. O CDU teve um deslize de menos um ponto, mantendo-se agora nos  6,8%. Já o CDS-PP, sofreu uma queda de 3%, contando agora com 4,4 pontos percentuais. O PAN viu uma melhoria nos seus resultados, estando empatado com o CDS-PP. A iniciativa liberal e o Livre contam com, respetivamente, 1,2% e 0,)%. Os partidos que não têm representatividade parlamentar, Aliança e CHEGA, contam ambos com 0,5% de intenção de voto.

Divisões sócio-geográficas de intenção de voto

Os dois “grandes” até a atrair os eleitores se encontram em lados distintos. Segundo o JN, “quanto menor é o rendimento do eleitor, maior é o apoio a Costa. Já Rio faz o percurso ao contrário e tem mais adeptos, quanto mais recebem os inquiridos.”

Quando se trata das idades, o maior segmento de resposta à sondagem é feita pelos eleitores com 55 ou mais anos. É o PS o partido que assegura maioria face aos restantes dentro dos eleitores dentro da idade acima transcrita.

Em termos geográficos, o Norte foi novamente conquistado pelo PS e o PSD tem vindo a aproximar-se dos maiores círculos eleitorais, Porto e Centro. (É importante salientar novamente que a análise feita em segmentos deve ser cuidada visto ser reduzido o número de inquiridos para efeitos de sondagem).

Impacto na exposição mediática – apenas dois candidatos na margem positiva

Quando se trata das opiniões do público face a cada um dos candidatos, a ordem é completamente diferente da feita anteriormente. São apenas dois os cabeças de cartaz que têm uma avaliação positiva. Todos os restantes estão do lado negativo. Rui Rio tem assim um bom saldo com 14,3% de exposição mediática. Já a outra candidata é Catarina Martins com 2,3%. Jerónimo de Sousa não se encontra nem na parte positiva, nem na negativa, somando assim um total de 0% de exposição mediática. A pior avaliação continua a ser a do cabeça de cartaz do PAN, André Silva, com – 29,2%.

No entanto, os dados voltam a alterar-se quando queremos falar de quem é o político com a melhor performance, sendo o escolhido pelo público António Costa com 34,9%, seguido de Rui Rio com 21,5% e Catarina Martins com 11,6%. Por fim, quando se trata de saber qual o partido político que está a surpreender pela positiva, o BE aparece em primeiro com 6,9%, seguido do PSD (6,8%) e do PAN (6%). No entanto, há que salvaguardar que 67% dos inquiridos decidiu não responder ou não identificar um partido, pelo que as conclusões tornam-se limitadas.

Números finais

75,7%

Segundos os inquiridos, é quase certa a vitória para o partido de Rui Rio, com 75,7% de escolha eleitoral.

25%

Como em anos anteriores, 1 em cada 4 eleitores portugueses ainda não sabe em quem vai votar.

86%

Contrariamente ao pensado, a esmagadora maioria dos portugueses está atento às campanhas eleitorais.

 

Ficha Técnica

A sondagem realizada pela Pitagórica tem como principal objetivo o de analisar a opinião dos portugueses eleitores, tendo em conta as suas preferências partidárias para as eleições legislativas do presente ano.

Foi assim que ao longo de 4 dias (de 20 a 23 de Setembro) foram recolhidas pela Pitagórica uma sub-amostra de 150 entrevistas representativas dentro do universo total eleitoral português. O estudo teve por base os critérios de género, idade e região e tem vindo a ser publicado na TVI24, TSF e JN.

Em termos mais concretos, os últimos 4 dias tem vindo a implicar uma amostra de 600 indivíduos, selecionados através da geração aleatória de números de telemóvel tendo em conta as 3 principais operadoras identificadas pela ANACOM. As entrevistas são recolhidas através da CATI – Computer Assisted Telephone Interviiewing. A ficha técnica completa pode ser consultada no site online da Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

 

Rita Magalhães

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Legislativas 2019: PSD mais perto do PS

 

Os resultados desta terça-feira da sondagem da Pitagórica para as legislativas colocam o BE em terceiro lugar. O CDS regista a maior quebra de sempre. A fechar a lista está o PAN com 3,3% das intenções de voto.

 

A campanha eleitoral para as próximas legislativas arrancou no domingo. Durante os últimos quatro dias a sondagem diária da Pitagórica para a TVI, Jornal de Notícias e TSF tem revelado quem vai à frente e quem fica para trás nesta corrida que termina a 6 de outubro.

No primeiro dia em que foi revelada a sondagem (21 de setembro) o PS apresentava-se num lugar de destaque, com 40,6% das intenções e voto. Após o frente a frente entre Rui Rio e António Costa, o mesmo estudo  concluiu que o confronto foi mais favorável ao líder do PSD que conta com 28,5% dos votos.

O debate e a polémica contra as golas anti fumo que culminou com a saída do Secretário de Estado da Proteção Civil foram algumas das causas que prejudicaram o PS, que apesar de estar em primeiro lugar na tabela (36%) continua a descer.

O terceiro e quarto lugares são ocupados pela esquerda. O Bloco de Esquerda mantém-se firme e certeiro no terceiro lugar (10,5%), seguido da coligação CDU que desce cerca de um por cento (6,8%).

Em queda livre mantém-se o CDS, com 4,4% das intenções de voto. Esta é a primeira vez que o partido liderado por Assunção Cristas regista um valor inferior a 5% dos votos. A fechar a lista dos principais partidos e a “morder” o CDS está o PAN, de André Silva com 3,7% das intenções de voto.

Entre os partidos que não se encontram representados no Parlamento, o Iniciativa Liberal (1,9%) e o Livre (0,9%) são os que registam o melhor resultado até agora. Por outro lado, o partido Aliança liderado por Santana Lopes desce e regista meio ponto percentual. Com o mesmo valor está o CHEGA, registando o melhor resultado desde o início do estudo.

A lista de candidatos das legislativas de 2019 pode ser consultada aqui.

Eleições 2015

Ainda que os mais recentes resultados da sondagem revelem uma descida do PS, em relação às eleições de 2015, os socialistas apresentam uma subida de quatro pontos percentuais (32,5% e 36,0%, respetivamente).

Seguindo o mesmo raciocínio, quando comparada à das últimas eleições a sondagem atual não é benéfica para o PSD e muito menos para a CDS que regista a maior descida de sempre. Apresentando-se, na altura numa coligação, estes partidos contavam com 36,8% dos votos dos portugueses. Quatro anos depois os resultados das intenções de voto culminam numa queda abrupta, com o PSD nos 28,5% e o CDS abaixo dos 5%.

Estável continua o Bloco de Esquerda. A gerigonça parece ter aumentado a confiança do eleitorado no partido de Catarina Martins que cresceu 0,3% e, assim como em 2015, permanece no terceiro lugar da tabela.

O PAN é um dos partidos onde se regista um maior aumento relativamente aos resultados das legislativas de 2015. Dois pontos percentuais é o valor que separa a atual sondagem da de 2015.

O último partido cujos resultados são passíveis de ser comparados com os das últimas eleições é o Livre. Em 2015 este partido apresentava-se com 0,7% dos votos e na mais recente sondagem de 2019 regista os 0,9%. Subida pouco significativa com o partido a permanecer abaixo dos 1%.

Ficha Técnica

O estudo realizado pela Pitagórica para a TVI, JN e TSF tem como objetivo registar e avaliar as opiniões de eleitorado português em relação às eleições legislativas de 6 de outubro de 2019, nomeadamente as intenções de voto dos inquiridos e a prestação dos principais líderes partidários.

Durante 4 dias (20 a 23 de setembro de 2019) a presente sondagem recolheu uma amostra de 150 entrevistas do eleitorado português (não probabilístico) tendo em conta os critérios idade, género e região.

O resultado destes 4 últimos dias de trabalho culmina com uma amostra de 600 indivíduos que para um grau de confiança de 95,5% corresponde a uma margem de erro de cerca de 4,07%.

A seleção dos entrevistados é realizada com recurso a números de telemóvel dos três principais operadores identificados pelo relatório da ANACOM, contudo sempre que necessário são selecionados números fixos para apoiar o cumprimento do estudo.

As entrevistas são recolhidas através de entrevista telefónica (CATI – Computer Assisted Telephone Interviewing).

 Isabel Ribeiro

 

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Legislativas 2019: PSD continua a aproximar-se do PS nas sondagens

A sondagem diária da Pitagórica para o JN/TSF/TVI revela uma evolução positiva para os sociais democratas, PS e PSD estão separados por 7,5 pontos percentuais. Livre e Iniciativa Liberal podem eleger deputados.

Esta sondagem   mostra  uma ligeira queda do PS que, em apenas quatro dias,  passou de 40,6 para 36% , mas sobe  em relação a 2015. Pelo contrário, o PSD conseguiu subir quase 2 % , passando de 26.6% para 28,5%. Uma descida de quase oito pontos percentuais em relação aos resultados obtidos pela coligação com o CDS em 2015.

O Bloco continua em terceiro lugar com 10,5%, uma melhoria de cerca de quatro décimas face às últimas legislativas . O  PCP aparece em quarto lugar com 6,9% , menos dois pontos percentuais do que em 2015 . O CDS volta a perder terreno, somando apenas 4,4% das intenções de voto. Os centristas vêm o PAN a aproximar-se com 3,7%.

Relativamente aos partidos sem assento parlamentar, o Iniciativa Liberal é o que está mais próximo de conseguir um deputado. O LIVRE  conseguiu destacar-se ao passar de 0,2 para 0,9%, em apenas quatro dias. Em terreno negativo está o ALIANÇA que caiu para 0,5%, a mesma percentagem do CHEGA.

Perante a possibilidade de maioria absoluta, cerca de 60 % dos inquiridos afirma ser contra essa opção.

No que toca à popularidade dos candidatos, os únicos que conseguiram uma avaliação sempre positiva foram Catarina Martins e Rui Rio. A maior oscilação ocorreu com a candidata do LIVRE, Joacine Katar Moreira, que passou de 33,3% positivos para -20% negativos. Os restantes candidatos tiveram sempre avaliação negativa.

A lista dos candidatos por cada círculo eleitoral está disponível no site Legislativas 2019.

Ficha Técnica

Para realizar esta sondagem a Pitagórica recolheu , durante quatro dias, sub-amostras de 150 entrevistas representativas do género , idade e região. A amostra é de 600 indivíduos, o  grau de confiança é de 95.5% e as chamadas foram realizadas aleatoriamente por telemóvel  e chamada telefónica.

Rui Vieira Cunha

 

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Legislativas 2019: PSD cada vez mais próximo do PS

Bloco de Esquerda assegura o terceiro lugar, afastando-se da CDU e do CDS. Entre os partidos sem representação na Assembleia, todos sobem nas intenções de voto, exceto o Aliança, segundo a sondagem diária da Pitagórica desta terça-feira.

 

Foi no domingo que começou a campanha eleitoral, mas já desde o dia 21 de setembro que a Pitagórica, através da TVI/TSF/JN, tem revelado uma sondagem diária sobre as intenções de voto dos portugueses para as legislativas de 2019.

Segundo a sondagem desta terça-feira, a tendência de subida do partido de Rui Rio mantém-se (28,5%), encontrando-se a menos 7,5 pontos percentuais do PS. O partido liderado por António Costa volta a registar uma descida nas intenções de voto (36,0%), afastando-se, cada vez mais, da maioria absoluta.

Já o Bloco de Esquerda contraria estas trajetórias lineares e, após uma ligeira descida no dia de início da sondagem, tem vindo a subir e alcança os 10,5% das intenções de voto. O partido de Catarina Martins cimenta, assim, o terceiro lugar na corrida à Assembleia da República, afastando a CDU e o CDS-PP.

A coligação entre o PCP e “Os Verdes” (6,8%), bem como o partido liderado por Assunção Cristas (4,4%), apontam uma descida em relação às sondagens do dia anterior, de 0,8 e 0,3 pontos percentuais, respetivamente.

Completando os partidos com representação parlamentar, o PAN aumenta as suas intenções de voto para os 3,7%, uma subida de quase meio ponto percentual, registando, tal como o PSD e o BE, o seu melhor resultado desde o início da sondagem diária da Pitagórica.

Em relação aos partidos extraparlamentares, quase todos registam subidas. Partidos como a Iniciativa Liberal e o Livre registam os melhores resultados até agora – 1,2% e 0,9%, respetivamente –, enquanto o CHEGA empata com os resultados obtidos no início da sondagem diária. O único fora deste espectro de subida é a Aliança. O partido liderado por Santana Lopes alcança um novo mínimo e empata com o de André Ventura.

A lista de candidatos, por distrito, que cada partido pode eleger para representação na Assembleia da República pode ser conhecida no site oficial das eleições legislativas de 2019.

Legislativas 2015

Embora em queda-livre desde o início da sondagem diária da Pitagórica, o PS apresenta uma subida, em relação às Legislativas de 2015, de mais de 3 pontos percentuais – nas últimas eleições, o partido de António Costa conseguiu 32,31% dos votos.

