O caso de Sadio Mané: Cronologia

A presente cronologia aborda o caso de fake-news associadas a Sadio Mané. O jogador do Liverpool, alegadamente, teria dito que dispensava uma vida luxuosa em detrimento de ajudar os mais necessitados numa zona do Senegal.

Sadio Mané com a camisola do Liverpool FC

8 de Outubro de 2019 – Website “boatos.org”

https://www.boatos.org/esporte/sadio-mane-ferraris-avioes-70-euros-senegal.html

17 de Outubro de 2019 (8h09) – O jornal desportivo “A Bola” publica uma notícia com as declarações do futebolista africano

https://www.abola.pt/nnh/2019-10-17/mane-e-o-luxo-passei-fome-e-nao-preciso-de-relogios-com-diamantes-dois-avioes/810305

17 de Outubro de 2019 (9:46) – O “Sapo” publica as alegadas palavras do craque africano

https://desporto.sapo.pt/futebol/premier-league/artigos/sadio-mane-para-que-preciso-de-10-ferrari-20-relogios-e-dois-avioes-eu-passei-fome

17 de Outubro de 2019 (9h59) – A “Sábado” publica as supostas declarações de Mané

https://www.sabado.pt/desporto/detalhe/sadio-mane-para-que-quero-10-ferraris-20-relogios-com-diamantes-ou-dois-avioes

17 de Outubro de 2019 (10:54) – O jornal “Record” dá conta das supostas palavras do avançado senegalês

https://www.record.pt/internacional/paises/inglaterra/detalhe/sadio-mane-para-que-quero-10-ferraris-passei-fome-trabalhei-no-campo-e-nao-fui-a-escola

17 de Outubro de 2019 (11:41h) – O jornal desportivo “O Jogo” noticia o alegado testemunho de Sadio Mané

https://www.ojogo.pt/internacional/noticias/para-que-quero-10-ferraris-ou-dois-avioes-passei-fome-e-trabalhei-no-campo-11415617.html

17 de Outubro de 2019 (14h17) – O Globo Esporte emite uma errata onde desmente as declarações do jogador do Liverpool

https://globoesporte.globo.com/futebol/futebol-internacional/futebol-ingles/noticia/destaque-do-liverpool-mane-mostra-humildade-prefiro-construir-escolas-e-dar-comida-aos-pobres.ghtml

17 de Outubro de 2019 (14h48) – O jornal brasileiro “UOL” desmente as declarações de Sadio Mané

https://www.uol.com.br/esporte/ultimas-noticias/erratas/2019/10/17/esporte—sadio-mane-nao-disse-que-dispensa-ferrari-por-ja-ter-passado-fome.htm

17 de Outubro de 2019 (16:06) – Diário de Notícias publica as supostas declarações de Mané

https://www.dn.pt/desportos/sadio-mane-para-que-quero-dez-ferraris-e-dois-avioes-passei-fome-11416885.html

17 de Outubro de 2019 (19:20)  – O “Observador” dá conta das declarações atribuídas ao craque senegalês

https://observador.pt/2019/10/17/o-exemplo-de-sadio-mane-no-senegal-nao-uso-o-meu-dinheiro-para-comprar-ferraris-quero-ajudar-os-meus/

26 de Outubro de 2019 (13:19) – O “Polígrafo” esclarece que as notícias em relação a Sadio Mané são falsas

https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/sadio-mane-dispensa-vida-de-luxo-e-envia-dinheiro-todos-os-meses-a-pessoas-pobres-no-senegal

 

Luís Guedes, turma 3

Festivais 2020: Os cartazes da nova década

Primavera Sound 2019 (Foto: Sofia Matos Silva/JPN)

Pavement, Faith No More, Billie Eilish, Kendrick Lamar, Foo Fighters, Idles, Taylor Swift, Khalid, John Legend, Foals, Bad Bunny, Kali Uchis, ASAP Rocky, James Arthur, Foals, Angel Olson e Lionel Richie são alguns dos nomes já confirmados para os festivais de música de 2020 em Portugal.

Confira os nomes, datas e festivais:

Primavera Sound, Porto, 11, 12 e 13 de junho.