O Bloco de Esquerda, que governou em coligação com o PS e a CDU, também regista uma subida, ainda que pouco significante, de 0,3 pontos percentuais. A completar a “geringonça”, a coligação PCP/Os Verdes é a única que apresenta uma queda. São quase 2 pontos percentuais das intenções de voto que separam os resultados da CDU nas sondagens dos resultados obtidos em 2015.

Nas ultimas eleições legislativas, o PSD e o CDS concorreram coligados – a aliança Portugal à Frente – e alcançaram 36,86% dos votos. Sendo assim, e somando as intenções de voto dos dois partidos nas sondagens diárias de 2019, era possível obter um total de 32,9%, o que significaria uma descida de cerca de 4 pontos percentuais.

Fora de alianças e “geringonças”, o PAN regista uma subida significativa. Nas eleições de 2015, pela primeira vez, conseguiu eleger um deputado, obtendo 1,39% dos votos. Segundo a sondagem da Pitagórica, nestas eleições, o partido de André Silva pode registar um aumento de mais de 2 pontos percentuais.

Ficha Técnica

O estudo foi realizado durante 4 dias (20 a 23 de setembro de 2019), onde foi recolhida uma sub-amostra de 150 entrevistas, que totaliza uma amostra de 600 indivíduos. A recolha das intenções de voto foi realizada através de entrevista telefónica para números aleatórios de telemóvel.

 

Ricardo Jesus Silva

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PSD ameaça liderança socialista

A Sondagem da Pitagórica para o Jornal de Notícias, TVI e TSF aponta queda socialista e subida das intenções de voto no PSD. Os dois partidos estão agora separados por 7,5 pontos percentuais.

PS continua em vantagem para as legislativas de 6 de outubro com 36% das intenções de voto, embora se tenha registado uma descida de 4% desde a divulgação da primeira sondagem. Em contraste com esta queda, está a subida de 1,9% registada entre sábado e terça-feira pelo PSD (de 26,6% para 28,5%)

As mesmas fontes indicam que o Bloco de Esquerda se mantém firme no terceiro lugar (10,5%),  seguido do CDU, com 6,8% das intenções de voto. Agora mais próximo do quinto lugar, ocupado pelo CDS (44,4%), está o PAN, com 3,7%.

Ainda na procura por um lugar no parlamento, está o a Iniciativa Liberal com 1,2%, o Livre com 0,9% e o partido Aliança empatado com o CHEGA com 0,5%.

Estas tendências nas intenções de voto, remetem para as legislativas de 2015, em que o PS, com 32,31% dos votos não conquistou a liderança. Este resultado, revela que os 36% que o partido socialista agora regista ainda não lhe garantem o pódio no dia 6 de outubro.

Ficha Técnica

A sondagem resulta de uma recolha de 150 entrevistas realizadas via telefónica pela Pitagórica, durante quatro dias (20 a 23 de Setembro 2019). Esta sub-amostra foi selecionada mediante critérios de género, idade e região.  A Ficha técnica completa pode ser consultada no site da Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

Inês Sofia Pereira

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Legislativas 2019: PS afasta-se da maioria absoluta

Os 7,5 pontos percentuais que afastam os dois principais partidos políticos (PS E PSD) sobressaem na sondagem diária da Pitagórica.

Contrariamente ao partido de António Costa, o PSD mantém a sua subida desde o início da apresentação das sondagens. O PSD, por sua vez, tem vindo a diminuir a percentagem de intenções de voto.

 

Ainda assim é o PS que se mantém  na liderança dos votos com um total de 36%, seguindo-se dos 28,5% do PSD. Em terceiro lugar encontra-se o Bloco de Esquerda na escolha dos portugueses com uma percentagem de 10,5%, tendo vindo a notar-se uma subida nos últimos dias.

Além destes partidos, são ainda candidatos: CDS-PP, CDU, PAN, Aliança, Chega, Iniciativa Liberal, PNR, PDR, PCTP-MRPP, PPM, PTP, Livre, RIR, MPT, PURP, Nós, Cidadãos!, MAS, JPP. Entre eles, existe apenas uma coligação (Coligação Democrática Unitária) entre o PCP e o PEV.

A realização desta sondagem consistiu na recolha diária, entre os dias 20 a 23 de setembro de 2019, de entrevistas representativas feitas pela Pitagórica para a TVI, TSF e JN. A amostra desta pesquisa contém 600 indivíduos, selecionados de forma aleatória, através dos seus números de telemóvel mantendo a proporção dos três principais operadores. O objetivo do estudo é avaliar a opinião dos Portugueses sobre as eleições. A taxa de resposta aos inquéritos foi de 60, 61%.

Em semelhança com o ano de 2015, os três principais partidos (PS, PSD e BE) mantêm-se na liderança. Pelo contrário, nesse ano, foi a Coligação PPD/PSD.CDS-PP que venceu as eleições. O PS assumiu o segundo lugar.

 

Inês Pinho

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Legislativas 2019: PAN com recorde nas sondagens

CDS-PP e PAN estão separados por menos de 1 ponto percentual. Sondagem diária da Pitagórica para a TVI, JN e TSF mostra CDS-PP a cair nas intenções de voto (4,4%) e PAN a subir (3,7%).

O PSD mantém a subida desde que se iniciaram as sondagens diárias. No sentido inverso, o PS continua a cair nas intenções de voto. Ainda assim, se as eleições fossem esta segunda-feira, o partido de António Costa vencia com 36% dos votos contra 28,5% do PSD, que subiu de ontem para hoje 0,8 pontos percentuais.

O BE está firme no terceiro lugar (10,5%). Em quarto, fica a CDU, que volta a cair (6,8%). O CDS mantém-se em queda e recolhe 4,4% de intenções de voto. O PAN recupera e está nos 3,7%. Nestes quatro dias de sondagem os centristas perderam quase um ponto percentual.

Quando se compara os resultados dos dois partidos no voto direto, sem distribuição de indecisos, o PAN já está à frente nas faixas etárias dos 18/34 anos e na dos 45/54 anos; o mesmo acontece nas regiões, Norte, Sul e Lisboa (4,6% no maior círculo eleitoral do país).

Assim, o PAN atinge o seu recorde nas sondagens. Lembre-se que nas últimas legislativas o Partido obteve apenas 1,39% dos votos totais.

Consulte a lista de candidatos às legislativas 2019.

Ficha técnica

A sondagem conta com uma amostra de 600 entrevistas que para um grau de confiança de 95,5% corresponde a uma margem de erro máxima de ±4,07%. Diariamente serão conhecidos novos resultados através da soma de 150 entrevistas e da retirada das 150 entrevistas mais antigas. Os entrevistados são contactos através da selecção aleatória de números móveis. A taxa de resposta foi de 60,61% e a direção técnica do estudo é da responsabilidade de Rita Marques da Silva.

Inês Gomes

 

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Legislativas 2019: CDS recua e PAN continua em ascenção

 

 

A sondagem diária da Pitagórica para a TVI, TSF E JN denuncia uma descida de quase um ponto nas intenções de voto por parte do CDS (4,4%). O partido fica em quinto lugar, imediatamente à frente do PAN (3,7%), que continua em subida.

De acordo com a sondagem, não há alterações nas posições relativas: com 36% das intenções de voto, o PS está em descida, mas continua a liderar. Os socialistas estão agora mais próximos dos resultados das legislativas de 2015.

Com uma diferença de 7,5 pontos percentuais, o segundo lugar é ocupado pelo PSD (28,5%), que, pelo contrário, apresenta uma subida.

O Bloco de Esquerda (10,5%) ocupa, tal como em 2015, o terceiro lugar e regista a recuperação mais forte. A CDU (6,8%) sofre uma ligeira subida, apesar de uma diferença de menos 1,6 pontos relativamente às últimas legislativas.

Entre os que ainda lutam para chegar ao parlamento, tem-se os percursos inversos de dois partidos de Centro Direita: o Iniciativa Liberal sobe nas intenções de voto (1,2%), ao mesmo tempo que desce o Aliança (0,5%). O Livre, mais à Esquerda, atinge os 0,9%.

A lista de candidatos para as eleições de 6 de outubro pode ser consultada no site oficial das legislativas de 2019.

 

Ficha técnica:

O objetivo do estudo é a avaliação da opinião dos eleitores portugueses sobre temas relacionados com as eleições, nomeadamente, intenções de voto.

Durante quatro dias (20 a 23 de setembro) foram recolhidas diariamente pela Pitagórica para a TVI, JN e TSF uma sub-amostra de 150 entrevistas telefónicas representativa do eleitorado português, tendo por base os critérios de idade, género e região.

Este trabalho utiliza uma amostra de 600 indivíduos, com um grau de confiança de 95,5%, correspondente a uma margem de erro máxima de ±4,07%. Os entrevistados foram selecionados através da geração de números de telemóvel aleatórios e, para apoiar o cumprimento do plano amostral, de telefone fixo, mantendo a proporção das três principais operadoras de rede identificadas pela ANACOM.

A taxa de resposta foi de 60,98% e a direção técnica do estudo é da responsabilidade de Rita Marques da Silva.

 

Ana La-Salete Silva

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Liderança do PS continua a descer

Os dois partidos estão separados por 7.5 pontos percentuais. Segundo as sondagens pitagóricas, a liderança do PS é cada vez mais afetada pelo PSD.

Publicada pelo JN, TVI e TSF, o partido de Rui Rio continua a subir desde que as sondagens se iniciaram. De acordo com a informação, o PS representa cerca de 36% dos votos e o PSD 28,5%, tendo subido 0.8 pontos percentuais num dia.

Quanto aos restantes partidos, é o Bloco de Esquerda com 10.5% que ocupa o terceiro lugar. Em quarto, a CDU com 6.9%; em quinto, o CDS que sobe 0.2% e regista 5.2%.

O PAN desce meio ponto para se estabelizar a 3.1%, ao passo que a Iniciativa Liberal e o partido Aliança partilham uma percentagem de 1%.

Apesar da contínua subida do PSD, o valor do PS apresentado na sondagem é superior ao resultado obtido nas eleições legislativas de 2015 (32.3%). A uma semana e meia para as eleiçoes, a diferença entre os dois partidos de 14 a 7.5 pontos é significativa. Os dados refletem o aumento da opinião favorável relativa a Rui Rio, e a perda de exposiçao mediática do partido dos socialistas.

A sondagem pictagórica recolhida nos dias de 20 a 23 de Setembro de 2019 é baseada na amostra de 600 indíviduos que para grau de confiança de 95,5% correspondem a uma margem de erro máxima de ±4,07%. Os entrevistados foram selecionados de forma aleatória de números de “telemóvel” mantendo a proporção dos três principais operadores identificados pelo relatório da ANACOM, sempre que necessário são selecionados aleatoriamente números fixos para apoiar o cumprimento do plano amostral.

 

Joana Novo

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Legislativas 2019: PS mantém-se na frente e PSD vê a intenção de voto aumentar


Segundo a sondagem diária da Pitagórica para a TVI, TSF e Jornal de Notícias, o PS continua a liderar a intenção de voto, embora tenha sofrido uma ligeira descida, já o PSD mostra uma constante subida, aproximando-se do partido socialista.

O PSD (lista de candidatos) mantém a crescente subida desde que se deu início às sondagens diárias da Pitagórica para a TVI. No sentido contrário está o PS (lista de candidatos), que diminuiu 1,6 pontos percentuais (de 37,6%, desceu para 36%) nos últimos dois dias.

Mesmo com a descida, se as eleições se realizassem esta terça-feira o vencedor seria o partido de António Costa, com 36% dos votos (32,31% nas legislativas de 2015). Em segundo lugar ficaria o partido de Rui Rio, com 28,5% dos votos (36,86% nas legislativas de 2015), uma diferença de 7,5 pontos percentuais relativamente ao PS.

Logo atrás do PSD, aparece nas sondagens da Pitagórica para a Tvi, o Bloco de Esquerda (lista de candidatos) com 10,5%  das intenções de voto dos portugueses (10,19% nas legislativas de 2015), que recuperou gradualmente desde a ligeira queda no dia 21 de setembro.

A CDU (lista de candidatos) ocupa a quarta posição nas intenções de voto, com 6,8% (8,25% nas legislativas de 2015).

O CDS-PP (lista de candidatos) volta a cair nas intenções de voto, dos 4,7% de segunda-feira, baixou para 4,4% (0,14% nas legislativas de 2015), estando agora mais próximo do PAN, que  a subir nas intenções de voto e ocupa o sexto lugar, com 3,7% (1,39% nas legislativas de 2015).

Quanto à exposição mediática, é Rui Rio, secretário-geral do PSD, que usufrui de melhor reputação com 14,3% de opiniões favoráveis. António Costa (PS) conta com uma opinião negativa por parte dos eleitores, com 9,8 pontos percentuais negativos. Já a líder do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, é a única à exceção de Rio, que aponta para uma exposição mediática positiva, com 2,3%. Jerónimo de Sousa (CDU) não gera opiniões negativas nem positivas, no momento.  Com a pior avaliação está André Silva, deputado do PAN, com 29,2% negativos. Ainda a baixo dos zero pontos percentuais está Assunção Cristas, pelo CDS, com 7,4% negativos.