Rock in Rio, Lisboa, 20, 21, 27 e 28 de junho.

Summer Fest, Ericeira, Mafra, 3 e 4 de julho.

Cool Jazz, Cascais, 3 e 25 de julho (outras datas a anunciar).

Alive, Algés, Oeiras, 8, 9, 10 e 11 de julho.

Somnii, Figueira da Foz, 10, 11 e 12 de julho.

SBSR, Meco, Sesimbra, 16, 17 e 18 de julho.

Marés Vivas, Gaia, 17, 18 e 19 de julho.

Summer Opening, Funchal, Madeira, 23, 24 e 25 de julho.

Boom, Idanha-a-Nova, 28, 29, 30 e 31 de julho e 1, 2, 3 e 4 de agosto.

L’Agosto, Guimarães, datas a anunciar.

Sudoeste, Zambujeira do Mar, Odemira, 5, 6, 7 e 8 de agosto.

Paredes de Coura, 19, 20, 21 e 22 de agosto.

Vilar de Mouros, Caminha, 27, 28 e 29 de agosto.

Villamix, Lisboa, datas a anunciar.

 

Turma 2

Mais um ano de L’Agosto

O festival urbano que tem vindo a dar música aos jardins da cidade de Guimarães está de volta para uma quarta edição.  
Ouvir música de forma descontraída sentado num jardim, com monumentos históricos como paisagem de fundo, num recinto de espaço reduzido a incentivar ao convívio é a maneira mais fiel de descrever o festival de verão que a Elephante MUSIK tem vindo a organizar nos últimos quatro anos.  Ainda que sem data marcada, ou quaisquer confirmações públicas de artistas, o Festival L’Agosto tem o seu regresso marcado para o mês que lhe dá nome. 
A primeira edição, em 2017, teve lugar nos jardins do Museu Alberto Sampaio.
L’agosto é um acontecimento de confronto imediato com o público num dos locais icónicos da cidade de Guimarães, onde ganha a diversidade musical e cultural. O festival é organizado pela Elephante MUSIK e Estúdio Lobo Mau.

VillaMix Lisboa 2019- Um dos maiores festivais brasileiros agora em Portugal.

O Festival VillaMix está entre os maiores festivais de música do Brasil, o evento teve sua primeira edição realizada em 2011 no estádio Serra Dourada, em Goiânia – Brasil. O entreterimento surgiu com o objetivo de reunir em um mesmo palco os artistas do casting da AudioMix, escritótio que cuida da carreira de vários nomes de destaque no contexto nacional e internacional, buscando enaltecer a música tradicional brasileira. Atualmente para além de ter se expandido para as principais capitais do Brasil, em 2018 o festival chegou em Portugal, com sua primeira edição em Lisboa no dia 6 de outubro.

O projeto é considerado referência no mercado do showbusiness, com uma equipe de profissionais renomados nos departamentos de comunicação, criação, arte, montagem, produção e segurança. O evento impressiona com suas proporções, apresentando uma estrutura compatível a festivais renomados ao redor do mundo, com uma estrutura que se destaca por suas dimensões e o uso do que há de mais moderno em termos de tecnologia, iluminação, cenografia, efeitos visuais e som. Entre as principais preocupações dos organizadores, esta a promoção de conforto e diversão para o público, sendo assim o show conta com áreas específicas de camorote, espaços diferenciados, praça de alimentação, ambulatório e serviços de paramédicos.

Em 2019 o VillaMix Lisboa, como é nomeado segundo a cidade em que será sediado, apresentou como tema “Música é Mix”. Ao contrário da primeira edição do festival, esse ano os concertos aconteceram em dois dias, 13 e 14 de setembro, no Altice Arena. Alguns dos cantores presentes na primeira edição, entre eles Jorge e Mateus, Wesley Safadão, Kevinho e Alok estiveram presentes no show desse ano. Outros nomes como Simone e Simaria, Gustavo Lima, Luan Santana, Xand Avião, Matheus e Kauan também compareceram na segunda edição. As previsões para a próxima edição em 2020 são positivas, em função do aumento do público em relação ao ano anterior quando o festival ainda era desconhecido no território português.

Maryanna Oliveira

Cool Jazz – mais de década e meia de festival

EPDCoolJazz, o festival de Lisboa com músicos de renome, nacionais e internacionais. Fica um pouco do percurso, estreias e mudanças do festival que já prepara a 17ª edição.Em Mafra, Oeiras, Sintra ou Cascais, EDP CoolJazz é o festival do distrito de Lisboa. Na verdade, nos meses de julho já encheu estes concelhos de atuações até se fixar em Oeiras. No entanto, em 2018 regressou a Cascais, onde ainda hoje se mantém, com palcos divididos entre o Hipódromo Manuel Possolo, o Parque Marechal Carmona e os Jardins Casa de Histórias Paula Rego.

Apesar destas mudanças geográficas, não perde o seu caráter e mantém a linha sobre os géneros Jazz, Blues, Soul, Jazz, R&B e Pop e continua na vanguarda de lançamento de estreias em Portugal.Jonh Legend, por exemplo, atuou pela primeira vez perante os portugueses em 2013 no Parque dos Poetas, palco do EDP CoolJazz em Oeiras. O músico britânico é um dos nomes confirmados no cartaz de 2020.

Frances foi outra cantora britância cuja estreia em Portugal se realizou através do CoolJazz. A “nova Adele”, para muitos, subiu ao palco português em 2016. A sua relação com o festival é ainda mais forte, uma vez que é a intérprete do tema “Grow” que serviu de banda sonora ao anúncio de comemoração do 40º aniversário da EDP.

Salvador Sobral atuou também em modo CoolJazz em 2018, um ano após a vitória de “Amar pelos Dois” no Festival da Eurovisão .

Já noutras dimensões, o festival não se deixa , de igual modo, ficar para trás. As preocupações ambientais estão na ordem do dia e atingiram também o EDP CoolJazz. Desde 2016, compensa a pegada de carbono decorrente da realização do festival (viagens e alojamento dos artistas e respetivas equipas) ao promover projetos de substituição de combustíveis não renováveis por combustíveis renováveis em fábricas no Brasil. Trata-se de um festival sustentável, em que os efeitos negativos sobre o ambiente são minimizados, daí a atribuição do certificado de neutralidade de emissões de CO2.

Mas a solidariedade não se fica apenas pelo ambiente. Além da promoção de hábitos sustentáveis, como a venda de copos reutilizáveis e a eliminação das palhinhas de plástico dos postos de venda, o festival de Cascais também se valoriza pela solidariedade social.

Em 2018 foi notícia o leilão da guitarra autografada de Van Morrison, que rendeu 2 mil euros a favor da Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados de Cascais (CERCICA).

Este ano uma nova quantia foi destinada à Cooperativa de Cascais. Desta vez, toda a receita da bilheteira do dia 27 de julho, que contou com as atuações de The Black Mamba e Churky no Parque Marechal Carmona.  Ao todo, cerca de 10 mil euros foram encaminhados para a associação. A iniciativa foi dinamizada pelo festival e pela EDP e contou com o apoio da Câmara Municipal de Cascais.

Este ano os nomes com mais destaque foram The Roots e Jessie J. A 16ª edição contou também com a presença dos portugueses HMB, cuja atuação foi, porém, cancelada devido a problemas técnicos. Atuaram também os Palheta Jazz Trio, Diana Krall e Jacob Collier.

 

 

Felícia Oliveira

Pavement regressam com concerto exclusivo no NOS Primavera Sound

O NOS Primavera Sound estará de regresso ao emblemático Parque da Cidade do Porto, de 11 a 13 de Junho de 2020. Os Pavement são o primeiro nome confirmado, estando de volta aos grandes palcos dez anos depois da sua tour de reunião.

Pavement, um dos nomes mais emblemáticos do rock alternativo americano dos anos 90, com uma discografia de cinco álbuns e uma sonoridade inconfundível, assinalará o seu regresso no próximo ano com dois concertos. A icónica banda de Stephen Malkmus irá atuar no Primavera Sound de Barcelona, animando, posteriormente, as hostes de milhares de festivaleiros no coração da cidade invicta.