Ficha técnica da sondagem 

Entre os dias 20 e 23 de setembro de 2019, a Pitagórica recolheu diariamente para a TVI, JN e TSF uma sub-amostra de 150 entrevistas representativa do eleitorado português, tendo em conta os critérios de idade, género e região. O resultado dos quatro dias implica uma amostra de 600 indivíduos que para um grau de confiança ed 95,5% corresponde a uma margem de erro máxima de aproximadamente 4,07%. O processo de seleção foi realizado através de geração aleatória de números de telemóvel mantendo a proporção dos três principais operadores identificados pelo relatório da ANACOM. As entrevistas são recolhidas através de entrevista telefónica (CATI – Computer Assisted Telephone Interviewing). 

Telma Brochado

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LEGISLATIVAS 2019: Maioria absoluta é cada vez menos provável

A sondagem diária da Pitagórica para a TVI, Jornal de Notícias e TSF indica que o PS já só representa 36,86% das intenções de voto. Bloco de Esquerda está a subir.

Os socialistas continuam a liderar as percentagens ao quarto dia de campanha, segundo a sondagem da Pitagórica. Ainda assim, o PS é o partido que regista a maior queda dos últimos 4 dias. Em contrapartida, PSD e Bloco de Esquerda já subiram quase 2 pontos percentuais no mesmo período. Os portugueses permanecem contra a possibilidade de uma maioria absoluta.

À esquerda de António Costa, a CDU tem-se mantido mais ou menos constante, com pequenas oscilações. O PAN está novamente a crescer e o LIVRE já atingiu quase o patamar do 1%. Já à direita, o CDS continua a cair na opinião dos cidadãos eleitores. O Aliança já esteve perto de eleger um deputado, mas está a perder a sua posição para a Iniciativa Liberal. O CHEGA de André Ventura tem sido o partido mais constante na sondagem diária.

O partido do governo tem, agora, a mesma percentagem que a coligação Portugal à Frente (PSD/CDS) conquistou nas últimas eleições legislativas (36%). Se as eleições fossem hoje, a CDU e o CDS sofreriam a maior perda de deputados na Assembleia da República. O PAN e o Livre, de entre os pequenos partidos que já concorreram em 2015, apresentam a subida mais expressiva. Todos os partidos candidatos e respetivas listas por círculo eleitoral já podem ser consultadas no site oficial das Legislativas 2019.

A Pitagórica recolheu diariamente, nos últimos 4 dias, entrevistas de 150 indivíduos que representam o universo eleitoral português. A amostra atual é de 600 pessoas, com um grau de confiança de 95,5% e uma margem de erro de ±4,07%. A taxa de resposta foi de 60,61%. A direção técnica do estudo está a ser levada a cabo por Rita Marques da Silva.

 

Carolina Reis, Turma 1, TEJ II Online

 

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Partido Popular Monárquico nas Legislativas 2019 – Círculo de Lisboa

O PPM (Partido Popular Monárquico) tem como meta eleitoral eleger dois deputados nas legislativas de 6 de outubro. Aposta, principalmente, para os distritos mais pequenos, do anterior, uma vez que, na capital, os resultados do partido têm sido decrescentes. 

Gonçalo Câmara Pereira, presidente do PPM desde 2017, e primeiro candidato no círculo eleitoral de Lisboa, apresenta-se como adversário, sobretudo, das propostas do PAN e procura travar a “revolução bolchevique” em Portugal.

O partido nasce em maio de 1974, integra o Governo em 1979-1980 mas, há quase quarenta anos que não consegue qualquer representatividade. No parlamento a situação mantém-se, com a exceção do ano de 2005, no qual elegeu dois deputados nas listas do PSD.

À semelhança do que aconteceu nas últimas Eleições Europeias, o PPM concorre em coligação com o movimento Democracia21 (D21). A fundadora e líder do movimento D21, Sofia Afonso Ferreira candidata-se como independente pelo PPM, no segundo lugar da lista, pelo círculo de Lisboa.

Ambas as forças apontam as mesmas prioridades em termos sociais, económicos e ambientais, visando um “projecto de direita, liberal na economia e nos costumes”. Os pontos-chave do programa recaem sobre a descida de impostos, a defesa do mundo rural, florestas e regiões cinegéticas e um programa para os oceanos e o combate à poluição.

A tendência de votos no PPM, desde a década de 90, é decrescente. No entanto, nas eleições legislativas de 2015, o PPM reuniu 0,28% dos votos, o que verifica um acréscimo de 200 votantes face a 2011. Os distritos do interior, como Bragança, Castelo Branco e Portalegre, perduram como os mais ativos apoiantes da Partido Popular Monárquico. Inversamente, em Lisboa, os 4200 votos que o partido reuniu em 2011, cairam para 2800, em 2015.

A poucos dias das eleições de outubro, o site oficial do PPM encontra-se inacessível devido a um problema informático. Apesar desse cenário, o partido marca presença no boletim de voto em todos os círculos eleitorais, com vários candidatos jovens-adultos. A previsão eleitoral encaixa o resultado do partido nos 7,1% de representatividade dos partidos mais pequenos.

Inês Sincero (Turma 3)

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Partido Aliança em Lisboa nas Eleições Legislativas de 2019

 

O Partido Aliança nasce a 23 de outubro de 2018. Liberalismo, personalismo e solidariedade. São estas as três bases intocáveis do Partido Aliança que se identifica como uma força política de pessoas para pessoas.

Fundado por Pedro Santana Lopes, outrora líder do Partido Social Democrata, a Aliança emerge com o intuito de fazer diferente.

Esta nova força partidária tem como objetivo principal o fomento à dinamização económica do país, assim como a redução fiscal nas famílias e nas empresas. Para além disso, a Aliança define também como prioridade a resolução do problema demográfico, assim como o combate às alterações climáticas. Saúde, segurança, transportes e serviços públicos são tópicos que o partido liderado por Pedro Santana Lopes pretende ver melhorados, de forma a oferecer a melhor qualidade de vida aos portuguesas, sem nunca esquecer o combate à pobreza e às desigualdades sociais.

Logo do Partido Aliança

 

O partido elege para o círculo eleitoral de Lisboa, 48 elementos efetivos e 5 membros suplentes. O cabeça de lista é na mesma Pedro Santana Lopes, líder do partido.

De acordo com uma sondagem realizada pela “Pitagórica” para o Jornal de Notícias, o recente movimento partidário poderia contar com 1,1% dos votos.

A Aliança é um partido novo, que segundo a vice-presidente do mesmo, Ana Pedrosa-Augusto, “veio para singrar” e assume com caráter imperativo a vontade de fazer diferente.

 

Luís Guedes (turma 3)

 

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José Pinto Coelho é cabeça de lista pelo PNR no circulo eleitoral de Lisboa

 

PNR (Partido Nacional Renovador)

O PNR é um dos 20 partidos candidatos, no círculo eleitoral de Lisboa, às eleições legislativas de 2019 com data marcada para 6 de outubro. No panorama nacional, José Pinto-Coelho é também o candidato que se apresenta como presidente do partido

 

José Pinto-Coelho mantém-se como cabeça de lista do PNR (Partido Nacional Renovador) no círculo eleitoral de Lisboa, numa lista composta por 53 elementos.

Nas eleições legislativas de 2015, o PNR obteve uma percentagem de votos inferior a 1% no referido circulo eleitoral, tendo conseguido pouco mais de 7100 votos.

Este é um partido que se define como sendo “pró-pátria, pró-família, e pró-vida”. Apresenta-se contra as “políticas atuais que promovem uma cultura de morte” e a “promoção de um comportamento destrutivo (droga, aborto …)” tal como consta no seu ideário.

Áreas relacionadas com o sistema político, segurança, repovoamento do interior, defesa nacional e política externa são vistas como prioritárias, tal como consta no seu programa para as legislativas.

Sendo o PNR um dos partidos com menor visibilidade por entre os candidatos a nível nacional, as inúmeras sondagens que vêm a ser publicadas não indicam qual a percentagem de votos esperada para o partido, tal como se percebe no artigo da TSF com base na sondagem realizada pela Pitagórica.

Joana Rodrigues (turma 3)

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Legislativas 2019: O novo partido liberal

O partido a Iniciativa Liberal concorre pela primeira vez às eleições legislativas no próximo domingo.

O partido liberal foi fundado em 2017 e é chefiado por Carlos Guimarães Pinto, cabeça de lista no Porto. João Coutrim Figueiredo é apresentado como cabeça de lista no círculo eleitoral de Lisboa.

O presidente do partido admitiu em entrevista com a RTP1, acreditar conseguir eleger, pelo menos um deputado para “colocar uma voz liberal no parlamento”.O partido apresenta 48 candidatos ao circulo eleitoral de Lisboa.

Os liberais tem por objetivo “Descomplicar Portugal”, e devolver a liberdade económica, social e política aos cidadãos.

Segundo a sondagem do JN em conjunto com a TSF e a TVI,o partido apresenta 0.4 % de intenção de voto.

Filipa Miranda turma 3

 

 

 

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PCTP MRPP com intenções de voto abaixo de 1% no Porto

Nas eleições legislativas de 2019, o PCTP-MRTP é previsto como um dos últimos partidos nas preferências dos portuenses.

Segundo a sondagem publicada este sábado, o auto-denominado “partido dos pobres” apresenta intenções de voto abaixo de 1 ponto percentual nestas legislativas.  Em ano de luto pelo falecimento do seu fundador Arnaldo Matos, não se prevê que o partido eleja algum deputado.

No ciclo eleitoral do Porto, o cabeça de lista do Partido é João Paulo Morais Monteiro. Sobre este candidato pouca ou nenhuma informação adicional é disponibilizada, nem mesmo na página oficial do partido

Nas legislativas de 2015, o PCTP obteve 10.290 votos no círculo eleitoral do Porto, o correspondente a 1.07% do total dos votos. A nível nacional, o resultado foi superior, atingindo 1, 11 pontos percentuais.

 

 

 

Ana Magalhães

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Legislativas 2019: PS vence na freguesia de Vila Flor (Bragança)

Os votos estão contados e as decisões tomadas. Na Freguesia de Vila Flor e Nabo (Bragança)  cerca de 1113 eleitores saíram à rua para votar. Isto significa que houve uma afluência ao direito ao voto de pouco mais de metade dos inscritos. 

Os resultados das legislativas 2019 na freguesia transmontana mostram-se semelhantes aos  resultados de 2015. O PS  manteve-se na frente com 39.71% dos votos, no entanto o Partido Social Democrata continuou próximo do opositor com 38.27%. Em 2015 a diferença não chegou a 1 ponto percentual.

O Bloco de Esquerda, cada vez mais, consegue maior representatividade com um aumento de 2,47 pontos percentuais.

É possível verificar resultados dispares comparando os resultados da freguesia vilaflorense com a capital de distrito, Bragança. Tento em conta as 39 freguesias do distrito, o partido mais votado foi o PPD/PSD com cerca de 6279 votos (40.12%) de um total de 15.649 votantes.

Apesar dos 21 partidos que estiveram a votos este Domingo, 6 de Outubro, foram apenas três os deputados eleitos no distrito de Bragança: o PPD/PSD com 2 eleitos ( Adão José Fonseca e Isabel Maria Lopes) e o PSD com 1 eleito (Jorge Manuel Nogueira Gomes).

#legislativas2019 # VilaFloreNabo #resultados #Bragança #deputados

Soraia Amaral

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Legislativas 2019: PS vence na freguesia de Santa Marinha

Imagem: santamarinhaeafurada.pt

O partido de António Costa liderou as eleições na união de freguesias de Santa Marinha e São Pedro da Afurada, no concelho de Vila Nova de Gaia, Porto.

Embora tenha vencido as legislativas de 2019 sem maioria absoluta,  foi o PS que alcançou o primeiro lugar nesta freguesia, pertencente ao círculo eleitoral do Porto , à semelhança das legislativas de 2015. Assim, o partido socialista conquistou 36.49% da população votante (35,67% em 2015), num total de 58,36%.

Em segundo lugar ficou o PSD, com 26.30% (31,18% em 2015, em coligação com o CDS), seguido do Bloco de Esquerda com 13,29% (13,61% em 2015). Também o PCP-PEV e o PAN demonstraram a preferência dos eleitores da região, com 6,45% e 4,20% (2,13% em 2015) dos votos, respetivamente.

Conhecidos os resultados das legislativas de 2019, vimos que o círculo de eleitores do Porto elegeu um total de 40 deputados, mais um do que em 2015. O PS ocupa o topo da lista com 17 deputados eleitos, entre eles Alexandre Tiedtke Quintanilha e Rosário Gamboa, somando mais 3 do que em 2015. Já o PSD, apresentou uma queda de 2 deputados e conta agora com 15, entre eles Hugo Carvalho e Rui Rio. Abaixo, estão o Bloco de Esquerda e o PCP-PEV que perderam um deputado relativamente às últimas eleições legislativas. O BE tem agora 4 lugares reservados para os portuenses no parlamento, nomeadamente para Catarina Martins e José Soeiro, já o PCP conta com apenas 2, Diana Ferreira e Ana Mesquita.

A abstenção nas eleições de 6 de outubro, na freguesia de Santa Marinha e S. Pedro da Afurada, ultrapassou os votos do partido vencedor, com uma percentagem de 41.64%, um aumento de 2,62 pontos percentuais relativamente a 2015.

Telma Brochado

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Legislativas 2019: PS consegue maioria em Santo Tirso (Porto)

 

Partido Socialista inverte os resultados de 2015 e vence as eleições legislativas de 2019 na União das Freguesias de Santo Tirso.

Nas eleições legislativas de 2019, o Partido Socialista (PS) conseguiu obter mais votos na União das Freguesias de Santo Tirso, Couto (Santa Cristina e São Miguel) e Burgães, o que representou uma viragem nos resultados das últimas eleições, já que habitualmente é o Partido Social-Democrata (PSD) que consegue os melhores resultados.

Localizado numa zona rural, a meia-distância entre Porto e Braga, o município de Santo Tirso é uma região com uma implantação religiosa muito forte e, consequentemente, de grande conservadorismo político.

Por isso, ao longo dos anos, Santo Tirso tem sido um bastião Social-Democrata e é a terra natal de algumas figuras proeminentes do PSD, como por exemplo Mário Montalvão Machado ou Eurico de Melo, ambos fundadores do partido e que desempenharam cargos importantes em vários governos.

Fruto dessa influência, o PSD sempre obteve resultados eleitorais muito fortes nesta região e mesmo depois do governo de Passos Coelho/Troika, o resultado foi favorável ao partido.

Curiosamente, no âmbito das eleições autárquicas, tem ocorrido a chamada “alternância democrática” em que o PS e o PSD vão-se revezando no comando dos destinos do município.

Entretanto, em 2019 a tendência dos últimos anos nas eleições legislativas alterou-se, levando à vitória do Partido Socialista com uma de percentagem 42,30%, resultado que representa uma subida bastante relevante comparativamente a  (36,53%).

O PSD por outro lado, que em 2015 fez uma coligação com o Partido Popular (CDS-PP), desceu a percentagem de votos em mais de 10%. O resultado do partido foi de 29,07% ocupando o segundo lugar na lista de mais votados.

Em resultado a estas votações foram eleitos 39 deputados no distrito do Porto. O PS conseguiu eleger 14 deputados tais como Alexandre Quintanilha, José Luís Carneiro e Maria Isabel Coelho Santos e o PSD conseguiu igualmente 14 deputados como por exemplo José Pedro Aguiar-Branco, Marco António Costa e Emília de Fátima Moreira Santos.

Leonor Faria

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Legislativas 2019: PSD mantem liderança em São Pedro Fins (Porto)

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Na freguesia de São Pedro Fins, conselho da Maia, o PSD saiu vencedor com cerca de 38% dos votos, quatro pontos percentuais acima do PS, que ficou em segundo lugar. O partido de Rui Rio consegue manter a liderança. 

Apesar da vitória a nível nacional, o PS não conseguiu alcançar o primeiro lugar nesta freguesia, tendo apenas 34% dos votos. Em terceiro lugar ficou o Bloco de Esquerda com quase 9% seguido do PAN com 3,7% e a CDU com 3,6%. Foram vários os partidos com apenas um voto, mas que ainda assim superaram o MAS e o PPM que não conseguiram obter nenhum.

Em 2015 os resultados foram mais favoráveis para o PSD que foi capaz de obter quase 45% dos votos, já o PS conseguiu uma subida de sete pontos percentuais comparativamente a 2015. Os três primeiros conseguiram manter a posição, no entanto a CDU foi ultrapassado pelo PAN em relação às últimas legislativas.

Relativamente aos resultados do distrito do Porto são várias as diferenças, nomeadamente o vencedor, que no Porto foi o partido de António Costa, seguido do PSD, Bloco de Esquerda e em quarto a CDU. Outra diferença a destacar é a percentegem de abstenção que chegou a cerca de 41%, ultrapassando a de S. Pedro Fins foi de apenas 36%.

No círculo eletoral do Porto foram eleitos 40 candidatos sendo a maioria do PS (17 eleitos) entre os quais Alexandre Quintadilha e Maria Lopes de Carvalho. Hugo de Carvalho e Rui Rio vão ser dois dos quinze candidatos a representar o PSD. Catarina Martins, porta-voz do partido, foi uma dos quatro deputados eleitos do Bloco de Esquerda. Por parte do CDU temos Diana Ferreira e Ana Mesquita. Já o PAN e o CDS elegeram apenas um deputado sendo elas Bebiana Cunha e Cecília Meireles respetivamente.

Maria Inês Carvalho (turma 2)

 

 

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Legislativas 2019: PS ganha eleições em Passos (Fafe)

No passado domingo o país foi a votos e os resultados revelam que o PS foi o vencedor no círculo eleitoral de Braga e na freguesia de Passos.

A freguesia de Passos (Fafe) conta com  1.008 eleitores e apresenta resultados  semelhantes ao do círculo eleitoral.  Em primeiro surge o PS (42,05%) , em segundo aparece o partido de Rui Rio (PSD) com 30,62% dos votos, em terceiro o Bloco de Esquerda (9,30%) e em quarto lugar aparece o CDS-PP (3,10%).

O R.IR. estreia-se na freguesia dividindo o quinto lugar com a coligação de Jerónimo de Sousa (CDU). Ambos os partidos receberam onze votos.

Nas legislativas de 2015 o PSD ganhou com 47,02% dos votos seguido pelo PS (33,68%), pelo B.E (8,01%) e pela CDU (1,85%).

No círculo eleitoral de Braga, os resultados do vencedor não se afastaram muito dos resultados a nível nacional. O PS venceu com 36,40% dos votos. O Partido Socialista elege assim oito deputados, de entre os quais Sónia Fertuzinhos, José Gomes Mendes e Maria Begonha.

O PSD, que venceu nas legislativas de 2015, ocupa o segundo lugar com 34,08% dos votos e também com oito deputados, a destacar André Lima, Firmino Marques  e Clara Marques Mendes.

O terceiro lugar do pódio é ocupado pelo Bloco de Esquerda com 8,88% e com apenas dois deputados eleitos, José Maria Cardoso e Alexandra Vieira.

Em quarto lugar aparece o CDS-PP com 4,11%, elegendo um único deputado, Telmo Correia.

A abstenção atingiu um novo recorde a nível nacional (45,49%), mais 1,35 pontos percentuais do que em 2015.  O círculo eleitoral de Braga viu um aumento (40,17%) e na freguesia de Passos a abstenção desceu de 52,30% para 48,81%.

Para mais informações sobre os resultados das legislativas pode clicar aqui.

 

Beatriz Carvalho

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PSD vence apertado em Aveiro (município), mas não consegue vencer no distrito

PSD venceu as legislativas no município por uma margem inferior a 0,2% de diferença em relação aos votos recebidos pelo PS; apenas 88 votos de diferença, uma vitória muito apertada.

Resultado de imagen de legislativas 2019

Fonte: Record Europa

O distrito de Aveiro é muito conservador; o Partido Social Democrata venceu as legislaturas neste distrito por 10 anos. Quatro foram comemorados e é a primeira vez na década que o PS está à frente do PSD. Os socialistas obtiveram 120 839 votos (34,31%) em comparação com 118 141 (33,35%) dos social democratas; o que lhes dá 7 e 6 deputados, respectivamente. Agora, os socialistas recuperaram dois assentos parlamentares no distrito de Aveiro.

Essa diferença, embora ajustada, é explicada observando os concelhos: PSD venceu em 9 dos 19 que compõem o distrito; e não com grande diferença, exceto em Vagos, que obteve mais da metade dos votos, Oliveira do Bairro, Sever do Vouga e Anadia.

Por outro lado, o Bloco Esquerda ganhou um deputado em relação às eleições anteriores; colocando com 2 desta vez com quase 10% dos votos. CDS, com 5,69%, garantiu uma vaga no Parlamento. O CDU e o PAN, apesar de terem passado os 10.000 votos, não conquistaram nenhum assento.

Os deputados eleitos foram:

(PS) – Pedro Nuno de Oliveira Santos; Cláudia Maria Cruz Santos; Carlos Filipe de Andrade Neto Brandão; Porfirio Simões de Carvalho e Silva; Susana Alexandra Lopes Correia; Hugo Daniel Matos Oliveira; Joana Isabel Martins Rigueiro de Sá Pereira.

(PPD/PSD) – Ana Miguel Marques Neves dos Santos; António André da Silva Topa; Helga Alexandra Freire Correia; Bruno Manuel Pereira Coimbra; Nuno André Maia das Neves; Carla Manuela de Sousa Madureira.

(BE) – Moisés Salvador Coelho Ferreira; Nelson Ricardo Esteves Peralta.

(CDS-PP) – João Rodrigo Pinho de Almeida

A nível nacional, o PS venceu as eleições marcadas por la baixa participação, ainda que sem maioria absoluta.

 

Raquel López Rodríguez

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LEGISLATIVAS 2019: PS e PSD muito próximos em Gulpilhares/Valadares (Porto)

No passado domingo, 60% dos eleitores da União de Freguesias de Gulpilhares e Valadares foi às urnas escolher os seus representantes. PS e PSD ficaram muito próximos, em primeiro e segundo lugar.

O PS contabilizou 33,49% dos votos na união de freguesias gaiense, menos 3 pontos percentuais que os socialistas registaram nos resultados globais. Já o PSD ficou imediatamente atrás, com 29,09% dos votos, mais 2 pontos percentuais que na totalidade nacional. Para além destes dois, o Bloco de Esquerda foi o último partido a passar o milhar de votos, com uma percentagem de quase 12%, e reforça a sua posição como terceira força partidária. Todos os partidos angariaram votantes, com o MAS a ficar em último com apenas 8 pessoas a dar-lhes a cruzinha (0,07%). Todos os resultados em Gulpilhares/Valadares podem ser consultados na página das legislativas da TVI.

No círculo eleitoral do Porto, o PS elegeu 17 deputados, entre os quais estão o físico Alexandre Quintanilha e Constança Urbano de Sousa, ex-ministra da Administração Interna na altura dos incêndios de Pedrógão Grande.  O PSD conseguiu lugar para 15 deputados, apenas menos 2 que o PS, e foi por este círculo eleitoral que foi eleito o secretário-geral do partido, Rui Rio. Catarina Martins, porta-voz do Bloco de Esquerda, foi também eleita pelo Porto, juntamente com outros 3 deputados, entre os quais está o jovem estudante da FLUP Luís Monteiro. Pela CDU entraram Diana Ferreira e Ana Mesquita. PAN e CDS elegeram ambos apenas uma deputada – Bebiana Cunha (PAN) e a já deputada Cecília Meireles (CDS). Dos partidos com assento parlamentar, só os estreantes não fizeram entrar ninguém do Porto – CHEGA, Livre e Iniciativa Liberal, cujo presidente vota, inclusive, na união de freguesias Gulpilhares/Valadares.

Em 2015, foi a coligação Portugal à Frente (PSD/CDS) que angariou mais eleitores em Gulpilhares/Valadares, com uma diferença para o PS idêntica à que os partidos obtiveram nestas eleições – podemos dizer que se inverteram os papéis. Bloco de Esquerda e CDU também tinham tido mais votos nas últimas legislativas. A grande diferença foi a dispersão de eleitores pelos novos partidos emergentes, fenómeno que não ocorreu em grande escala na eleição anterior. Os resultados foram, aliás, semelhantes aos do próprio círculo eleitoral do Porto, que elegeu 17 deputados da coligação PaF em 2015 e 14 do PS. Bloco de Esquerda perdeu um este ano em relação às últimas legislativas, bem como a CDU. O PAN só elegeu uma deputada pelo Porto pela primeira vez este ano.

 

Carolina Reis

Turma 1 (a frequentar turma 2)

 

 

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Legislativas 2019: PS reforça liderança em São Pedro da Cova (Porto)

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O partido liderado por António Costa venceu na União de Freguesias de Fânzeres e São Pedro da Cova com 38,8% dos votos. O PAN foi o único partido que aumentou o número de votos.

 

Os portugueses foram chamados às urnas e os resultados das legislativas estão aí.

Na União de freguesias de Fânzeres e São Pedro da Cova o clima de estabilidade política proporcionado pelo anterior governo foi o necessário para o PS ter saído, uma vez mais, vencedor com 38,82% dos votos, mais 6 pontos percentuais do que em 2015 (32,15%).

Em segundo lugar e “divorciado” do “amigo” CDS surge o PSD com 20,84% dos votos. Nestas eleições o partido de Rui Rio optou por não fazer coligações , no entanto, esta estratégia não convenceu os eleitores que abandonam cada vez mais a tendência de votar nos sociais-democratas.