A revelação das duas aparições da banda ocorreu nos 17 ecrãs do Parc del Fòrum, na capital catalã, ao som de um dos temas mais reconhecidos do grupo, ‘Cut Your Hair’, de 1994. Este anúncio provocou uma explosão de alegria entre os fãs, fazendo prever uma atuação memorável, onde as emoções estarão à flor da pele. Está tudo certo. Pavement, sempre Pavement.

Desde a sua separação em 1999, a banda reuniu-se em 2010 para uma digressão mundial que não passou por Portugal. Desta vez a história será bem diferente, com a estreia em território luso a ficar agendada para a 9º edição do festival, que habitualmente junta aos grandes nomes internacionais artistas emergentes do panorama nacional.

Até ao momento, mais nenhum nome foi confirmado para a versão portuguesa do festival, porém já se podem fazer algumas previsões, atendendo ao cartaz do festival catalão. Entre os possíveis artistas figuram bandas como Chromatics, uma banda de música eletrónica americana com influências do som Italo Disco ou ainda vozes incontornáveis como La Favi.

O clima, o vasto património histórico, o espírito acolhedor e a excelente localização são algumas características chave que deixam quem passa pelo NOS Primavera Sound irremediavelmente rendido a este festival, que se expandirá para os Estados Unidos da América em 2020, para a cidade de Los Angeles.

Fábio Lopes

 

SOMNII 2020: o maior Sunset de Portugal volta à Figueira da Foz


O RFM Somnii vai voltar à Figueira da Foz e a 8ª edição do “Maior Sunset de Sempre” promete marcar o verão dos festivaleiros.

O festival dedicado à música eletrónica regressa ao areal da Praia do Relógio nos dias 10, 11 e 12 de julho para apresentar os melhores artistas do mundo em 72 horas de música e animação non-stop. Para já estão confirmados Dimitri Vegas & Like Mike, dupla que conquistou este ano o 1º lugar do ranking no top da DJ MAG. Os artistas belgas habituados aos maiores palcos da EDM são então a primeira aposta forte para convidar os veraneantes a deixar uma pegada nas areias da Figueira da Foz.

Dimitri Vegas & Like Mike ao vivo no Tomorrowland

O sunset promovido pela RFM surgiu em 2012 e é neste momento o maior festival de praia de Portugal e um dos maiores da Europa, já contou, por isso, com alguns dos maiores nomes da música pop e eletrónica:  DJ Snake, Hardwell, Tiesto, Chainsmokers, Martin Solveig, Alesso, Tyga, Ozuna, Afrojack são alguns dos nomes que já atuaram neste palco.

Até ao verão, mais nomes virão a ser anunciados, para já só a dupla de DJ belga encabeça o cartaz. Os bilhetes estão à venda desde 24 de outubro e os preços variam dos 29,99€ (passe 3 dias) aos  59,99 (passe VIP).

Tiago Mateus

Boom Festival 2020: O Antropoceno

No próximo ano em Idanha-a-Nova, o Boom Festival, galardoado a nível internacional com prémios de sustentabilidade, terá como tema a influência do Homem no planeta Terra.


O festival que ultrapassa os 20 anos desde a primeira edição, define como “Antropoceno”, a era actual da Humanidade e o impacto de cada ser humano na Terra destacando a frase:
We have the power to both destroy the world and save it.”

Apesar de ser apenas em 2020, de 28 de Julho a 4 de Agosto, na primeira lua cheia do mês Agosto, data que marca até então o inicio do festival, os bilhetes encontram-se já esgotados. No passado dia 7 de Outubro, foram postos à venda os primeiros bilhetes através do site oficial, contudo após menos de uma hora já não estavam disponíveis.

O Boom festival ocorre de dois em dois anos e é um dos mais conceituados a nível internacional de música electrónica, especialmente no género do trance e contará com cerca de 30000 pessoas com mais de 130 nacionalidades. Como usual, a organização selecionou um país convidado, a Argentina, que tem preços mais acessíveis e maior quantidade de bilhetes disponíveis.