A desaparecer está também a confiança no CDS . O partido (ainda) liderado por Assunção Cristas foi o grande derrotado que desce da segunda para a sexta posição com 1,99%, isto é, 349 votos.

A novidade surge a ocupar a terceira posição. Apesar de ter sofrido uma ligeira queda, o partido liderado por Catarina Martins elevou-se a terceira força política nestas freguesias com 12,30% dos votos.

Contrariando todas as espectativas, a coligação CDU, partido com uma adesão significativa na região, perdeu votos e ficou em quarto no tabela. De 16,07% em 2015 passou para 11,46% em 2019.

O PAN foi outro dos partidos onde a diferença de votos se revelou mais significativa, neste caso pela positiva. Com 1,68% dos votos e na sexta posição em 2015, o partido de André Silva regista agora 4,14% dos votos e sobe para a quinta posição.

Em relação aos “pequenos partidos”, o destaque vai para o R.I.R que atinge os 1,00%. CHEGA, Livre, Iniciativa Liberal, Aliança e todos os restantes ficam abaixo deste valor.

Comparativamente ao ano de 2015, a abstenção aumentou. 51,98% dos eleitores recenseados nestas freguesias não votaram.

Círculo eleitoral do Porto

Em relação aos resultados do círculo eleitoral do Porto não foram registadas diferenças em relação à União de Freguesias de Fânzeres e São Pedro da Cova. Os primeiros seis lugares registados no distrito coincidem com os das freguesias. As diferenças verificam-se em relação aos resultados de 2015.

Este ano o PS chegou para vencer. Elegeu 17 deputados e registou 36,65% dos votos (mais 4 pontos percentuais do que em 2015). Parece que durante os últimos quatro anos o partido de António Costa conseguiu convencer os portuenses que até então reservavam o seu boletim para o  PSD.

Em segundo lugar, com 31,16% e com 15 deputados (menos 2 do que em 2015) está o PSD. Uma queda abrupta de 8 pontos percentuais é a diferença entre 2019 e 2015.

O terceiro e quarto lugares são ocupados pelos partidos de esquerda. O Bloco de esquerda permanece firme no terceiro lugar, já a CDU fica em quarto, com 4,80%. Em relação ao número de deputados eleitos, ambos os partidos perderam 1 deputado. O BE ficou com 4 e a CDU com 2.

Com 3,46% dos votos, mais 2 pontos percentuais do que em 2015 e pela primeira vez com direito a eleger 1 deputado está o PAN.

O grande derrotado é o CDS. Assim como a tendência verificada a nível nacional, o partido de Assunção Cristas perde cada vez mais votos. A direita parece não convencer no Porto que passa do segundo para o sexto lugar da tabela e de 15 para 1 deputado.

No último lugar e com apenas 0,06% está o MAS, lugar que era ocupado pelo JPP que subiu duas posições.

É de salientar que a abstenção foi maior, assim como a percentagem de votos nulos e em branco.

Os candidatos eleitos pelo círculo eleitoral do Porto podem ser consultados aqui.

 

Isabel Ribeiro

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Legislativas 2019: PSD mantém liderança na freguesia de Santa Maria da Feira (Aveiro)

O partido liderado por Rui Rio obteve 35,22% dos votos, o que representou uma quase perda da liderança de 8 anos na União das Freguesias de Santa Maria da Feira, Travanca, Sanfins e Espargo.

 

Quatro anos depois das últimas eleições legislativas, as posições dos principais partidos mantiveram-se em Santa Maria da Feira, Travanca, Sanfins e Espargo.

Desta vez não apoiado pelo CDS-PP, o PSD quase perdeu a sua liderança de 8 anos na freguesia. Se concorressem, novamente, coligados, o partido de Rui Rio (35,22%) e o de Assunção Cristas (3,61%) poderiam ter obtido 38,53% dos votos, o que representaria uma queda de quase 5 pontos percentuais em relação a 2015.

Com um segundo lugar reforçado, o PS conseguiu 33,97% dos votos, uma subida pouco acentuada quando comparada com os 30,35% obtidos em 2015. Estes resultados contrariam, assim, os registados a nível nacional, onde o partido de António Costa teve uma vantagem confortável em relação ao PSD.

O que não destoou dos resultados globais foi a posição do Bloco de Esquerda como maior força “alternativa”. O partido de Catarina Martins perdeu alguns votos na União de Freguesias, mas, mesmo assim, distanciou a quarta força política. O BE registou 10,74% dos votos, uma queda de apenas um ponto percentual em relação a 2015.

A maior surpresa da noite nesta União de Freguesias foi mesmo a subida do PAN ao quarto-lugar, deixando para trás o CDS-PP e a CDU. André Silva e o seu partido conseguiram arrecadar 3,61% dos votos, enquanto o CDS ficou-se pelos 3,31% e a coligação de esquerda com 2,70%, uma queda de quase 2 pontos percentuais comparada com os resultados das últimas legislativas.

Quanto aos partidos sem representação Parlamentar, o PDR sofreu uma grande queda em Santa Maria da Feira, Travanca, Sanfins e Espargo. Enquanto em 2015 tinha obtido o quinto lugar com 1,58% dos votos, em 2019 conseguiu apenas 0,08%. Já a Iniciativa Liberal foi o único dos novos partidos a conseguir mais de 1% dos votos.

Círculo Eleitoral de Aveiro

Enquanto na União das Freguesias de Santa Maria da Feira, Travanca, Sanfins e Espargo os resultados contrariavam, de certa forma, a tendência nacional, o mesmo não podemos dizer do Círculo Eleitoral de Aveiro, ao qual pertencem.

Aqui, o PS ganhou com 34,31% dos votos, o que representa sete mandatos, uma grande subida comparada com 2015, onde apenas conseguiu cinco, com 27,91% dos votos.

Já o PSD e o CDS, se concorressem coligados, teriam obtido 39,21% dos votos e um total de sete mandatos. Apesar da liderança do Círculo Eleitoral ter sido possível, este resultado representaria uma queda de quase 10 pontos percentuais, quando comparado com 2015.

Em relação ao Bloco de Esquerda, e tal como na União de Freguesias, este conseguiu o terceiro lugar. Embora não tenha registado uma grande subida em relação ao número de votos conquistados nas últimas legislativas, obteve mais um mandato. O partido liderado por Catarina Martins vai ter agora dois deputados na Assembleia, oriundos de Aveiro.

Tal como em 2015, mais nenhum partido teve votos suficientes para conseguir um mandato. A lista completa de deputados eleitos, em Aveiro, para a Assembleia da República pode ser consultada aqui.

A nível de abstenção, a registada no Círculo Eleitoral de Aveiro foi idêntica à nacional.

Ricardo Jesus Silva

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Legislativas 2019: PSD lidera no Castêlo da Maia

Contrariamente aos resultados globais apresentados, os eleitores da freguesia do Castêlo da Maia, no concelho da Maia, voltaram a dar vitória ao PSD, no passado dia 6 de outubro.

Fonte: RTP

O Partido Social Democrata venceu com um total de 3390 votos (35,1%), seguindo-se do Partido Socialista, com uma diferença de apenas 177 votos (33,3%). O Bloco de Esquerda apresentou-se em 3º lugar na tabela com apenas 949 votos (9,84%).

Numas eleições marcadas pelo recorde do número de abstenção, foram, nesta região, cerca de 6200 (40%), os cidadãos que não exerceram o seu direito de voto.

Comparativamente com o ano de 2015, o retrato é bastante semelhante, uma vez que o PSD mantém a liderança (apesar de apresentar um decréscimo de 8%) e o PS e o BE permanecem no 2º e 3º lugares, respetivamente.  A grande diferença apresenta-se na elevada diminuição dos votos do Partido Democrático Republicano (de 119, em 2015, para 14).

No distrito do Porto, a vitória vai para o PS que, com 36,65% dos votos, conseguiu eleger 17 deputados. Por sua vez, o PSD, contou com 31,16% e 15 deputados eleitos. Neste distrito foram ainda eleitos 4 deputados do Bloco de Esquerda, 2 da CDU, 1 do CDS-PP e 1 do PAN.

Nas legislativas anteriores, a coligação PSD/CDS-PP ganhou as eleições no Porto, elegendo 17 deputados, de seguida com os socialistas com 14, os bloquistas com 5 e a CDU com 3.

A nível nacional, o PS venceu as eleições, ainda que sem maioria absoluta.

 

Inês Pinho

 

 

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Legislativas 2019: PAN ficou à frente do CDS em Águas Santas (Porto)

O PS foi o partido mais votado em Águas Santas (Porto) com 36,84%. O Bloco atingiu os 13% e o PAN conseguiu chegar aos 4,9%, mais do dobro do CDS (2,17%).

Os socialistas venceram, em Águas Santas, com uma diferença de quase 10 pontos percentuais (pp) face ao PSD (27,03%), um desempenho muito diferente em relação às legislativas de 2015, em que o PS derrotou, apenas por oito décimas, a coligação PSD/CDS.

Os Bloquistas tiveram 13,08%, quase 4pp acima do registado em termos globais (9,67%). Apesar disso, teve uma quebra de 1,5pp em comparação com 2015. A CDU manteve o quarto lugar (5,43%), mas caiu mais de 2pp (7,79%).

O grande derrotado da noite é o CDS, que viu o PAN marcar o dobro da sua percentagem. A diferença para os resultados de 2015 é abismal, porque nessa ocasião concorreu coligado com o PSD.

Relativamente aos partidos que conseguiram entrar no parlamento, o Iniciativa liberal foi o mais votado com 1,25%, o Livre duplicou a votação de 2015 e chegou a 1,11%.  O Chega obteve apenas 0,76%.

A abstenção foi mais baixa do que no resto do país, com 39,78%.

 

Círculo Eleitoral do Porto

No que toca aos resultados do Circulo Eleitoral do Porto, o PS venceu com 36,65%, mais 5pp que os sociais-democratas. Desta forma, os socialistas elegem 17 deputados (mais três do que em 2015) e o PSD obteve 15 deputados, menos dois do que a coligação Portugal à Frente, em 2015.

O BE registou 10,12% dos votos, insuficiente para evitar a perda de um deputado e, portanto, a eleição de apenas quatro. Os comunistas também perderam um deputado, só conseguindo dois mandatos.

O PAN tem mais um motivo para sorrir: elegeu pela primeira vez um deputado no Porto. Iniciativa Liberal, Livre e Chega tinham a expectativa de conquistar deputados neste circulo, mas não tiveram sucesso.

O perfil dos deputados eleitos por este Círculo Eleitoral pode ser consultado aqui 

Rui Vieira Cunha

 

 

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Legislativas 2019: PS vence sem maioria absoluta na União das Freguesias de Gondomar (Porto)

 

 

Com uma percentagem que não se afasta da do círculo eleitoral portuense, os socialistas obtiveram o voto de 34,82% dos habitantes de São Cosme, Valbom e Jovim, retirando a liderança ao PSD.

De acordo com os resultados destas legislativas, os 36,65% obtidos por António Costa no Porto levaram à eleição de 17 deputados. O PSD, em segundo lugar, elegeu 15 deputados neste círculo eleitoral, com 31,16% dos votos. Em Gondomar, a posição relativa do partido é a mesma, com menos 2,21 pontos percentuais.

Os resultados do PS representam uma subida de 3,1 pontos percentuais relativamente às Legislativas de 2015, onde obteve o segundo lugar. Nessa altura, tanto a União de Freguesias de Gondomar como o respetivo distrito deram primazia ao PPD/PSD.CDS-PP.

A nível distrital, foram eleitos 4 deputados do Bloco de Esquerda (10,12%), menos um que em 2015. O partido ficou colocado em terceiro lugar também nas preferências dos eleitores locais (11,61%).

O PCP (6,72%), que, no Porto, elegeu dois deputados, o PAN (4,19%) e o CDS (2,68%), ambos com um mandato, e a Iniciativa Liberal (1,43%), que não elegeu, mantêm as suas posições relativas em Gondomar. Para o PAN, a eleição de Bebiana Cunha no Porto representa, aliás, uma novidade, dado tal não ter acontecido nas últimas legislativas.

A primeira alteração surge relativamente ao oitavo lugar: enquanto os gondomarenses davam preferência ao LIVRE (0,96%, uma subida substancial relativamente aos 0,53% de 2015), os portuenses votaram no R.I.R. (1,13%).

Quanto aos partidos que obtiveram menos de um ponto percentual, PCPT registou 0,69% dos votos em São Cosme, Valbom e Jovim. A morder-lhe os calcanhares está o CHEGA, com 0,67%. No Porto, as suas posições são invertidas – o CHEGA obteve 0,61% e o PCTP, 0,54%.

O Aliança (0,55%) e o MPT (0,26%) ocupam os lugares seguintes nos votos locais. O partido Nós, Cidadãos! e o PNR, por outro lado, registaram um empate nos 0,21% – no Porto, contudo, o Nós, Cidadãos! obteve menos 0,2 pontos percentuais.

Os restantes partidos (PURP, PDR, PTP, PPM E JPP) obtiveram menos de 50 votos por parte dos gondomarenses, não chegando aos 0,20%, percentagens estas que também ocorrem ao nível do respetivo círculo eleitoral e que representam uma regressão para o PDR, PPM e JPP, quando comparadas com os resultados de 2015.

2,46% dos habitantes da União das Freguesias de Gondomar votou em branco e 2% foram votos nulos, percentagens estas que, sendo mais altas que as de há quatro anos, não se desviam das do círculo eleitoral do Porto, com 2,27% de votos brancos e 1,63% de votos nulos.

Quanto à abstenção, 41,12% dos recenseados nesta freguesia não votaram.

Os deputados eleitos podem ser consultados na página da Rádio Renascença.

 

Ana La-Salete Silva

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Legislativas 2019: freguesia de Beiriz (Porto)

 

Os votos estão contados. A União das freguesias da Póvoa de Varzim, Beiriz e Argivai contraria tendência nacional. O PSD sai vitorioso, com 37,19% dos votos.

PS vem a seguir (30,25%). Com uma grande distância dos socialistas, mas ficando em terceiro, o BE não chega aos 10%.

Mas há que ter em consideração os resultados de há quatro anos, em que o vitorioso foi também o PSD, em aliança com o CDS-PP (coligação PàF). No entanto, a diferença foi maior relativamente ao PS. Em 2015, a PàF obteve 46,68%, ficando acima quase 19 pontos percentuais do Partido Socialista (28,15%). Este ano, pouco mais de 12 pontos separam os socialistas da soma do PSD com o CDS.

Nota-se também uma subida do PAN durante estes quatro anos: este ano tiveram quase mais dois pontos, obtendo 3,16%.

Nesta freguesia, do município da Póvoa de Varzim, a abstenção chega quase aos 49%.

No Porto, o círculo eleitoral a que corresponde a freguesia, os resultados foram diferentes. Neste distrito, o PS venceu, coincidindo exatamente a percentagem com o resto do país (36,65%). São quase mais sete pontos percentuais do que o PSD (31,16%).

O BE obtém resultados semelhantes aos da freguesia, no entanto, o CDS-PP tem uma percentagem bem menor no Porto comparativamente à da freguesia. O partido conservador tem quase menos dois pontos no distrito (3,34%).

Considerando agora os efeitos de 2015 no Porto, conclui-se, novamente, uma descida dos partidos da direita este ano. A PàF venceu com 39,59%, mais cerca de cinco pontos do que o que o partido de centro-direita, em soma com o CDS, consegue este ano. Há quatro anos, o PS ficou em segundo, com uma diferença de quase sete pontos da PàF.

Em relação aos mandatos, o PS fica com o mesmo número que a PàF alcançou nas últimas legislativas: 17. O PSD consegue 15, a seguir, o BE consegue quatro (menos um do que há quatro anos), a CDU (coligação do PCP com o Partido Ecologista “Os Verdes”) elege dois (também menos um) e o CDS um. Nestas eleições, o PAN consegue eleger, pela primeira vez, um deputado neste distrito.

Mas quem são os deputados, que vão para a assembleia da república?

Em relação ao PS, o número 1 que se candidatou pelo Porto é Alexandre Tiedtke Quintanilha, o nº2 é Maria do Rosário Carvalho e o nº3 é João Pedro Fernandes, num total de 17 eleitos. Quanto ao PSD, o nº1 pelo Porto é Hugo Daniel Carvalho, num conjunto de 15 eleitos. Pode ver todos os eleitos para a assembleia, pelo Porto e não só, aqui. Mas não se esqueça de clicar em “ver apenas candidatos eleitos”.

Para ver os resultados de todos os concelhos e freguesias de Portugal, tanto do continente como das regiões autónomas, aceda a este link.

Francisca Valentim

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Legislativas 2019: PS reforça a liderança em Águas Santas (Porto)

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No passado domingo, a  freguesia de Águas Santas acompanhou a tendência nacional e o PS venceu. Com 38,84% do total de votos, o PS conquista o apoio destes habitantes.

Em Águas Santas, o PS, PSD, BE, CDU recolheram a maioria dos votos, seguidos pelo PAN e CDS-PP. A Inicitiva Liberal, o Livre e o Chega captaram menos eleitores. O PSD obteve 27,03%. O BE atingiu os 13,08%. A CDU 5,43%, o PAN 4,90% e o CDS-PP contabilizou 4,25% dos votos. As novas forças políticas atingiram cerca de 1% dos votos. Consulte o resultado de todos os candidatos aqui.

Face a 2015, o PS subiu 3,02  e o PSD perdeu 6,01 pontos percentuais. O BE continuou a ser a terceira força política da freguesia. A CDU e o PAN ficaram cada vez mais próximos, à frente do CDS-PP, que nas legislativas anteriores concorreu junto ao PSD. Compare os resultados das duas legislativas aqui. 

O círculo eleitoral do Porto não se distancia destes resultados e elege 40 deputados dos partidos PS, PSD, BE, PAN, CDS-PP. As novidades destas legistaltivas estão no PAN que em 2015 não elegeu nenhum deputado e no passado domingo conquistou um lugar e no PSD que perdeu o primeiro lugar, em casa, com menos dois deputados eleitos. Veja aqui todos os deputados eleitos no distrito do Porto.

A abstenção na freguesia foi de 39,78%. De 23 228 inscritos, 9 241 pessoas escolheram  não votar.  O valor foi mais baixo do que o panorama nacional, que se situou nos 45,5%.

Inês Gomes

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Legislativas 2019: Maioria absoluta para o PSD em Rates (Porto)

O PS foi o partido mais votado a nível nacional nas eleições do passado domingo, mas em Rates ficou em segundo lugar. Na freguesia do círculo eleitoral do Porto, a cor laranja volta a reinar e atinge 51% dos votos.

Os resultados das legislativas deste ano, divulgados pelo portal online das legislativas e pela TVI24, mostram uma evidente inclinação para a direita na freguesia de Rates. O PSD conseguiu 676 votos entre os 1311 votantes, conquistando a maioria absoluta (51,56%). O PS, ao contrário dos resultados nacionais, ficou atrás do partido de Rui Rio, com apenas 307 votos (23,42%), menos de metade que o rival.

O CDS-PP vê um resultado mais positivo nesta freguesia, contrariando a derrota em contexto nacional. Com 9,92% dos votos, equivalente a 130 apoiantes, o partido mantém a popularidade e ocupa o terceiro lugar no pódio das eleições.

Em quarto e quinto lugar encontram-se o Bloco de Esquerda com 66 votos (5,03%) e o PAN com 25 votos (1,91%).

Entre os partidos que se estreiam no Parlamento, nenhum ultrapassou a fasquia do 1%. Na corrida dos pequenos, o Livre ficou à frente com 0,53% (7 votos), seguido pela Iniciativa Liberal, com 0,31% (4 votos) e, por fim, o CHEGA, com 0,23% (3 votos).

Relativamente aos resultados de 2015, a tendência de voto não se alterou muito. Há quatro anos, a coligação do PSD com o CDS-PP venceu em Rates, com uma incontornável percentagem de 69,68%. O PS ficou em segundo lugar, à semelhança deste ano, porém com uma percentagem menor: em 2015, conseguiu apenas 194 votos (14,14%).

O número de votos para o BE permaneceu idêntico entre 2015 (67 votos) e 2019 (66 votos). Apesar disso, a percentagem de voto aumentou de 4,88% para 5,03%.

Regista-se também um aumento nos votos no PAN e no Livre nas legislativas deste ano. Em 2015, o PAN obteve 12 votos (0,87%) e o Livre, o único pequeno partido que já existia à data, conseguiu apenas 2 votos (0,15%).

O número de votos nulos e brancos baixou relativamente às legislativas de 2015. Esta queda não se verificou na abstenção, que aumentou de 38,56% para 40,73%, registados este ano.

Os votos da freguesia de Rates ajudaram à eleição, no círculo eleitoral do Porto, de 17 mandatos do PS, 15 do PSD e 4 do BE. Foram entregues ainda 2 mandatos ao PCP-PEV, 1 mandato ao PAN e 1 mandato ao CDS-PP.

Ana Craveiro Faria

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Legislativas 2019: PS vence em Fânzeres (Porto)

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O Partido Socialista venceu as eleições legislativas do passado domingo na União de Freguesias de Fânzeres e S.Pedro da Cova, concelho de Gondomar.

À semelhança do que aconteceu à escala nacional, o partido liderado por António Costa não venceu com maioria absoluta nesta freguesia (38,82%). No entanto, teve mais 18 pontos percentuais que o Partido Social Democrata (20,84%). Seguiu-se o Bloco de Esquerda com 12,3%, a coligação PCP-PEV (CDU) com 11,46% e o PAN com 4,14%. A abstenção foi de 48.02%.

Este resultado é bastante diferente do das eleições de 2015. Há quatro anos o PS conseguiu 32,19%, a coligação entre PSD e CDS-PP conseguiu 28,42%, o BE obteve 12,57%, a CDU 16,07% e o PAN alcançou 1,68%.

No círculo eleitoral do Porto, o PS também ficou em primeiro lugar com 36,65% dos votos o que equivale à eleição de 17 deputados, mais 3 do que em 2015. Já a coligação PSD/CDS-PP obteve 31,1% e elegeu 14 deputados, menos 3 do que em há 4 anos. O BE conseguiu 10,12% e elegeu 4 deputados, menos 1 do que em 2015. A CDU obteve 4,8% e terá 2 deputados na Assembleia da República, menos 1 do que em 2015. O PAN teve 3,46% dos votos e elegeu 1 deputado, feito que não conseguiu em 2015.  O CDS-PP conseguiu 3,34% e terá 1 representante.

Alexandre Quintanilha (PS), Rui Rio (PSD), Catarina Martins (BE), Diana Ferreira (CDU), Bebiana Cunha (PAN) e Cecília Meireles (CDS) são alguns dos eleitos pelo círculo eleitoral do Porto.

 

Daniela Oliveira

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Legislativas 2019: PSD lidera eleições em Nossa Senhora da Piedade (Santarém)

O Partido Social Democrata celebra a vitória das legislativas com 35,42% dos votos na freguesia de Nossa Senhora da Piedade. Entre os partidos mais pequenos, destaca-se o PAN com 1,16%, seguido do LIVRE com 0,85% dos votos.

Logo a seguir ao PSD, está o PS com 29,64% dos votos, o Bloco de Esquerda com 8,73%, o CDS-PP com 6,96% e o PCP-PEV com 3,01%, percentagem que já se afasta bastante do líder democrata.

O PSD e CDS que, nas legislativas de 2015, concorreram coligados, tinham também alcançado a vitória na freguesia de Nossa Srª da Piedade, com 51,99% dos votos.

Os resultados registados nesta freguesia divergem daquilo que se observou nos resultados das legislativas no círculo eleitoral de Santarém. Tal como a nível nacional, o PS ficou na liderança e conseguiu eleger 4 deputados neste distrito: Alexandra Leitão; António Gameiro; Maria do Céu Albuquerque e Hugo Costa.

O paradigma eleitoral sofreu então alterações, quando comparado com os resultados de 2015. Nesse ano, o PS tinha alcançado a vitória com 37,13% dos votos, em Santarém. Uma queda de cinco pontos percentuais, face aos resultados de há quatro anos, foi suficiente para os socialistas perderem o pódio nas legislativas de 6 de outubro. O partido perdeu, assim, um deputado, conquistando somente três dos nove mandatos em disputa.

Inês Sofia Pereira

 

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Legislativas 2019: PS vence na freguesia de Pedrouços (Porto)

Partido Socialista vence votação na freguesia de Pedrouços, pertencente ao círculo eleitural do Porto, nas legislativas de 2019.

O PS ganhou com 36,31% dos votos o sufrágio eleitoral em Pedrouços, freguesia da Maia, que pertence ao distrito do Porto, seguido pelo PSD, que ficou em segundo lugar com 28,32% dos votos. O Bloco de Esquerda situou-se atrás do PSD com 11,84%, a coligação CDU em quarto lugar com 6,29%, o PAN em quinto com 4,70%, o CDS-PP em sexto com 1,39%.

Já os três novos partidos que conseguiram um lugar cada na Assembleia da República, isto é, o Iniciativa Liberal, o Livre e o Chega, tiveram, em Pedrouços, a percentagem de votos de 1,84%, 1,03% e 0,46%, respetivamente.

Em relação aos resultados do círculo eleitoral do Porto de 2019, os partidos com representação parlamentar situaram-se por esta ordem: o PS ficou em primeiro com 36,65% (elegendo 17 deputados), o PSD em segundo com 31,16% (elegendo 15 deputados), o BE em terceiro com 10,12% (elegendo 4 deputados), a CDU em quarto com 4,80% (elegendo 2 deputados), o PAN em quinto com 3,46% (elegendo 1 deputado), o CDS-PP em sexto 3,34% (elegendo 1 deputado).