Além das performances musicais no palco principal o festival conta com workshops de dança e de outros temas, instalações de arte e palestras. O programa completo pode ser consultado aqui. No âmbito da celebração dos 20 anos desde a sua primeira edição, foi lançado um documentário com uma selecção de conteúdos de toda a história do festival e seus intervenientes.

 

 

Filipe Meirinho

Vilar de Mouros: “Woodstock português” regressa em 2020

As datas para a próxima edição do festival de verão de Vilar de Mouros estão definidas. Cartaz deve ser divulgado em breve.

O festival de Vilar de Mouros, conhecido como o mais antigo festival da Península Ibérica, volta a trazer o rock ao concelho de Caminha em 2020. Nos dias 27, 28 e 29 de agosto, o último fim-de-semana do mês promete mais momentos de “reencontro” entre artistas e o público.

A edição de 2019 atraiu 46 mil pessoas de 18 nacionalidades. Numa freguesia de apenas 753 mil habitantes, esses números são significativos. Apesar de 2019 ter recebido 14 mil pessoas a mais que a edição anterior, os planos para 2020 é de aumentar em qualidade e não em quantidade. Os organizadores dizem que não há planos para exceder a lotação máxima de 20 mil pessoas, e o local do evento será o mesmo.

O fato é que, em 2019, o festival relembrou os dias gloriosos dos seus primórdios, esgotando os bilhetes do segundo dia do evento e trazendo nomes de destaque como The Cult e The Offspring. Enquanto o cartaz de 2020 ainda não é anunciado, as expectativas são de mais uma grande edição.

O festival de Vilar de Mouros, agora patrocinado pela EDP, acontece anualmente desde 2016. Na altura, foi assinado um protocolo pela Câmara Municipal de Caminha, prevendo a realização do festival até 2021. A decisão veio após anos em que o festival ocorreu de forma intermitente.

Conhecido como o “Woodstock português”, o festival Vilar de Mouros teve a sua mais marcante edição em 1971. Apenas dois anos depois do famoso festival americano, o cartaz histórico da versão portuguesa incluiu nomes como Elton John, Manfred Mann e Quarteto 1111, atraindo cerca de 20 mil pessoas. O evento já havia ocorrido antes, em 1965 e em 1968, reunindo artistas portugueses.

Maira Salazar

Rock in Rio 2018: balanço geral

Um dos maiores festivais do mundo, principalmente da América Latina, que foi fundado no Brasil em 1985, se chama Rock in Rio. Presente hoje em países como Portugal e com edições passadas na Espanha e nos Estados Unidos, apresenta mais de 16 edições, com seu pico médio diário de 176 mil pessoas (no festival de 2001).

A oitava edição do festival, realizada em 2018, em Portugal, obteve um balanço positivo, com 278 mil pessoas que foram à Cidade do Rock em Lisboa e 5,8 milhões que assistiram
o evento em casa, a partir de alguma plataforma digital. Foram 4 dias de festival, 57 horas de festa e 260 performances de música e entretenimento.

As principais bandas que estiveram presentes nessa edição, especialmente no Palco Mundo, foram os britânicos do Muse, do Bastille, os americanos Bruno Mars, Katy Perry, Demi Lovato, The Killers, e os portugueses Diogo Piçarra e Xutos e Pontapés.  Confira a lista completa dos artistas de 2018 (Fonte: Music Fest).

Uma pesquisa feita presencialmente nos dias do festival, pela equipe da Marktest, com 405 pessoas, constatou que 95% do público atribui nota máxima a edição de 2018, revelando estar “Muito” ou “Muitíssimo Satisfeitos”. Inclusive 70% deles revelou que participaria de uma próxima edição.

A nova edição do Rock in Rio em Portugal, precisamente em Lisboa, será em 2020 e os bilhetes já estão a venda no site. As datas são 20, 21, 27 e 28 de Junho e as bandas confirmadas até agora são os americanos do Foo Fighters, a brasileira Ivete Sangalo e os portugueses do Xutos e Pontapés.

Terezinha Rayanna Uchoa Castro