O Iniciativa Liberal ficou em sétimo com 1,52%, o Livre em nono com 0,96% e o Chega em décimo com 0,61% – estes três últimos não conseguiram eleger nenhum deputado pelo círculo eleitoral do Porto. Já o RIR, embora não tendo conseguido eleger nenhum deputado para a Assembleia da República, ficou em oitavo com 1,13%.

Nas eleições de 2015, na votação na freguesia de Pedrouços, comparando com os resultados de 2019, o PS venceu igualmente com 35,13%, a coligação Portugal À Frente (uma coligação do PSD com o CDS-PP) situou-se em segundo com 32,04%, o BE também ficou em terceiro com 12,87%, seguido pela CDU com 9,23%, depois o PAN igualmente em quinto com 2,06%.

A coligação Livre/Tempo de Avançar ficou em nono, nessa freguesia, atrás dos partidos supracitados e dos partidos PCTP/MRPP, PDR e MPT, designadamente, com 0,40% dos votos. O Iniciativa Liberal e o Chega não eram fundados há epoca.

Já os resultados do círculo eleitoral do Porto de 2015, deram a vitória à coligação PAF com 39,59% – elegendo 17 deputados -, o PS ficou em segundo lugar com 32,72% – que conseguiu eleger 14 deputados -, o BE em terceiro com 11,14% – elegendo 5 deputados -, a CDU em quarto com 6,83% – que elegeu 3 deputados – e o PAN em quinto com 1,59%, não tendo conseguido eleger nenhum deputado pelo Porto.

Miguel Barbosa (turma 1)

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Legislativas 2019: PSD venceu na freguesia de Abraveses (Viseu)

                                                                                                                                        Foto: Rádio Regional 

Na freguesia de Abraveses dirigiram- se às urnas 4029 pessoas e após a contagem oficial ficou apurado que o PSD venceu com 36,31% de votos, o equivalente a 1463 votos. 

No passado dia 6 de Outubro realizaram-se as eleições legislativas e o PSD foi o partido que obteve mais votos em Abraveses seguido do PS. O PSD conquistou 36,31% dos votos e o PS conseguiu 30,33%.

Ao contrário do que se verificou há 4 anos, o PSD venceu por uma margem pequena de cerca de 6 pontos percentuais.

Em 2015 ,coligado com o CDS-PP, obteve quase maioria absoluta com 47,72% de votos.  Já o PS subiu na consideração dos viseenses em relação a 2015 conquistando uma subida de 3%.

A abstenção teve uma ligeira descida de 0,16% (48,96%) que se pode explicar pela redução do número de inscritos, dos 7724 inscritos 4029 foram às urnas votar. Verificou-se ainda um aumento dos votos nulos e em branco.

A freguesia de Abraveses pertence ao distrito e concelho de Viseu. No distrito o PSD também foi o mais votado com 36,24% seguido do PS com 35,37%, no entanto, o PSD sofreu uma grande queda em relação a 2015.

Nas passadas legislativas o PSD, coligado com o CDS-PP, obteve maioria absoluta com 51,05% dos votos apresentando uma margem de separação elevada em relação ao PS que obteve 29,65%.

Abraveses faz parte do círculo eleitoral de Viseu e por isso foram eleitos 8 candidatos: 4 candidatos do PSD,  Fernando de Carvalho Ruas, Pedro Filipe dos Santos Alves, Fátima Carla Dias Antunes Borges, António José Lima Costa, e 4 candidatos do PS,  João Nuno Ferreira Gonçalves Azevedo, Lúcia Fernanda Ferreira Araújo Silva, João Paulo de Loureiro Rebelo, José Rui Alves Duarte da Cruz. 

 

Mariana Marques

 

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Legislativas 2019: PSD foi o vencedor na união de freguesias da Póvoa de Varzim (Porto)

O PS foi o vencedor nas legislativas que cessaram no passado domingo, dia 6 de outubro. A contrariar o resultado nacional, na união de freguesias da Póvoa de Varzim, Beiriz e Argivai, o vencedor foi o PSD.

 

Com base no site oficial das legislativas e da TVI24, foi com 37,6% de voto, equivalente a 6.338 votos, que o PSD obteve a vitória na união de freguesias da Póvoa de Varzim, Beiriz e Argivai, no distrito do Porto. A seguir ficou o PS com uma diferença de quase 7 pontos percentuais, 30,25%, equivalente a 5.155 votos. Em terceiro lugar manteve-se o BE, como no panorama nacional, com 1.694 votos, equivalente a 9,94%.

Tendo em conta que são 33.326 o número de votantes nesta união de freguesias, os resultados continuam a não ser completamente fiáveis, pois a a abstenção foi quase maioral (48,97%). Foram 456 os votos em branco (2,68%) e 246 os nulos (1,44%).

Em relação aos partidos mais pequenos que conseguiram representação na assembleia, o PAN atingiu os 3,16% com 539 votos, o CHEGA os 0,79%, 1,51% a Iniciativa liberal e 0,99% o LIVRE.

Em comparação com os resultados obtidos nesta mesma freguesia no ano de 2015, são algumas as diferenças que podemos apontar. Apesar de, na altura, também ter sido o PSD o vencedor (coligação com CDS-PP), o PS ganhou terreno neste ano (mais 2%) em comparação com 2015, tal como o PAN que obteve uma subida significante (de 1,57% para 3,16%).

Quando comparamos o ano de 2015 com o de 2019, denota-se que a abstenção subiu este ano em comparação com o passado. Foram também menores no ano de 2015 o número de votos em branco (2,32%) e nulos (1,22%).

 

Sendo que a Póvoa de Varzim pertence ao círculo eleitoral do Porto, foram elegidos 17 dos 106 deputados do PS, 15 dos 77 do PPD/PSD, 4 dos 19 do Bloco de Esquerda, 2 dos 12 do CDU (PCP-PEV), 1 dos 4 do PAN e 1 dos 5 do CDS-PP.

 

Rita Magalhães

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Caso Rosa Mota – cronologia

O caso Rosa Mota remonta para uma mudança de nome no Pavilhão que a atleta, Rosa Mota, representa e alega não ter concordado. As opiniões dividem-se mas a atual denominação do Pavilhão é SuperBock Arena – Pavilhão Rosa Mota.

Foto: Sapo

Em baixo está uma cronologia detalhada dos acontecimentos que constituíram este caso.

27-10-2019 – Declaração da C.M. Porto sobre o caso do nome Pavilhão Rosa Mota

A Câmara Municipal do Porto lançou um comunicado online onde pode ser lido as explicações do caso mediático. Em causab estavam falsos testemunhos que o comunicado veio a explicar para a inauguração no dia seguinte.

28.10.2019 (11h01) – Rosa Mota revela sentir-se “enganada” pela C.M.Porto, não marcando presença na reabertura do novo Pavilhão.

A atleta portuense revelou sentir-se “enganada” numa carta enviada à autarquia da cidade do Porto. Na carta anunciava que iria faltar à reabertura do novo pavilhão.

28.10.2019 (12h05) – Oposição solidária com Rosa Mota

Após as declarações da atleta, a oposição revelou que também não iria marcar presença na reabertura do novo pavilhão da Invicta.

28.10.2019 (15h17) – Reação de Rui Moreira à atitude de Rosa Mota “Não me venham com complexos”.

Depois da atleta não ter marcado presença na reabertura do pavilhão com o seu nome, Rui Moreira, Presidente da C.M.Porto, desvaloriza a atitude da atleta. O autarca alegou que “Por favor, não me venham com complexos por haver um nome que está associado a bebidas alcoólicas, porque, quando a cidade não era conhecida como é hoje, pelo FC Porto, pela sua cultura, pelas suas músicas, pela sua irreverência, a cidade do Porto já era associada ao vinho do Porto.”

28.10.2019 (19h40) – José Pedroso, marido e treinador de Rosa Mota, alega que “estou a preparar-me para uma batalha que vai durar vários anos”.

José Pedroso afirma que vai lutar pelo nome de Rosa Mota no Pavilhão, dure o tempo que durar.

05.11.2019 (08h11) – Chumbo da proposta de alteração do nome para “Pavilhão Rosa Mota SuperBock Arena”.

A proposta apresentada pelo CDU visava manter o nome da atleta portuense, que já dava ao nome do pavilhão, em primeiro lugar, acrescentando só depois o nome da marca SuperBock. A proposta foi chumbada por 22 votos contra.

O caso ainda não se deu por terminado. A verdade é que o Pavilhão foi inaugurado com o nome “SuperBock Arena – pavilhão Rosa Mota” e os estreantes foram o grupo musical Ornatos Violeta.

 

Rita Magalhães

 

 

 

 

 

 

 

 

Rui Moreira vence na União das freguesias de Cedofeita, Santo Ildefonso, Sé, Miragaia, São Nicolau e Vitória, mas perde força e maioria

Tal como nos resultados gerais do concelho do Porto, o PS também sofreu grande queda em relação à 2017, enquanto o PAN consegue seu primeiro mandato na Assembleia da União de freguesias

Fonte: Estela Silva/Agência Lusa

Semelhante aos resultados obtidos no concelho do Porto, o candidato independente Rui Moreira saiu vitorioso na União de freguesias do Centro Histórico do Porto, mesmo com a atenuação dos votos face à 2017. De mesmo modo, o PS viu reduzir pela metade o total de votos no sufrágio deste ano, comparado com os resultados de quatro anos atrás.

De acordo com os dados do Ministério da Administração Interna, a lista com maior aumento nos resultados foi PPD/PSD (mesmo com a dissolução da coligação formada junto ao PPM para candidatura em 2017), com crescimento similar na quantidade de votos à lista do Chega, partido que ainda não existia no sufrágio de 2017.

Para a Assembleia da União de freguesias, destacam-se a inédita cadeira obtida pelo PAN, após obter 696 votos logo na estreia, e o resultado equilibrado entre as três listas mais votadas: Rui Moreira (independente), PS e PPD/PSD. O primeiro continua com a maior quantidade de mandatos, com seis, seguidos pelo PS e pelo PPD/PSD com quatro mandatos cada. Em 2017, Rui Moreira elegeu maioria absoluta com sete mandatos, contra seis mandatos do PS e apenas três da coligação PPD/PSD.PPM. Completa-se a Assembleia da União de Freguesias com o Bloco de Esquerda e o PCP-PEV, com dois mandatos cada.

Fonte: Ministério da Administração Interna

Face às eleições autárquicas de 2017, a percentagem de abstenção aumentou, passando de 51,90% para 57,50%, proporção acima da média nacional (46,36%).

Com a nova composição da Assembleia da União de Freguesias de Cedofeita, Santo Ildefonso, Sé, Miragaia, São Nicolau e Vitória, pode-se esperar uma maior abertura e comunicação directa junto à população, além da continuidade na melhoria da circulação e trânsito na região, com o lançamento da nova linha rosa do Metro do Porto e outras iniciativas. Há de se esperar mais investimentos e atenção para os moradores, frente aos últimos anos de alto proveito ao turismo na região.

 

Robert Sousa

Ricardo Rio reeleito em Braga com maioria absoluta

O presidente da Câmara de Braga reconheceu que a vitória de domingo traduz-se no trabalho realizado pela coligação que lidera há dois mandatos, prosseguindo para o terceiro.

Em declarações à Lusa, Ricardo Rio, eleito pela coligação PSD/CDS-PP/PPM/Aliança, afirmou que a perda de um lugar na vereação “não é nada de muito surpreendente”, face ao “cenário muito diferente” que ocorreu nestas autárquicas, com a chegada de outras candidaturas à direita, como o Chega e a Iniciativa Liberal.

“Em 2017, tínhamos ganhado o sétimo vereador por uma curta margem, agora perdêmo-lo também por uma margem relativamente curta. Nós não governamos para as eleições, porque se o fizéssemos talvez pudéssemos ter tido ainda melhor resultado”, reportou.

Todavia, Rio destacou a terceira maioria absoluta alcançada pela coligação Juntos por Braga, que permitirá prosseguir com projetos “emblemáticos”, como a transformação da agora antiga escola Francisco Sanches em centro cultural, o parque das Sete Fontes, a requalificação do antigo cinema S. Geraldo e a resolução do problema do nó de Infias.

A coligação liderada por Ricardo Rio conseguiu seis mandatos (42,86% dos votos) e o PS quatro (30,69% dos votos). O outro lugar na vereação será ocupado por Bárbara Barros, da CDU, que conquistou 6,73% dos votos. O Chega ficou em quarto (4,68%) e o Bloco de Esquerda em quinto (4,2%), seguindo-se a Iniciativa Liberal (2,93%), o PAN (2.74%) e o Livre (0,61%), segundo dados do Ministério de Administração Interna.

 

Beatriz Sequeira

 

Fontes:

Sic Notícias

Observador

Rui Moreira vence eleições autárquicas no Porto, mas sem maioria absoluta

Imagem: Lusa
Recandidato à Câmara do Porto Rui Moreira foi eleito para um terceiro e último mandato.

As eleições autárquicas de 2021 realizaram-se no último fim de semana e com sete freguesias apuradas, Rui Moreira com o movimento independente: Aqui Há Porto! Vence com 40,72% dos votos e seis mandatos, em segundo lugar ficou o candidato do PS Tiago Barbosa Ribeiro com 18,02% e três mandatos – segundo os dados divulgados pelo Ministério da Administração Interna (MAI).

O movimento independente de Rui Moreira: Aqui Há Porto foi apoiado por IL, CDS, Nós Cidadãos, Vladimiro Feliz (PSD), Mais – Tiago Barbosa Ribeiro (PS), Ilda Figueiredo (CDU), Sérgio Aires (BE), Bebiana Cunha (PAN), António Fonseca (Chega), André Eira (Volt Portugal), Diogo Araújo Dantas (PPM), Bruno Rebelo (Ergue-te),  Diamantino Raposinho (Livre).

Em relação a assembleia municipal, Rui Moreira obteve 34,51% dos votos, perdendo um deputado e novamente sem maioria. Ademais o movimento conquistou seis freguesias a que se candidatou, mas perdeu Paranhos para o PSD, e apoiou o atual presidente da junta da freguesia de Campanhã- Ernesto Santos, o qual foi reeleito.

O candidato oito anos apos sua primeira vitoria e quatro anos após ser reeleito com maioria absoluta em 2017 Rui Moreira tinha vencido com 44,46% – sendo assim sete vereadores, com 13 atribuídos – dos votos contra 28,55% do PS – quatro vereadores- e 10,39% do PSD – um vereador, segundo dados do Ministério da Administração Interna (MAI).

Carolina Okumura Marins De Paulo

Fontes:
SIC Noticias

ECO Sapo

 

Autárquicas 2021: Rui Moreira vence novamente no Porto

O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, foi reeleito pela terceira vez neste domingo de eleições. À liderar a segunda cidade do país pelos próximos 4 anos, dessa vez, sem maioria absoluta. 

​​Agora é oficial. Rui Moreira vence Porto mas não obtém maioria — e BE elege vereador - Atualidade - SAPO 24Foto: Lusa

O movimento independente Rui Moreira: Aqui Há Porto! Obteve 40,72% dos votos e seis mandatos nesta eleição de 2021. O autarca liderou os votos em todas as freguesias do Porto, com destaque para a União das Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde, no qual obteve 45% total dos votos, de acordo com o RMI. 

 Em comparação com 2017, o mesmo obteve 44,46% dos votos e sete dos 13 mandatos. 

Concorrendo em segundo lugar ficou o candidato do PS, Tiago Barbosa Ribeiro, com 18,02% e três mandatos, e o candidato do PSD, Vladimiro Feliz, com 17,25% dos votos e dois mandatos. 

Em conferência de impresa, Moreira afirmou que independentemente do resultado, vai garantir que o Porto continuará a ser forte e a ter o carácter granítico que sempre assumiu na história do país.  

“Nunca esquecemos os nossos compromissos”, disse, perante uma estrondosa salva de palmas dos seus apoiantes que não arredaram pé enquanto Rui Moreira não desceu para discursar. (via Público)

Laís Morais

Autárquicas: PS vence com maioria absoluta no Funchal

PS recupera mais uma vez o Funchal segurando a maioria absoluta nas eleições autárquicas este domingo. O partido venceu 9 das 10 freguesias do concelho perdendo pela freguesia da Sé para a coligação PSD/PPD.

Pouco mais de 56 mil votantes na cidade do funchal registaram o seu voto dando a vitória ao Partido Socialista com 42,05% dos votos segundo os dados de MAI Autárquicas2021 , encabeçado pelo deputado Paulo Cafofo que alcançou esta segunda-feira, 6 mandatos.

Por outro lado, o Partido democrático PSD alcançou 32,05% dos votos rendendo 5 mandatos.

Foto: GREGÓRIO CUNHA/LUSA

Paulo Cafôfo

Carolina Mendonça

Autárquicas de 2021 contam com reeleição de Ricardo Rio em Braga

No último domingo, Ricardo Rio, líder da coligação Juntos por Braga, entrou em seu terceiro mandado como presidente da Câmara de Braga.


Em entrevista com a Lusa, o presidente da Câmara declara que vê sua vitória como “um reconhecimento muito alargado”, e dá ênfase à posição de terceiro lugar da coligação dentre os partidos mais votados no concelho.

Formada pelos partidos PSD, CDS, PPM e Aliança, a coligação de Rio conseguiu apenas 6 mandados nas eleições deste ano, um a menos dos 7 alcançados em 2017. A posição perdida foi de vereador, preenchida pelo candidato do PS, Hugo Pires. Pires afirma que almeja a confiança dos bracarenses, e pretende “melhorar seu projeto” para conquistar a população no futuro.

De acordo com o veículo digital MAI Autárquicas 2021, O PPD/PSD.CDS-PP.PPM fica em terceiro lugar nas porcentagens de votos, e a caída dos 9,73% vistos nas últimas autárquicas para 8,28% já era esperada. O líder da Câmara de Braga afirma que, em 2017, o sétimo vereador, perdido nas eleições de 2021, foi “ganhado por uma curta margem”, e destaca a presença de um “cenário muito diferente” nas autárquicas desse ano. A coligação foi antecedida nas eleições pelo Partido Socialista, que ganhou maioria absoluta no concelho, com 37,66% dos votos, se mantendo na liderança desde 2017 e pelo o PPD/PSD.CDS-PP, que ficou em segundo lugar, tendo um aumento significativo de 4,05% dos votos desde as eleições de 2017.

Em termos de abstenção no concelho, a taxa de cidadãos do concelho de Braga que escolheram não votar este ano foi menor se comparada aos valores nacionais. Enquanto que no resto do país a abstenção foi de 44%, calculou-se que a taxa em Braga foi de apenas 35.1%

Maria Eugênia Sousa

PS reforça liderança em Matosinhos

Em Matosinhos a candidata Luísa Salgueiro do PS reforça a sua recandidatura à câmara, obtendo maioria absoluta nas autárquicas do passado domingo, onde a abstenção foi a maior de sempre.

Luísa Salgueiro garantiu que irá manter "a postura de diálogo dos anteriores quatro anos de mandato"

Octavio Passos

Nestas eleições autárquicas Luísa Salgueiro obteve a maioria absoluta com 43,62% dos votos, seguindo-se do candidato Bruno Pereira da coligação PSD.CDS-PP com 17,25%, com 9,87% aparece o candidato António Parada do movimento SIM e segue-se o PCP-PEV (6,58%), Bloco de Esquerda (5,66%), Iniciativa Liberal 4,70%, Chega 3,80%, PAN 2,71% e por último MI 0,93%.

Em comparação com 2017 o PS obteve mais 7,30% dos votos, o PSD subiu do quarto lugar para o segundo com mais 5,40% e o SIM manteve a mesma posição mas com menos 5,30% dos votos.

A taxa de abstenção em Matosinhos foi de 54%, a maior de sempre neste concelho. Em 2017 a taxa de abstenção foi de 47%.

A presidente reeleita tinha adiantado à RTP  que o caso da GALP estava no topo da lista de prioridades e assim no dia de ontem (quarta-feira) criou o Gabinete para uma Transição Justa (GTJ), que visa ajudar os trabalhadores e empresas afetados pela transição energética rumo à descarbonização, como o caso da Refinaria da GALP, em Leça da Palmeira.

Marta Magalhães

Autárquicas 2021: PS reeleito para terceiro mandato em Rio Tinto

Pela terceira vez consecutiva, o socialista Nuno Fonseca foi eleito no último domingo para presidente da Junta de Rio Tinto. A coligação PSD-CDS ‘Gondomar Nas Tuas Mãos’ ganhou 1 deputado em relação a 2017. A abstenção subiu 7%.

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Fonte: Google Imagens

Segundo os dados divulgados pelo Ministério de Administração Interna (MAI), o Partido Socialista obteve 50,94% dos votos, elegendo 13 deputados para a Assembleia de Freguesia, o mesmo número das últimas autárquicas. Nuno Fonseca exerce a Presidência da Junta de Freguesia de Rio Tinto desde 2013, sendo este o seu terceiro e último mandato.

O PSD-CDS ganhou um mandato ao conseguir no último domingo 19,24% dos votos. Em comunicado na página oficial de Facebook do PSD Rio Tinto, Francisco Moura afirmou ter cumprido os objetivos propostos na campanha, ainda que o resultado não tenha sido o desejado. Para o social-democrata, “o grande vencedor foram os abstencionistas”, que representaram mais de 54% dos votos, uma subida de 7% comparativamente às autárquicas de 2017. 

Pela primeira vez na corrida, o Chega elegeu 1 deputado para a Assembleia de Freguesia, o cabeça de lista Edison Pereira, de 34 anos, com 4,45% dos votos. Ao contrário da Iniciativa Liberal, que não conseguiu representação na Assembleia, tendo arrecadado 3,66% dos votos. O Bloco de Esquerda e a CDU (coligação do PCP e dos Verdes) mantiveram o número de mandatos, 1 e 2 deputados respetivamente.

A freguesia de Rio Tinto, localizada no concelho de Gondomar, é uma das 10 freguesias mais populosas de Portugal, com 44.871 mil inscritos.  

Por Daniela Mota

Autárquicas 2021: PSD/CDS reconquista o Funchal e Paulo Cafôfo demite-se

A Coligação PSD/CDS-PP venceu a Câmara do Funchal com maioria absoluta e o líder do partido socialista demite-se, após uma grande derrota que relaciona diretamente com a pandemia Covid-19.

Nestas eleições, O PSD/CDS-PP obteve no total 26.841 votos, 46,98 %. O PS sozinho valeu 13,09%, aumentando o resultado de 2017 quando perdeu para a coligação Confiança (PS/BE/MPT/PDR e Nós, Cidadãos!).

Com o partido socialista derrotado, o Presidente do PS/Madeira, Paulo Cafôfo, demitiu-se da liderança do partido dados os resultados autárquicos que fazem a a coligação Confiança (PS/BE/PAN/MPT/PDR) perder a Câmara do Funchal, que fica agora nas mãos do PSD/CDS-PP.

Paulo Cafôfo, via Facebook.

“Anuncio aqui, aos madeirenses e porto-sentenses, que me demito de presidente do Partido Socialista, provocando obviamente eleições e congresso para uma nova liderança”, disse.

Nesta passada quarta-feira, o líder demissionário acrescentou, na reunião da Comissão Política do PS/Madeira, que julga que a pandemia de Covid-19 teve um “efeito direto” nos resultados autárquicos e, mais precisamente, na escolha dos funchalenses em quem está no poder.

“Houve uma perceção das pessoas de que o Governo Regional [de coligação PSD/CDS-PP] geriu bem essa pandemia”, disse.

Para mais dados relativos aos resultados do concelho do Funchal, clique aqui.

Bárbara Meira

Autárquicas 2021: PS é reeleito na Câmara de Gaia

O resultado das eleições de domingo conferiu a vitória a Eduardo Vítor Rodrigues na Câmara de Vila Nova de Gaia. O candidato socialista é reeleito com maioria absoluta.

Fonte: Joana Gonçalves

Vítor Rodrigues é Presidente da Câmara de Gaia desde 2013. O candidato do PS reconquistou a maioria absoluta nas eleições deste domingo com 73.712 votos (57,79%) e 9 mandatos. Recorde-se que, em 2017, o Partido Socialista obteve 61,68% dos votos.

“As pessoas confiaram em nós, mais do que em 2017 e mais do que em 2013. Agora, o que temos que fazer é não as desiludir, assumir os próximos quatro anos com a seriedade, o rigor e a disciplina que implementamos no concelho”, referiu Eduardo Vítor Rodrigues na sede do PS. O candidato conquistou 15 freguesias do concelho e a Assembleia Municipal com 50,13% dos votos.

Perante os resultados das eleições, o candidato da oposição, Cancela Moura, renuncia ao mandato na concelhia do PSD. A coligação PSD/ CDS-PP/ PPM apenas conseguiu 17,57% dos votos para a Câmara Municipal.

“Vou pedir a renúncia do meu mandato como presidente da concelhia e vou pedir a convocação de eleições para dar a palavra aos militantes”., referiu o candidato em declarações à Agência Lusa. Cancela Moura já se tinha candidatado nas eleições anteriores.

Os resultados das autárquicas conferiram cerca de 4,83% dos votos à CDU, seguindo-se o BE com 4,61% e o Chega com 4,21%. O IL e o PAN obtiveram cerca de 3000 votos.

De salientar que, de acordo com a MAI, os níveis de abstenção nas autárquicas foram maiores face a 2017. Na Câmara de Vila Nova de Gaia, entre cerca de 270.000 inscritos, apenas 127.546 votaram nas eleições, o que confere uma abstenção de 52,31%. Em 2017, registaram-se níveis de abstenção de cerca de 48%, menos 4,1% face a 2021.

Margarida Forte